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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 18 de outubro de 2014

Derás: o debate sobre a definição e aplicação do termo nos estudos exegéticos do século XX

Resumo: No último século, os exegetas cristãos, para obter uma compreensão mais profunda dos escritos neotestamentários, despertaram progressivamente para a necessidade de conhecer as fontes, práticas e características da exegese judaica (do período do Segundo Templo e do período Rabínico). Esta mudança de perspectiva fez com que a exegese cristã entrasse em diálogo com o derás, a hermenêutica própria do judaísmo. Neste artigo apresentamos a complexa questão da definição e da distinção dos dois termos: derás e midrás. Seguimos o caminho histórico percorrido pelos exegetas cristãos quanto à compreensão e à aplicação dos dois termos. Enfocamos, de modo particular, o debate sobre a compreensão do midrás/derás enquanto gênero literário específico (Wright) ou método exegético e hermenêutico (Bloch; Díez Macho; Le Déaut; etc).

O diálogo nas Tradições Judaica e Cristã. A Igreja Católica e os Judeus, um diálogo em construção

Resumo: O autor apresenta sua visão sobre quais fatores que levaram a Igreja ao diálogo com os judeus, após uma história marcada pelo domínio católico e a perseguição ao povo judeu. Expõe também algumas contribuições judaicas bíblicas ao tema, tais como a técnica de debate/estudo chamada de pilpul e o conteúdo de extensos debates encontrados no Talmude, que demonstram o lugar central que o diálogo e a indagação filosófica têm no Judaísmo. Acrescenta também aportes contemporâneos judaicos ao pensamento universal, através da filosofia desenvolvida pelo pensador judeu Martin Buber, corroborando o lugar central e ininterrupto do diálogo no Judaísmo desde seu nascimento. Ao longo da apresentação são feitas ligações com a Declaração Nostra Aetate, como posicionamento chave da Igreja no tema do diálogo com os judeus, bem como os “10 Pontos de Seelisberg” e os “12 Pontos de Berlim”, resultado da interação entre cristãos e judeus após o Holocausto.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Sucot – Shemini Atzeret e Simchát Torá 2014/5775

 

Sucot este ano [2014] começa em 08/10 (4ª-f à noite) e termina em 15/10 (4ª-f).

Shemini Atzeret e Simchát Torá são dois Chaguim que se seguem imediatamente à Sucot, ou podemos dizer que são como o oitavo e nono dias de Sucot. Este ano [2014], Shemini Atzeret começa em 15/10 (4ª-f à noite) e segue até 16 de outubro (5ª-f) e Simchát Torá começa em 16/10 (5ª-f à noite) e segue até 17 de outubro (6ª-f).

Veja mais:

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Iom Kipur 5775: Gmar Chatimá Tová

 

Véspera de Iom Kipur 9 de Tishrei – 03/10/2014
Iom Kipur 10 de Tishrei – 04/10/2014

Gmar Chatimá Tová e um bom jejum!
Que sejamos todos assinados no Livro da Vida com muita saúde, paz, alegrias e boas realizações.

GMAR CHATIMÁ TOVÁ!
Conta-se sobre o Rabi Levi Yitzchak de Berditchev Z"L que, nos anos em que Yom Kipur acontecia no dia de Shabat, ele costumava ficar muito tranquilo. O motivo para tal é que, como se sabe, no Shabat é proibido escrever, ou seja, é uma transgressão do Shabat. Isso só é permitido em situações de "Pikuach Nefesh" (para salvar uma vida). Portanto, quando é assim, isto é, Yom Kipur no Shabat, o Eterno só pode inscrever-nos no "Livro da Vida", já que trata-se de "Pikuach Nefesh". Para lidar com a "morte", por outro lado, é claro que Ele não escreverá em Seu livro, pois é proibido escrever no Shabat.

Teremos o mérito, com a graça de Hashem, de obter Gmar Chatimá Tová, e que todos os grandes desejos de nossos corações sejam concretizados para o bem e Leshem Shamaim, amén!

Fonte: Boletim Hashavua Ano4_163edª do Colégio TTH Bar-Ilan, em 02/10/2014.

  
Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.
  
Veja mais:

sábado, 20 de setembro de 2014

Rosh Hashaná / Shaná Tová 5775




24 (ao entardecer), 25 e 26 de setembro, 2014
1 e 2 de Tishrei 5775

O Ano Novo judaico é o Dia do Julgamento, quando D'us determina o destino de cada um para o ano que se inicia. Parte principal do serviço de Rosh Hashaná é o toque do shofar, o chifre de carneiro, que desperta as pessoas para o arrependimento. [Leia mais…]

O que é celebrado em Rosh Hashaná?
Rosh Hashaná, celebrado nos dois primeiros dias do mês de Tishrê, comemora o sexto Dia da Criação do mundo, quando o homem foi criado por D’us. Rosh Hashaná é um dia em que judeus refletem sobre o ano e tomam boas resoluções para o futuro. O dia é também chamado de Yom HaZikaron (O Dia da Lembrança) e Yom HaDin (O Dia do Julgamento). Mas esta festa é mais conhecida como Rosh Hashaná – a Cabeça do Ano. (Morashá)

  
Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.
  
Veja mais:

domingo, 31 de agosto de 2014

Terror do EI ameaça acabar com idioma de Jesus

Veja on-line (31/08/2014): Terror do EI ameaça acabar com idioma de Jesus Cristo: Não só os cristãos iraquianos estão correndo risco de vida. O aramaico falado por parte deles, uma das línguas vivas mais antigas do mundo, corre sério risco de desaparecer, vítima da insanidade irracional dos extremistas sunitas. >>> Leia mais, clique aqui.

Rosh Chodesh de Elul 5774



Quarta-feira, 27 Agosto, 2014 - 1 Elul, 5774
Rosh Chodesh de Elul


Em Elul, um mês antes, a chegada de Rosh Hashaná é anunciada pelo som do Shofar. O costume de tocar o shofar desde o primeiro dia de Elul vem desde os dias de Moisés, segundo nossos sábios. O shofar é tocado a cada manhã, durante todos os dias da semana, exceto no shabat e na véspera de Rosh Hashaná. O toque do shofar durante Elul visa despertar os judeus espiritualmente e prepará-los para Rosh Hashaná, o Dia do Julgamento.
  

Dica de Leitura
BISTRITSKY, Shmuel. Yahaduton. Um guia prático e contemporâneo para a vida judaica. O mês de Elul e as festas de Tishrei. Yahaduton e Le Dorot Publishing: Kfar Chabad, Israel, 2013.

  


Sugestão de link

quinta-feira, 10 de julho de 2014

17 de Tamuz 5774 e 9 de Av 5774


 15 de julho, 2014 – 17 de Tamuz 5774
As Três Semanas tem início 15 de julho de 2014

Este período entre os jejuns de 17 de Tamuz e 9 de Av inclui três semanas de luto pela destruição de Jerusalém e o exílio do povo judeu. [Leia mais…]

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 5 de agosto de 2014 – 9 de Av 5774

9 de Av é um dia de luto e jejum pela destruição do Templo Sagrado de Jerusalém e exílio do povo judeu. [Leia mais…]

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Shavuot 2014 / 5774

 

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Sefirát HaÔmer

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Aurora (08/05/2014): La trascendencia actual de la cuenta del Omer: Lo impresionante en el Omer -en los días de cuya cuenta nos encontramos-, está, justamente, en la misma ceremonia de mecer el Omer, que inicia la época de la cuenta y la cual fuimos ordenados a realizar en la parashá "Emor". Inmediatamente después de recordarnos la festividad de Pésaj, se nos recuerda en esta parashá el precepto que debe cumplir todo agricultor de llevar su primera cosecha de cebada al Cohen al día siguiente del primer día de la festividad. Es decir, en el punto máximo de la fiesta para la cual nos esforzamos tanto en sacar hasta la última migaja de jametz, deben ser llevados al Gran Templo de Jerusalén -el lugar más sagrado, en el cual fue ofrecido el sacrificio de Pésaj-, ¡montones y montones de granos de cebada! >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Projeto de Estudos Judaico-Helenísticos - PEJ

Projeto de Estudos Judaico-Helenísticos - PEJ - Home: Este é o site do Projeto de Estudos Judaico-Helenísticos - PEJ, dedicado ao estudo das interações culturais entre o judaísmo do Segundo Templo, o mundo helenístico tardio-romano e o Oriente em sentido amplo - bizantino, persa e árabe. Entre e conheça nosso trabalho.

Revista Eletrônica do Grupo Oracula de Pesquisas em Apocalíptica Judaica e Cristã

Revista Oracula: O Grupo Oracula articula professores, doutorandos e mestrandos da área da literatura bíblica, bem como da história da antiguidade, para estudo da apocalíptica judaica e cristã primitiva, com métodos da história da religião e da exegese bíblica.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Tu Bishvat: passado e presente

Aurora (09/01/2014): Pasado y Presente de Tu Bishvat: Tu Bishvat se menciona por primera vez en la Mishná, el código de la ley judía que data de alrededor de 200 dC. En ella, en el tratado Rosh Hashaná 1:1, el texto habla de cuatro nuevos años, todos los cuales están conectados a un antiguo ciclo de diezmos. Cada año, se esperaba que los israelitas den una décima parte de sus frutos al Templo de Jerusalén, donde eran ofrendados a Dios y también ayudaban a sostener la clase sacerdotal y a los pobres. El fruto de un año de diezmo no se podía utilizar para otro, los rabinos tenían que determinar cuándo una campaña agrícola comenzaría y terminaría. Eligieron el mes de Shvat como la fecha de corte, para esta época es cuando, en Israel, la savia comienza a correr y los árboles comienzan a despertar de su letargo invernal, antes de comenzar a dar sus frutos.Como Jánuca, Tu Bishvat es una fiesta post-bíblica, instituida por los rabinos. Sin embargo, la fiesta tiene raíces bíblicas. El sistema del diezmo en la que se basa se remonta a la Torá y a su profunda preocupación por los árboles, las cosechas, y el mundo natural, todos los cuales están en el corazón de Tu Bishvat. Comenzando con el árbol del conocimiento del bien y del mal en el Jardín del Edén hasta el final del mandato de Deuteronomio contra la destrucción de árboles frutales en tiempos de guerra, nuestro texto bíblico está lleno de árboles, tanto literal como metafóricamente. De hecho, la Torá misma se refiere a menudo como un etz jaim etz (árbol de la vida), basado en un pasaje en el libro de Proverbios. Aunque la celebración de Tu Bishvat tiene una historia larga y variada, el tema más comúnmente atribuido a la fiesta hoy en día es el medio ambiente. Se considera un festival de la naturaleza, lleno de asombro, alegría y agradecimiento por la creación de Dios en anticipación de la renovación del mundo natural. Durante este festival, los judíos recuerdan la obligación sagrada de cuidar el mundo de Dios, y la responsabilidad de compartir los frutos de la tierra de Dios con todos. Tu Bishvat cae a principios de la primavera en Israel, cuando las lluvias de invierno se retiran, y empiezan a florecer las rosas y flores blancas de los almendros. Es por esta razón que las almendras y otras frutas y frutos secos nativos de la tierra de Israel, como así también cebada, dátiles, higos, uvas, granadas, aceitunas y trigo se comen comúnmente durante Tu Bishvat. >>> Veja mais, clique aqui.

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