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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

17 de Tamuz 5774 e 9 de Av 5774


 15 de julho, 2014 – 17 de Tamuz 5774
As Três Semanas tem início 15 de julho de 2014

Este período entre os jejuns de 17 de Tamuz e 9 de Av inclui três semanas de luto pela destruição de Jerusalém e o exílio do povo judeu. [Leia mais…]

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 5 de agosto de 2014 – 9 de Av 5774

9 de Av é um dia de luto e jejum pela destruição do Templo Sagrado de Jerusalém e exílio do povo judeu. [Leia mais…]

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sábado, 14 de junho de 2014

FL/UFRJ: Especialização em Estudos Hebraicos e Judaicos - ano letivo de 2015

 

FL/UFRJ: Especialização em Estudos Hebraicos e Judaicos - ano letivo de 2015

O Departamento de Letras Orientais e Eslavas (FL/UFRJ), o Colegiado de Pós-Graduação e Pesquisa (FL/UFRJ) e a Congregação da Faculdade de Letras da UFRJ aprovaram a criação - ou melhor, a reativação - da Especialização de Estudos Hebraicos e Judaicos do Setor de Língua e Literatura Hebraicas (ano letivo de 2015 – arquivos em anexo). Segue para aprovação das demais instâncias universitárias da UFRJ. 
              
Faremos ampla divulgação no final do ano de 2014 (já com as datas de inscrição e o edital). A data provável de inscrição deve ser em janeiro de 2015. 

Período: março a dezembro de 2015
Horário e dias: 2as e 4as-feiras (turno da tarde)
Local: Faculdade de Letras/UFRJ (Campus: Ilha do Fundão)

Coordenação e Corpo docente

Número de Disciplinas: 6 disciplinas de 60 horas cada (4 créditos cada)
1 – Língua Hebraica Moderna
2 – Bíblia e Talmud: Língua e Literatura
3 - Literatura Israelense Moderna e Contemporânea
4 – Sionismo e Sociedade Israelense Contemporânea
5 – Judaísmo: Ética e Filosofia (Medievo ao Contemporâneo)
6 – As Diásporas Judaicas (Línguas e Literaturas)
Orientação: 02 disciplinas de 30 horas cada (2 créditos cada)

Informações: Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu FL/UFRJ

Setor de Língua e Literatura Hebraicas

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Shavuot 2014 / 5774

 

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Sefirát HaÔmer

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Aurora (08/05/2014): La trascendencia actual de la cuenta del Omer: Lo impresionante en el Omer -en los días de cuya cuenta nos encontramos-, está, justamente, en la misma ceremonia de mecer el Omer, que inicia la época de la cuenta y la cual fuimos ordenados a realizar en la parashá "Emor". Inmediatamente después de recordarnos la festividad de Pésaj, se nos recuerda en esta parashá el precepto que debe cumplir todo agricultor de llevar su primera cosecha de cebada al Cohen al día siguiente del primer día de la festividad. Es decir, en el punto máximo de la fiesta para la cual nos esforzamos tanto en sacar hasta la última migaja de jametz, deben ser llevados al Gran Templo de Jerusalén -el lugar más sagrado, en el cual fue ofrecido el sacrificio de Pésaj-, ¡montones y montones de granos de cebada! >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Projeto de Estudos Judaico-Helenísticos - PEJ

Projeto de Estudos Judaico-Helenísticos - PEJ - Home: Este é o site do Projeto de Estudos Judaico-Helenísticos - PEJ, dedicado ao estudo das interações culturais entre o judaísmo do Segundo Templo, o mundo helenístico tardio-romano e o Oriente em sentido amplo - bizantino, persa e árabe. Entre e conheça nosso trabalho.

Revista Eletrônica do Grupo Oracula de Pesquisas em Apocalíptica Judaica e Cristã

Revista Oracula: O Grupo Oracula articula professores, doutorandos e mestrandos da área da literatura bíblica, bem como da história da antiguidade, para estudo da apocalíptica judaica e cristã primitiva, com métodos da história da religião e da exegese bíblica.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Tu Bishvat: passado e presente

Aurora (09/01/2014): Pasado y Presente de Tu Bishvat: Tu Bishvat se menciona por primera vez en la Mishná, el código de la ley judía que data de alrededor de 200 dC. En ella, en el tratado Rosh Hashaná 1:1, el texto habla de cuatro nuevos años, todos los cuales están conectados a un antiguo ciclo de diezmos. Cada año, se esperaba que los israelitas den una décima parte de sus frutos al Templo de Jerusalén, donde eran ofrendados a Dios y también ayudaban a sostener la clase sacerdotal y a los pobres. El fruto de un año de diezmo no se podía utilizar para otro, los rabinos tenían que determinar cuándo una campaña agrícola comenzaría y terminaría. Eligieron el mes de Shvat como la fecha de corte, para esta época es cuando, en Israel, la savia comienza a correr y los árboles comienzan a despertar de su letargo invernal, antes de comenzar a dar sus frutos.Como Jánuca, Tu Bishvat es una fiesta post-bíblica, instituida por los rabinos. Sin embargo, la fiesta tiene raíces bíblicas. El sistema del diezmo en la que se basa se remonta a la Torá y a su profunda preocupación por los árboles, las cosechas, y el mundo natural, todos los cuales están en el corazón de Tu Bishvat. Comenzando con el árbol del conocimiento del bien y del mal en el Jardín del Edén hasta el final del mandato de Deuteronomio contra la destrucción de árboles frutales en tiempos de guerra, nuestro texto bíblico está lleno de árboles, tanto literal como metafóricamente. De hecho, la Torá misma se refiere a menudo como un etz jaim etz (árbol de la vida), basado en un pasaje en el libro de Proverbios. Aunque la celebración de Tu Bishvat tiene una historia larga y variada, el tema más comúnmente atribuido a la fiesta hoy en día es el medio ambiente. Se considera un festival de la naturaleza, lleno de asombro, alegría y agradecimiento por la creación de Dios en anticipación de la renovación del mundo natural. Durante este festival, los judíos recuerdan la obligación sagrada de cuidar el mundo de Dios, y la responsabilidad de compartir los frutos de la tierra de Dios con todos. Tu Bishvat cae a principios de la primavera en Israel, cuando las lluvias de invierno se retiran, y empiezan a florecer las rosas y flores blancas de los almendros. Es por esta razón que las almendras y otras frutas y frutos secos nativos de la tierra de Israel, como así también cebada, dátiles, higos, uvas, granadas, aceitunas y trigo se comen comúnmente durante Tu Bishvat. >>> Veja mais, clique aqui.

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

How to Study a Dead Sea Scrolls Text: A New Approach

How to Study a Dead Sea Scrolls Text: A New Approach: The Dead Sea Scrolls and the History of the Jewish Book: Prof. Lawrence Schiffman has just launched a new blog series on the topic of The Dead Sea Scrolls and the History of the Jewish Book. The first post is at http://lawrenceschiffman.com/the-dead-sea-scrolls-and-the-history-of-the-jewish-book-introduction/ and http://www.youtube.com/watch?v=n_9VS6ld51g

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O novo templo e a aliança sacedortal da comunidade de Qumran: Desde sua construção no tempo do rei Salomão, o Templo de Jerusalém foi pedra angular do Javismo do Sul e, por conseguinte, do Judaísmo do Segundo Templo. O Pensamento do Templo, baseado nas regras de pureza e impureza dentro do espaço e tempo sagrados com as quais se orientava a vida sacerdotal, expandir-se-á de modo vigoroso nesse período com o crescimento da importância e centralidade do santuário hierosolimita na sociedade pós-exílica. Ao mesmo tempo, a valorização do sacerdócio estava em seu auge. O sumo sacerdote foi, desde o retorno de Babilônia, o chefe religioso e político da nação judaica até a ascensão de Salomé Alexandra ao trono no primeiro século a.C., função que lhe seria restituída com a queda da dinastia herodiana na Judéia. Por volta do século II a.C., uma comunidade fundada e liderada por sacerdotes, conhecida atualmente como Comunidade de Qumran, isolou-se da sociedade circundante, objetivando seguir uma estrita observância das regras sacerdotais de pureza. Em seu centro no deserto da Judéia, na região de Qumran próxima ao Mar Morto, seus membros produziram e guardaram manuscritos através dos quais basearam e constituíram sua organização peculiar. Esses manuscritos são denominados Manuscritos do Mar Morto ou, mais especificamente, Manuscritos de Qumran. Entre eles estão o Rolo (ou Pergaminho) do Templo, a Regra da Comunidade e o Documento de Damasco, fontes de interpretação bíblica e de normas comunitárias que os guiaram, enquanto aguardavam o tempo do fim, quando os sacerdotes da Comunidade seriam finalmente reinvestidos de seu poder no Templo purificado. E é baseando-nos nesses três documentos que elaboramos nossa tese ao analisar os discursos veiculados pela liderança comunal, os quais visavam à constituição de uma sociedade sacerdotal, moldada em uma interpretação radical das Escrituras e do mundo. >>> Leia mais, clique aqui. (Ver no site da Editora Humanitas da USP dois lançamentos da autora sobre os Manuscritos do Mar Morto, mais especificamente sobre os Manuscritos de Qumran.)
Manuscritos da fé
Manuscritos da fé: Curador das relíquias descobertas no Mar Morto vem ao Rio para falar sobre lições de espiritualidade