Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Translate

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Diálogo inter-religioso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diálogo inter-religioso. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Prosseguir no diálogo judaico-cristão. Sobre o diálogo judaico-cristão nos 50 anos da Nostra Aetate

V Simpósio Internacional de Teologia PUC-Rio
26 a 28 de maio de 2005

Comunicações - Dia 26/05 --- 14:45 às 16:30 h
GT 07 - Ecumenismo, e diálogo inter-religioso: conquistas e desafios para a Igreja – (local: Amex)
Coordenadoras: Profª. Drª Maria Teresa Cardoso e a Profª. Drª Francilaide de Queiroz Ronsi.

1. Hospitalidade Inter-religiosa em Claudio Monge - Jeferson Ferreira Rodrigues (Mestrando em Teologia Sistemática / PUC-RS).
2. Teologia hermenêutica e pluralismo religioso em Claude Geffré - Tiago de Fraga Gomes (Mestrando em Teologia Sistemática / PUC-RS).
5. Prosseguir no diálogo judaico-cristão. Sobre o diálogo judaico-cristão nos 50 anos da Nostra Aetate - Maria Teresa de Freitas Cardoso (Doutorado em Teologia / PUC-Rio).

Comunicações - Dia 27/05 – 14: 45 às 16:30 h.
GT 07 - Ecumenismo, e diálogo inter-religioso: conquistas e desafios para a Igreja – (local: Amex)
Coordenadoras: Profª. Drª Maria Teresa Cardoso e a Profª. Drª Francilaide de Queiroz Ronsi.

1. Ecumenismo e o diálogo das religiões na perspectiva de Andrés Torres Queiruga  - José Aguiar Nobre (Doutorando em Teologia / PUC-Rio).
3. A participação dos não-católicos no Concílio Vaticano II 
- Jansen Racco Botelho de Melo ( Doutorando em Teologia / PUC-Rio).
5. O Concílio Vaticano II e diálogo inter-religioso: os avanços na busca por um novo paradigma teológico - Francilaide de Queiroz Ronsi (Pós-doutoranda em Ciências da Religião / UNICAP - Bolsista da CAPES).
6. Teologia da Compaixão: uma proposta para o diálogo inter-religioso - Irênio Silveira Chaves (Doutorado em Teologia / PUC-Rio).

Veja mais:

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

50 anos da declaração Nostra Aetate


50 anos da declaração Nostra Aetate


Em 1962, o Papa João XXIII inaugurou o Concílio Vaticano II, iniciando um processo que levaria a uma verdadeira revolução nas relações entre a Igreja e a comunidade judaica internacional. Em 1965, o Concílio terminou, e a declaração Nostra Aetate foi publicada. >>> Leia mais em 50 anos da declaração Nostra Aetate

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Rabino Abraham Skorka: "Um exemplo de diálogo profundo e de espiritualidade" (entrevista)

Entrevista com o Rabino Abraham Skorka publicada no Jornal “O Globo”, dia 18/07/2013, p.12.
Veja mais:

  • Globonews (14/07/2013): Entrevista com o rabino Abraham Skorka e exibe o encontro do rabino com o Papa Francisco.
  • Concordo contigo, ainda que discorde: razões para o diálogo inter-religioso
  • Bom Dia São Paulo (16/07/2013): Rabino está ansioso para conhecer o novo Papa: Após o debate entre o cardeal Dom Odilo Scherer e o rabino Michel Schlesinger, promovido em 10 de julho pela Conib e pela Comissão Nacional de Diálogo Religioso Católico-Judaico da CNBB, a Globo e a Band entrevistaram Schlesinger para saber de sua expectativa em relação à visita do papa Francisco. “Ele sem dúvida nenhuma tem todas as possibilidades de fazer com que católicos e judeus se aproximem, se respeitem, se engajem num diálogo fraterno”, disse esta manhã o rabino ao programa Bom Dia SP.  A disposição para o diálogo ecumênico é uma característica do papa, elogiada por representantes de outras religiões, afirmou o âncora do Jornal da Band, Ricardo Boechat, na edição desta segunda-feira, 15 de julho. “A religião pode ensinar às pessoas o respeito pelo outro, ver no outro a oportunidade de aprender”, afirmou Schlesinger à Band.  O rabino, da Congregação Israelita Paulista, é o representante da Conib para o diálogo inter-religioso. A matéria do repórter Henri Karam menciona o livro “Sobre o Céu e a Terra”, escrito pelo então cardeal Jorge Mario Bergoglio em parceria com o rabino argentino Abraham Skorka.
  • CONIB (27/05/2013): Revista Veja entrevista rabino amigo do papa

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O ATO DE COMPREENDER: Uma ontologia do diálogo na hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer

O ATO DE COMPREENDER: Uma ontologia do diálogo na hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer

Ana Maria Zinsly Calmon

Tese de doutorado em Ciência da Religião (UFJF)

Datada da defesa: 11/08/2008.

Resumo: O presente trabalho apresenta uma reconstrução da hermenêutica dentro de um paradigma historiográfico com o objetivo de destacar a especificidade da hermenêutica filosófica. Contempla o acontecer da verdade na arte e na existência a partir da concepção que Gadamer elabora em Verdade e Método; e analisa, através do fio condutor da linguagem, o compreender na relação dialógica. Como último, defende em modo assertivo, a possibilidade da hermenêutica gadameriana fornecer bases filosóficas para um diálogo inter-religioso.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O que une e o que divide cristãos e judeus

IHU (15/01/2010)

  • O que une e o que divide cristãos e judeus: "Espero que, com essa visita, as relações com os judeus melhores, vistos os problemas que existem aqui na Itália por causa de uma sensibilidade particular, e espero que seja um sinal de que o diálogo avança". O cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo, encontrou nesta quarta-feira alguns jornalistas por ocasião da visita do Papa à sinagoga de Roma, no domingo. Teólogo notável e pastor confiável, o prelado alemão, que também é titular do dicastério vaticano para o ecumenismo, construiu nestes anos com o mundo judeu uma sólida relação pessoal. A reportagem é de Marco Burini, publicada no jornal Il Foglio, 14-01-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A história da recepção da Bíblia hebraica no Corão: possibilidades do diálogo inter-religioso a partir das fontes

Estudos de Religião, Vol. 22, No 35 (2008)

A história da recepção da Bíblia hebraica no Corão: possibilidades do diálogo inter-religioso a partir das fontes

Renatus Porath

Resumo: O processo de recepção da Bíblia hebraica no Corão revela movimentos de aproximação e de distanciamento, ora evidenciando dependência – senão da fonte escrita ao menos da tradição oral – ora marcando posição própria a partir da experiência religiosa do profeta árabe. O elemento profético, próprio das três comunidades monoteístas, tem sua origem no antigo Israel. A religião profética, entendida como religião de resistência, serve de porta de entrada para proceder o estudo comparativo entre a profecia israelita e a profecia árabe. Surpreendentes pontos de encontro podem ser detectados, mas também o peculiar das duas vertentes proféticas ganha relevância. A recepção da Bíblia hebraica, ou melhor, de alguns de seus temas em suratas corânicas, ocorre no século VII da nossa era, um mundo permeado de uma cosmovisão gnóstica, determinando a leitura de temas e tradições. A narrativa de Abraão, examinada neste artigo, revela uma interessante dinâmica de interdependência na literatura que teve sua origem na Bíblia hebraica. Tradições sobre Abraão no Corão, por exemplo, pressupõem conhecimento da narrativa de Gênesis e de materiais recolhidos no Talmude. Ao verter-se a narrativa para o árabe, acontece um novo momento de releitura no encontro com o novo público. Esse produto final, ou parte dele, pode circular novamente na comunidade judaica, como o parece evidenciar uma passagem na literatura rabínica. O diálogo tenso entre o profeta árabe e a comunidade judaica em Medina também marcou a história da recepção; procura-se entender as posições diante de outro, assumidas nessas referências corânicas, a partir do contexto histórico do surgimento da comunidade islâmica primitiva.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Argentina: criada Organização Judaica para Diálogo Interconfessional

Zenit (11/11/2009): Argentina: criada Organização Judaica para Diálogo Interconfessional: Um grupo de especialistas em diálogo inter-religioso decidiu constituir a Organização Judaica para o Diálogo Interconfessional (OJDI) na Argentina. Este novo projeto institucional – informa a Zenit seu presidente, Mario Burman – “estabelecerá contato com pessoas, agrupações de diálogo inter-religioso e, fundamentalmente, com os setores mais amplos da sociedade”. Da mesma forma, “difundirá as bases que caracterizam o judaísmo: sua história, religião, cultura, sistemas educativos, tradições e ritos”. Promoverá também “um melhor conhecimento entre as diversas comunidades de fé e seus integrantes, de forma individual ou coletiva, destacando os traços positivos que as unem, especialmente entre as diversas comunidades religiosas pertencentes à tradição monoteísta”. A organização promoverá e realizará – de forma individual e/ou em colaboração com outras entidades afins – todo tipo de atividades que tendam à concreção dos objetivos propostos. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 4 de outubro de 2009

O Papa e os amigos judeus. Tão próximos, tão distantes

IHU (04/10/2009)

  • O Papa e os amigos judeus. Tão próximos, tão distantes: Bento XVI visitará proximamente a sinagoga de Roma. Mas quanto mais avança o diálogo entre os dois credos, mais se reconhecem distantes. Uma prova: o Kippur. Para os judeus é a festa mais importante do ano, para os cristãos se identifica com Jesus. Duas análises opostas em debate: a de um rabino e a de um teólogo católico. A reportagem é de Sandro Magister e está publicada no sítio italiano Chiesa, 25-09-2009. A tradução é do Cepat. Às vésperas do Ano Novo judaico, que este ano se celebra no dia 19 de setembro, Bento XVI enviou ao rabino-chefe de Roma, Riccardo Di Segni, um telegrama de felicitações e de amizade. Nele confirmou que irá visitar em breve a sinagoga de Roma, “animado pelo vivo desejo de manifestar minha pessoal proximidade e a de toda a Igreja católica” à comunidade judaica. Esta será a terceira sinagoga que Bento XVI irá visitar, depois da de Colônia em agosto de 2005 e a de Park East em Nova York em abril de 2008. Antes dele, João Paulo II havia visitado a sinagoga de Roma em 13 de abril de 1986. Por estes dias se deu também um renovado gesto de amizade entre os judeus e a Igreja católica italiana. Em 22 de setembro, o cardeal Angelo Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal, se reuniu com os rabinos Di Segni e Giuseppe Laras, este último presidente da Assembleia Rabínica da Itália. E juntos decidiram retomar a celebração comum do Dia de Reflexão Judeu-cristão de 17 de janeiro, do qual os judeus se recusaram a participar da última vez, por causa das incompreensões decorrentes do caso Williamson. O tema do próximo Dia de Reflexão comum será o quarto mandamento na numeração judaica: “Lembre-se do Sábado para santificá-lo”. O Ano Novo, Rosh Ha Shanah, abre o ciclo das festas judaicas de outono. É seguido pelo Yom Kippur e a festa de Sukkot. O Yom Kippur, o Dia da Expiação, é a festa mais importante de todo o ano litúrgico judaico. Este ano cai no dia 28 de setembro, terceiro e último dia da visita que Bento XVI começou à República Checa. Na opinião do rabino Di Segni, a festa do Kippur não apenas expressa o coração da fé judaica, mas também reflete as “diferenças inconciliáveis” entre esta e a fé cristã. Os símbolos do Kippur, de fato – o Sumo Sacerdote, o Templo, o Sacrifício, o bode expiatório, a eliminação das culpas – assumiram no cristianismo um significado inteiramente novo. Di Segni explicou o significado judaico da festa e sua inconciliabilidade com a fé cristã em um artigo publicado no ano passado na primeira página do L’Osservatore Romano, por ocasião da festa anterior do Kippur. Mas, na sequência, o L’Osservatore Romano dedicou um espaço também ao outro lado da questão. Ou seja, a como o Novo Testamento revoluciona os símbolos do Kippur. O texto neotestamentário chave é a Carta aos Hebreus. Nela, o novo e definitivo Dia da Expiação é o sacrifício do Cristo na cruz. O autor da análise publicada pelo L’Osservatore Romano é um sacerdote e biblista africano, Christopher Robert Abeynaike, monge cisterciense, que desenvolveu sua tese de doutorado em Sagradas Escrituras sobre o mesmo tema, no Pontifício Instituto Bíblico, em 2008. Sua análise é muito douta, mas também de rara clareza. E evidencia o vínculo essencial que a Carta aos Hebreus estabelece entre o sacrifício de Cristo, a última ceia e a liturgia eucarística. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 26 de julho de 2009

Cristãos e Judeus

Cristãos e Judeus: Esta página web traz principalmente traduções ao português de artigos que foram publicados em outras línguas sobre o relacionamento cristão-judaico, e outros assuntos. Responsável para esse site é Pedro von Werden SJ, este que também faz as traduções.


Veja mais:

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Três grandes ironias da viagem do Papa à Terra Santa

IHU (21/05/2009): Três grandes ironias da viagem do Papa à Terra Santa: Depois do ato mais exigente e delicado do seu papado – uma semana extenuante que viu o pontífice de 82 anos fazer 28 discursos enquanto visitava a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinos – seria terrivelmente simplista oferecer um resumo escolar, mas aqui vamos nós mesmo assim: Bento XVI recebe um A pelo esforço e um B pela execução. A análise é de John L. Allen Jr., publicada no sítio National Catholic Reporter, 15-05-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.


Veja mais:

Zenit (20/05/2009)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Bento XVI apelou a diálogo "sincero" entre religiões

Diário de Notícias (Portugal, em 12/05/2009)


Veja mais:

MFA


Último Segundo (Especial Papa no OM)