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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Chanuká não é o Natal Judaico




Chanuká não é o Natal Judaico. 
Mas as luzes são de todos nós!

Dia 24 de dezembro de 2016: neste ano a véspera de Natal e o 1o dia de ChanuKá coincidem.

Veja mais:
Morashá: Chanucá
Agência Judaica: Chanuká: Faça o Download Gratuito do material educativo desenvolvido pela Agência Judaica em parceria com as Escolas Judaicas em 2005. Chaguim Laktanim - CHANUKÁ - 20 páginas - Português.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Chanuká 2016 / 5777



Veja mais:
Morashá: Chanucá
Agência Judaica: Chanuká: Faça o Download Gratuito do material educativo desenvolvido pela Agência Judaica em parceria com as Escolas Judaicas em 2005. Chaguim Laktanim - CHANUKÁ - 20 páginas - Português.
Dissertação de mestrado/História Comparada/IH/UFRJ: Pluralidade e conflito. As revoltas judaicas e a ideologia do poder. Uma história comparada das Guerras Judaicas entre os II a.E.C. e I E.C.: Esta pesquisa se propõe a apresentar uma análise comparada das revoltas judaicas compreendidas nos anos 167 a.E.C. e 70 E.C. na Judéia, sob os governos dos selêucidas e romanos. Seu propósito será o de proporcionar um novo modelo de interpretação dos fatos ocorridos a partir de fontes primárias escritas pouco tempo depois das revoltas que sobreviveram até os nossos dias. Será estabelecida uma relação entre os eventos estudados com o intuito de identificar causas e desdobramentos que sejam concomitantes às duas revoltas, desenvolvendo assim um quadro comparativo para identificação dos fenômenos sócio-políticos que permeavam a Judéia durante o período estudado. O enfoque dado aos eventos perpassará, principalmente, na ênfase de que, durante o período das duas revoltas em questão, o judaísmo estava dividido em numerosas coalizões cuja tendência era a radicalização das normas em prol de uma afirmação de qual seria a verdadeira identidade judaica. Daí que os movimentos de resistência insurgidos durante as revoltas contra selêucidas e romanos foram expressão de constantes tensões socioculturais dentro do próprio judaísmo desde o momento em que sentiram sua existência ameaçada.
EB: Chanuká
EJ: Chanuká

sábado, 12 de novembro de 2016

Literatura Hebraica I (2016-2): Mudança de paradigma na pesquisa do Pentateuco

UFRJ – Faculdade de Letras
Disciplina Literatura Hebraica I (2016-2) – Trabalho final.

Observatório Bíblico (02/11/2016):  Mudança de paradigma na pesquisa do Pentateuco: A teoria clássica das fontes JEDP do Pentateuco, elaborada no século XIX por Hupfeld, Kuenen, Reuss, Graf e, especialmente, Julius Wellhausen (1844-1918), vem sofrendo sérios abalos, de forma que hoje os pesquisadores consideram impossível assumir, sem mais, este modelo como ponto de partida. O consenso wellhauseniano sobre o Pentateuco foi rompido. Lembro que o primeiro livro de Julius Wellhausen sobre o tema foi publicado em 1878 (Geschichte Israels) e o mais importante em 1883 (Prolegomena zur Geschichte Israels).
(...) Em 1976 e em 1977 apareceram os livros de Hans Heinrich Schmid (1937-2014) e de Rolf Rendtorff (1925-2014) sobre o mesmo assunto. H. H. Schmid chegou à conclusão de que o Pentateuco era o produto do movimento profético, assim como o era o livro do Deuteronômio, e de que o J deveria ser visto em estreita associação com a escola deuteronômica nos últimos anos da monarquia ou na época do exílio. Rolf Rendtorff não vê nenhuma conexão original entre Gênesis e Êxodo-Números, mas sim uma posterior costura deuteronomista ligando estas tradições. Donde se conclui que a ideia de fontes, tal como a J, deve ser abandonada, e que a formação do Pentateuco a partir de temas independentes é que deve ser pesquisada. 
crise do Pentateuco explodiu, então, em plena luz do dia e ninguém mais podia escapar da constatação de que a teoria clássica das fontes do Pentateuco, pelo menos em sua forma mais rígida, era insustentável.
Conferência na Staatsunabhängige Theologische Hochschule Basel (STH), sobre a mudança de paradigma na pesquisa do Pentateuco. A conferência, que ocorrerá em Basileia, na Suíça, contará com a presença de pesquisadores de universidades europeias, norte-americanas e israelenses. Data: 16-18 de março de 2017.
Chamo a atenção para a conferência como um recurso interessante para se observar o que está sendo debatido nesta área que, como sabemos, está passando por significativas mudanças desde meados da década de 70 do século XX. >>> Leia mais, clique aqui.


Veja mais:
CARNEIRO, Marcelo da Silva, OTTERMANN, Monika e FIGUEIREDO, Telmo José Amaral de (orgs.). Pentateuco: da formação à recepção. São Paulo: Paulinas, 2016.
Sinopse: Este livro é resultado do VII Congresso da ABIB (Associação Brasileira de Pesquisa Bíblia), realizado em 2016 na UMESP, com o tema: Pentateuco - da formação à recepção. Os textos das conferências principais de Jean-Louis Ska (Itália) e Thomas Römer (Suíça/França) abordam questões fundamentais da formação do Pentateuco e dos papéis nele atribuídos a Moisés.  Os demais textos reproduzem conferências de pesquisadores de diferentes regiões e instituições no Brasil e em outros países da América Latina. Aqui encontramos recortes como análises literárias e interdisciplinares de determinados textos e temas, bem como questões da recepção do material, dentro e para além da cultura judaica.  A obra reflete a preocupação da ABIB em promover a pesquisa bíblica da maneira mais ampla possível, e cremos que a fomentará decisivamente, pois reflete o que há de mais atual e relevante nas pesquisas sobre o Pentateuco.

Sinopse: O sentido dos textos bíblicos nem sempre é de imediata compreensão. É necessária certa familiaridade com a linguagem, a cultura e a mentalidade do Oriente Médio antigo. Sem uma preparação adequada e um esforço necessário de compreensão, muitos desses textos permanecem obscuros. Por isso, o autor pretende oferecer um instrumento para a leitura deles, partindo de algumas perguntas muito simples: Que é o Antigo Testamento? Quem escreveu os livros da Bíblia? Quem foi encarregado de reuni-los? Quem fez a escolha deles e segundo quais critérios? Por que alguns livros ficaram de fora? Qual a ordem cronológica em que foram compostos? Biblista de renome, Jean-Louis Ska conclui essa viagem de descoberta do Antigo Testamento com as seguintes palavras: "Permanece, agora, uma única coisa a ser feita: escolher um volume, abri-lo, habituar-se com o seu perfume, com o seu rosto e a sua forma, para se fazer íntimo, como com um amigo. Cada livro é um mundo e um convite à aventura. Vale, também, para os livros bíblicos".

Sinopse: O Pentateuco é um "canteiro sempre aberto", como demonstram os estudos bíblicos das últimas décadas.  Esta obra, do renomado biblista Jean-Louis Ska, compõe-se de duas partes interligadas e complementares. A primeira abrange seis capítulos e é dedicada ao estudo dos problemas de composição e de interpretação dos cinco livros que compõem o Pentateuco; a segunda descreve, ao longo de sete capítulos, os aspectos literários e teológicos presentes e subjacentes no texto bíblico do Pentateuco.  Trata-se de uma obra de referência para o estudo e a compreensão do projeto dos cinco primeiros livros da Bíblia. Muitas das pesquisas bíblicas sobre o Pentateuco e a análise narrativa dos textos bíblicos, desenvolvidas no Brasil, consideram atentamente as contribuições e, pode-se dizer, possuem a marca dos critérios e argumentos presentes nas obras do Prof. Jean-Louis Ska, que se tornaram obrigatórias e de referência para uma adequada e criteriosa abordagem dos textos bíblicos, particularmente do Pentateuco. 

DVDs de autoria de Rafael Rodrigues da Silva produzidos pela Paulus (2010)
Pentateuco: O Pentateuco é um conjunto de narrativas que trata da história do povo desde os grupos patriarcais até a caminhada rumo à terra prometida. Encontramos nesse conjunto os textos míticos sobre a criação da humanidade como uma forma de interpretar a realidade. As narrativas e textos míticos são costurados pelo grande conjunto de leis que direcionam a vida do povo. Neste DVD, vamos refletir sobre a formação desses livros, suas autorias, e começar a desvelar um dos principais enigmas da Bíblia. Material complementar: Leituras sobre o Pentateuco indicadas acima.

As Leis: Encontramos na Torá ou Pentateuco três códigos de leis: o Código da Aliança (Ex 19 - 24); o Código Deuteronômico (Dt 1 - 34) e o Código Levítico (Ex 25,1 - Nm 10,10). Em meio a estes códigos elaborados em momentos diferentes da história do povo de Israel encontramos leis antiquíssimas que reportam às experiências e à organização dos clãs e das tribos. A busca de paz, justiça e saúde eram preocupações que fundavam as leis e proporcionavam a sobrevivência do povo. Leis que nasceram sem datas, mas que marcaram a história, fundamentam a justiça de hoje e ficarão para a eternidade. Vamos desvelar mais um enigma da Bíblia: As Leis.
Material complementar: SOARES, Paulo Sérgio. Introdução ao estudo das leis na Bíblia. São Paulo: Paulinas, 2013.

Mitos: As narrativas das origens (Gn 1-11) são as mais visitadas e carregadas de interpretações em toda a Bíblia. Ao ler estes capítulos, nos deparamos com textos extremamente ocupados pela teologia moral, pela teologia dogmática e pela interpretação alegórica. A intenção aqui é demonstrar que estas narrativas se esmeram em olhar para o presente e para a realidade do povo. Os grupos que estão por trás das narrativas buscam ler o presente para dentro do passado e por isso não estão preocupados em descrever a história das origens na sua veracidade, mas sim demonstrar a real situação em que vivem. Vamos desvelar mais um enigma da Bíblia: Mitos.
Material complementar: Texto de autoria do Professor Emérito Manuel Antônio de Castro - FL/UFRJ (enviado por email/trabalhado em sala de aula). Versão atualizada em 13/09/2005. URL: http://travessiapoetica.blogspot.com.br/search?q=Leitura+e+os+textos

Material de apoio: Apostilas em 3 volumes de autoria da docente.

Coleção "Judaísmo e Cristianismo"