

Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
Rachel Elior of the
Revista Isto É – Edição 2092, em 23/12/2009.
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Revista Veja: Edição 2144 / 23 de dezembro de 2009: As Escrituras e os grandes dilemas atuais: A Bíblia começou a ser escrita há mais de 3 000 anos, e desde seu início se revelou um livro sem rival no poder de moldar culturas e civilizações. Essa força permanece inesgotável: ler a Bíblia é essencial para entender o mundo do qual viemos e em que vivemos hoje. >>> Leia mais, clique aqui.
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Jornal Hoje (23/12/2009): Belém está lotada de turistas: O lugar é sagrado para cristãos. Para muitas pessoas, só o fato de estar perto do local onde Jesus nasceu, segundo a tradição cristã, já é uma grande emoção. A expectativa é para a Missa do Galo.
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CORDEIRO, Ana Luisa Alves. Recuperando o Imaginário da Deusa: estudo sobre a divindade Asera no antigo Israel. Dissertação do Mestrado em Ciências da Religião – Universidade Catolica de Goias, 2009.
Resumo: Para a maioria das pessoas que lêem a Bíblia, a idéia de um único Deus, Javé, parece ser clara. No entanto, tanto a Bíblia quanto algumas descobertas arqueológicas deixam entrever que nem sempre foi assim. Antes de uma elaboração teológica monoteísta no antigo Israel havia uma realidade religiosa politeísta, da qual Javé também fazia parte. A pesquisa busca elucidar essa realidade, perguntando pela presença da divindade feminina, em especial Asera, pelos impactos da reforma de Josias (em meados do século VII a.C., no antigo Israel) e as relevâncias da discussão sobre a Deusa na atualidade. A pesquisa busca analisar o texto de 2Reis 23,4-7, demonstrando que se trata de medidas impetradas em prol do monoteísmo, permeadas de intolerância, violência e supressão do(a) outro(a). A representação feminina, enquanto Deusa, esteve presente no antigo Israel e apesar de suprimidas no processo de elaboração monoteísta, as Deusas continuam ressurgindo na atualidade como possibilidade simbólica de imaginar o sagrado.
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BBC Brasil (22/12/2009)
Guila Flint: Em Israel, o Natal é estrangeiro
Quem anda por Tel Aviv nesta semana tem poucas chances de lembrar que uma grande parte do mundo está celebrando o Natal.
Na cidade, de população majoritariamente judaica, existem pouco sinais da comemoração cristã. Apenas na região sul de Tev Aviv se vêem decorações natalinas.
Essa é a parte mais pobre da cidade e onde se concentram os trabalhadores estrangeiros. O único lugar onde se pode comprar árvores e enfeites natalinos é na Estação Rodoviária, no bairro de Neve Shaanan, onde se ouve mais o russo e o inglês do que o hebraico.
No país como um todo, apenas 6% dos habitantes comemoram o Natal, segundo dados oficiais. E esses 6% se dividem em três grupos: os imigrantes da ex-União Sovietica, trabalhadores estrangeiros em geral e cidadãos árabes israelenses que são cristãos.
Crescimento
Embora não seja uma festa muito popular, a comemoração do Natal está lentamente crescendo justamente por causa da entrada desses estrangeiros em Israel.
Depois da abertura da União Sovietica, no início dos anos 1990, mais de 1 milhão de imigrantes da região se mudaram para o país judaico.
De acordo com as estatísticas oficiais, cerca de 200 mil desses imigrantes são cristãos. As autoridades israelenses permitiram a entrada deles por serem cônjuges ou parentes de imigrantes judeus.
Um dos vendedores dos produtos natalinos é o imigrante Michael Duker, de 21 anos, da Sibéria. Duker disse à BBC Brasil que sua familia comemora o Natal, apesar de ser judia.
"Enfeitamos a casa com a árvore natalina, como costumávamos fazer na Sibéria", disse Duker. "Gostamos do Natal porque é uma festa muito alegre e uma oportunidade para reunir a família e tomar juntos uma garrafa de vodca", contou ele. "Não importa a religião, qualquer coisa que traz alegria vale a pena."
Os trabalhadores estrangeiros também comemoram o Natal, mas muitos preferem manter a discrição, especialmente porque entre eles há muitos ilegais.
De acordo com Ran Cohen, coordenador do setor de trabalhadores estrangeiros da ONG Médicos pelos Direitos Humanos, existem cerca de 180 mil trabalhadores estrangeiros atualmente em Israel, sendo que 80 mil não teriam documentos legalizados. A maioria deles é cristã e vem de paises africanos, do leste europeu e das Filipinas.
Marisa, uma trabalhadora das Filipinas, mora há 5 anos em Israel e trata de pessoas idosas. Ela estava comprando uma pequena árvore de Natal "para alegrar um pouco a casa" e se negou a revelar seu sobrenome à BBC Brasil.
Cohen também disse que, nos últimos anos, as autoridades israelenses vêm implementando medidas rígidas contra os trabalhadores ilegais e mais de 150 mil já foram expulsos do país.
Coexistência
O terceiro grupo de cristãos em Israel consiste de cidadãos árabes israelenses, que se concentram principalmente na Galiléia, no norte do país. Os cristãos são uma minoria dentro da minoria árabe em Israel.
De acordo com o sociólogo Amir Mahoul, presidente da Associação das ONGs Árabes, os cristãos são cerca de 9% da população árabe em Israel, de maioria muçulmana.
Mahoul, que é cristão e mora em Haifa, afirmou que "a coexistência entre os cristãos e os muçulmanos pode servir de exemplo e modelo".
Para Mahoul, "os cristãos não têm uma sensação de minoria dentro da comunidade árabe, convivemos muito bem com os muçulmanos e com os druzos. Nos sentimos como minoria por sermos árabes no Estado judaico, mas não por sermos cristãos".
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BBC Brasil (21/12/2009): Arqueólogos encontram casa da época de Jesus em Nazaré: Arqueólogos israelenses revelaram nesta segunda-feira que encontraram os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo. De acordo com o jornal israelense Haaretz, a descoberta fornece mais dados sobre como era a vida na cidade de Nazaré há cerca de 2 mil anos. >>> Leia mais, clique aqui.
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Zenit (21/12/2009)
Descobertos em Nazaré restos de casa da época de Jesus: Foram encontrados em Nazaré, Israel, pela primeira vez, vestígios de uma casa dos tempos de Jesus. A descoberta, um evento arqueológico sem procedentes, possibilitará uma melhor compreensão de como era a vida na região na época em que Cristo viveu. Conforme explica uma nota de imprensa da Autoridade para Antiguidades de Israel, “restos de uma casa que remonta ao período romano foram descobertos pela primeira vez durantes as escavações realizadas por ocasião das obras de construção do Centro Internacional Maria de Nazaré, próximo à basílica da Anunciação”. Os resultados foram apresentados numa coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, realizada nas imediações de onde será o futuro Centro, por Barshod Dror, diretor da autoridade para antiguidades do distrito norte de Israel, acompanhado por Yardenna Alexandre, responsável pelas escavações, por especialistas franciscanos e por Dom Giacinto-Boulos Marcuzzo, bispo auxiliar e vigário do Patriarcado Latino de Gerusalém, encarregado de Nazaré. >>> Leia mais, clique aqui. >>> Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas no site: www.mariedenazareth.com.