Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Mensageiros de Deus: profetas e profecias no antigo Israel
sábado, 4 de agosto de 2012
Profeta Amós, a luta contra a injustiça social e o juízo iminente
terça-feira, 12 de abril de 2011
Breve história da profecia bíblica
Ciberteologia: Revista de Teologia & Cultura
Edição nº 33 – Ano VII – Janeiro/Fevereiro/Março 2011 – ISSN: 1809-2888
Breve história da profecia bíblica
Anderson de Oliveira Lima
Este texto se ocupará dos registros das manifestações proféticas preservadas nas páginas da Bíblia. Procura identificar os aspectos essenciais da profecia em Israel com base em algumas amostragens tiradas da literatura pré-exílio, isto é, do século VIII a.C. Depois, identifica as características da profecia posterior, que vai aos poucos ganhando contornos apocalípticos. >>> Leia mais, clique aqui.
domingo, 15 de novembro de 2009
A ruína da elite de Jerusalém e Judá em Jeremias 2 - Estudo da profecia do jovem Jeremias
A ruína da elite de Jerusalém e Judá em Jeremias 2 - Estudo da profecia do jovem Jeremias
Tese de doutorado em Ciências da Religião (UMESP)
Data da defesa: 28/11/2008
Resumo: Esta pesquisa exegética parte do método histórico-crítico, inserido na hermenêutica latino-americana, para analisar os textos do jovem Jeremias, mais exatamente, o capítulo 2 do seu livro. Este livro, aliás, pela sua riqueza literária somada ao seu conteúdo profético, é um dos mais amados e lidos pelos cristãos e demais amantes deste tipo de literatura. E a produção de textos referentes a Jeremias na pesquisa exegética é abundante, principalmente as porções da “nova aliança” (Jr.30-31) e das “profecias contra as nações” (Jr.46-51), além do bloco 37-45. Todavia, a pesquisa a respeito dos primeiros capítulos de Jeremias, ao contrário, tem sido muito pouco valorizada. Há, ainda, muitas controvérsias sobre onde situar na história esses capítulos iniciais. Porém, alguns críticos, como, por exemplo, Bernhard Duhm, já em 1901, e Thomas Roemer, mais recentemente, consideram esses capítulos iniciais do profeta como os mais antigos de Jeremias e marcam o início da sua atuação. E já notamos que, desde este início, Jeremias tem palavras bem claras de denúncia e juízo contra Jerusalém e Judá: não há esperanças e a ruína está às portas. O profeta não deixa, pois, de nomear os responsáveis por tal situação. A nossa posição aqui nesta pesquisa é a de que Jr 2, de fato, é um texto de Jeremias e marca o início de sua atuação profética, nos anos imediatamente anteriores à reforma de Josias (622 a.C.) Seus conteúdos, apesar de suas experiências do norte e sua influência oseiânica, apontam para Jerusalém e Judá, já que o Reino do Norte desaparecera e Anatote, cidade natal de Jeremias, fora incorporada pela administração real do sul. Trabalhando com essas premissas, acreditamos que Jr 2 relê a profecia de Oséias, porém com a ênfase que é uma das características da sua própria profecia: as escolhas e as práticas das elites levarão Jerusalém e Judá às ruínas: não há saídas; certamente, castigo e destruição vêm.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Vigencia actual y enseñanza de las profecías de Jeremías
Aurora (27/08/2009): Vigencia actual y enseñanza de las profecías de Jeremías: Viviendo la realidad imperante en nuestro medio, escuchamos expresiones de políticos y periodistas que nos retrotraen a otras épocas históricas en que los profetas clamaban, amonestaban contra la corrupción, al pueblo, a los gobernantes y dirigentes de entonces. Un político de hoy se permitió comparar y afirmar: “Hoy tenemos dos Estados: Israel y Judea, israelíes y colonos-mitnajalim”, desde luego en forma peyorativa hacia éstos. >>> Leia mais, clique aqui.
sábado, 27 de junho de 2009
A profecia de Miquéias contra a injustiça social: uma hermenêutica para os nossos dias
NEArco – Número I Ano II – 2009 ISSN: 19828713
A profecia de Miquéias contra a injustiça social: uma hermenêutica para os nossos dias
João Oliveira Ramos Neto (Mestrando em História Comparada – UFRJ)
Profeta, do grego “prophetés”, nas sociedades da Antigüidade, definido de forma reducionista, era a pessoa que tinha a capacidade de prever o futuro. Sicre (1994) aponta que, comumente, o profeta é caracterizado como um homem solitário e de grande inspiração, capaz de fazer previsões futuras. (...) O Miquéias que nos interessa neste trabalho, foi um profeta do antigo reino de Judá, no século VII a.C., período em que a Mesopotâmia era dominada pelo reino Assírio, que Champlin descreve como “a grande potência mundial e a constante ameaça à segurança do povo hebreu” (2000, 3565p.). Conforme Sicre (2002), este período de Miquéias foi o século áureo da profecia em Israel e para Lelièvre (1980), Miquéias estava no período do “surto profético”. No entanto, para Lasor (1999), Miquéias não era um profeta profissional. Conforme Dillard: “o nome Miquéias é comum no Antigo Testamento” (2006, 380p.) e seria uma abreviação do nome “Micaías”, o que podemos constatar com a tradução de Miquéias para o inglês, a saber: “Micah” e significa “Quem pode ser como Javé?”. >>> Leia mais, clique aqui.
domingo, 10 de agosto de 2008
Ética, Visões e Rock & Roll - A Mística Radical dos Profetas. Curso com o Rabino Nilton Bonder.

O curso analisa o mais antigo e importante movimento místico do judaismo, que resultou no legado literário e ético dos profetas – os primeiros a postular uma visão comprometida com a conduta e a ampliação de estados de consciência.
Uma homenagem aos anos 60, em especial ao ano de 1968, que completa 40 anos e foi marcado pela influência que o modelo profético teve sobre o movimento hippie e da Nova Era.
Os profetas são a manifestação mística mais antiga e indígena de Israel. A mística deles se envolve de esoterismo, alucinações, ética radical e desleixo físico.
Qualquer semelhança com os fenômenos de transformação e rebeldia dos anos 60 não é mera coincidência.
