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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Manuscritos da fé: Curador das relíquias descobertas no Mar Morto vem ao Rio para falar sobre lições de espiritualidade

Matéria no jornal O Globo (sábado, 27/07/2013), página 27. >>> Versão on-line, clique aqui.
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O novo templo e a aliança sacedortal da comunidade de Qumran



Autora: Clarisse Ferreira da Silva
USP - História Social (tese de doutorado)
Banca examinadora: Falbel, Nachman (Presidente), Chwarts, Suzana, Dobroruka, Vicente, Carlos Rodrigues Alvarez, Leftel, Ruth, Pondé, Luiz Felipe de Cerqueira e Silva.
Palavras-chave em português: História antiga de Israel, Interpretação bíblica, Judaísmo do Segundo Templo, Manuscritos do Mar Morto, O Rolo do Templo.
Resumo em português: Desde sua construção no tempo do rei Salomão, o Templo de Jerusalém foi pedra angular do Javismo do Sul e, por conseguinte, do Judaísmo do Segundo Templo. O Pensamento do Templo, baseado nas regras de pureza e impureza dentro do espaço e tempo sagrados com as quais se orientava a vida sacerdotal, expandir-se-á de modo vigoroso nesse período com o crescimento da importância e centralidade do santuário hierosolimita na sociedade pós-exílica. Ao mesmo tempo, a valorização do sacerdócio estava em seu auge. O sumo sacerdote foi, desde o retorno de Babilônia, o chefe religioso e político da nação judaica até a ascensão de Salomé Alexandra ao trono no primeiro século a.C., função que lhe seria restituída com a queda da dinastia herodiana na Judéia. Por volta do século II a.C., uma comunidade fundada e liderada por sacerdotes, conhecida atualmente como Comunidade de Qumran, isolou-se da sociedade circundante, objetivando seguir uma estrita observância das regras sacerdotais de pureza. Em seu centro no deserto da Judéia, na região de Qumran próxima ao Mar Morto, seus membros produziram e guardaram manuscritos através dos quais basearam e constituíram sua organização peculiar. Esses manuscritos são denominados Manuscritos do Mar Morto ou, mais especificamente, Manuscritos de Qumran. Entre eles estão o Rolo (ou Pergaminho) do Templo, a Regra da Comunidade e o Documento de Damasco, fontes de interpretação bíblica e de normas comunitárias que os guiaram, enquanto aguardavam o tempo do fim, quando os sacerdotes da Comunidade seriam finalmente reinvestidos de seu poder no Templo purificado. E é baseando-nos nesses três documentos que elaboramos nossa tese ao analisar os discursos veiculados pela liderança comunal, os quais visavam à constituição de uma sociedade sacerdotal, moldada em uma interpretação radical das Escrituras e do mundo. >>> Leia mais, clique aqui.

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Israel Finkelstein, “Archaeology as a High Court in Ancient Israelite History: A Reply to Nadav Na’aman”

Journal of Hebrew Scriptures - Volume 10: Article 19 (2010)

Israel Finkelstein, “Archaeology as a High Court in Ancient Israelite History: A Reply to Nadav Na’aman”
Abstract: This is a rejoinder to N. Na'aman, "Does Archaeology Really Deserve the Status of A ‘High Court’ in Biblical and Historical Research?," B. Becking and L.L. Grabbe (eds.) Between Evidence and Ideology (OtSt, 59; Leiden: Brill, 165–183) that claims that although archaeological evidence can be fragmentary and may be misinterpreted, when solid data from well-excavated sites is compared to assumptions regarding the nature of biblical texts and their date of compilation, the former should prevail, at least until tested by new archaeological evidence or extra-biblical texts.


To access the article directly please go to:

http://www.arts.ualberta.ca/JHS/Articles/article_147.pdf


Several new reviews have been published by the end of 2010:

  • Blum, Erhard, Textgestalt und Komposition: Exegetische Beitrüge zu Tora und Vordere Propheten (ed. Wolfgang Oswald; FAT, 69; Tübingen: Mohr Siebeck, 2010). (Reviewed by David M. Carr)
  • Brueggemann, Walter, Divine Presence amid Violence (Eugene, Ore.: Cascade, 2009). (Reviewed by Richard Hess)
  • Contreras, Elvira Martín, and Guadalupe Seijas de los Ríos-Zarzosa, Masora: La transmisión de la tradición de la Biblia Hebrea (Instrumentos para el estudio de la Biblia, 20; Estella [Navarra]: Verbo Divino, 2010). (Reviewed by Aaron D. Rubin)
  • Stuckenbruck, Loren T., 1 Enoch 91–108 (Commentaries on Early Jewish Literature; Berlin: de Gruyter, 2007). (Reviewed by Anke Dorman)
  • Van Wolde, Ellen, Reframing Biblical Studies: When Language and Text Meet Culture, Cognition, and Context (Winona Lake, Ind.: Eisenbrauns, 2009). (Reviewed by Anthony R. Pyles)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Batalhas da Bíblia: uma História Militar do Antigo Israel

Batalhas da Bíblia: uma História Militar do Antigo Israel

Chain Herzog e Mordechai Gichon

Narrado com detalhes claros, a explicação militar da Bíblia percorre um grande período - desde a invasão de Canaã pelos israelitas sobre o comando de Josué até a conquista do reino por Davi e Salomão, entre outras. Tais batalhas são fundamentais para o entendimento dos eventos da época, quando a luta por independência e sobrevivência ofuscavam todos os outros aspectos da vida diária.

O livro Batalhas da Bíblia é uma obra fascinante e valiosa - não apenas pela sua análise detalhada dos relatos bíblicos, mas também por seus insights em sua ampla e contínua relevância - que leva em consideração pesquisas históricas e arqueológicas atuais, assim como tendências modernas em conhecimento.

Batalhas da Bíblia é, sem dúvidas, um instrumento fundamental para a compreensão do milenar conflito que subsiste na Terra Santa, e para o entendimento das origens da nossa civilização.



sábado, 13 de novembro de 2010

Variações sobre a vida após a morte: desenvolvimentos de uma crença no Judaísmo do Segundo Templo

Variações sobre a vida após a morte: desenvolvimentos de uma crença no Judaísmo do Segundo Templo

Elizangela Aparecida Soares

Dissertação de mestrado em Ciências da Religião (Universidade Metodista de São Paulo)

Data da defesa: 17/05/2006.

Resumo: A expectativa sobre o que acontece a uma pessoa após sua morte circunda a imaginação humana desde tempos muito antigos. Por este motivo, não poucos sistemas religiosos buscaram e ainda buscam dar uma resposta sobre o que uma pessoa pode esperar para além de sua morte. Esta resposta por vezes reflete as situações vivenciadas no cotidiano, de modo que expectativas de justiça, descanso e felicidade, entre outras, estão no centro da esperança de existência depois da vida no mundo como o temos. Mas como idéias, crenças e épocas são sempre diversas, escolhemos o campo imagético judaico para acompanhar suas elaborações e desenvolvimentos das suas noções de vida após a morte. Desta maneira, tencionamos observar algumas sutilezas que permeiam o aparecimento desta crença no Judaísmo do Segundo Templo e de que modo ela e suas reformulações responderam a certos anseios dos que recorreram às suas sugestões, o que fazemos trazendo para este campo também as crenças de outros povos/culturas com os quais Israel manteve contado ao longo de alguns períodos de sua história. Ao procedermos assim, estamos pressupondo uma troca de elementos religioso-culturais que, relidos à luz de expectativas próprias, tenham propiciado ao Judaísmo do Segundo Templo uma gama de conceitos e opções que não estava disponível na época mais antiga.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

História social do antigo Israel

História social do antigo Israel

Rainer Kessler

Editora Paulinas (2010)

Sinopse: A obra introduz o leitor na História Social de uma região que nos é estranha e conhecida ao mesmo tempo, por causa das tradições bíblicas. O interesse do autor encontra-se, sobretudo, na explicação da estrutura social do povo do antigo Israel, ou seja, em vez de olhar, exclusivamente, para os maiores acontecimentos políticos e, com isso, para a elite da sociedade, ele estuda, sobretudo, a convivência entre as pessoas comuns e a luta do povo simples por sua sobrevivência. Assim, perpassa mais do que mil anos de história: ao começar com o período das tribos israelitas, a partir do século XII a.C., estende sua pesquisa até a época do helenismo. A obra é inovadora. Ainda não temos maiores pesquisas sobre a história social do antigo Israel publicadas no Brasil.



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Livro chama povo judeu de "invenção"

Último Segundo (24/11/2009): Livro chama povo judeu de "invenção": Apesar dos registros históricos incompletos e fragmentados, especialistas geralmente concordam que algumas crenças da histórica judaica simplesmente não se sustentam: não houve uma expulsão repentina de todos os judeus de Jerusalém em 70 a.C., por exemplo. Além disso, os judeus modernos devem sua ancestralidade tanto aos convertidos do primeiro milênio e da Idade Média quanto aos judeus da Antiguidade. >>> Leia mais, clique aqui.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Eric Voegelin: Israel e a revelação

Edições Loyola

http://www.loyola.com.br


segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Art of Ancient Synagogues in Israel

Art of Ancient Synagogues in Israel

(OVADIAH, Asher)

Revista: Gerión - Vol. 4 , 1986

This article deals with the relief and mosaic art of the ancient synagogues of Israel (ranging in date between the IIIrd and VIIIth centuries CE.) and specifically with two aspects of this art —the ornamental and iconographic —>>> Leia mais, clique aqui.