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- Arqueólogos encontram casa da época de Jesus em Nazaré
- Descobertos em Nazaré restos de casa da época de Jesus
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BBC Brasil (21/12/2009): Arqueólogos encontram casa da época de Jesus em Nazaré: Arqueólogos israelenses revelaram nesta segunda-feira que encontraram os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo. De acordo com o jornal israelense Haaretz, a descoberta fornece mais dados sobre como era a vida na cidade de Nazaré há cerca de 2 mil anos. >>> Leia mais, clique aqui.
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Zenit (21/12/2009)
Descobertos em Nazaré restos de casa da época de Jesus: Foram encontrados em Nazaré, Israel, pela primeira vez, vestígios de uma casa dos tempos de Jesus. A descoberta, um evento arqueológico sem procedentes, possibilitará uma melhor compreensão de como era a vida na região na época em que Cristo viveu. Conforme explica uma nota de imprensa da Autoridade para Antiguidades de Israel, “restos de uma casa que remonta ao período romano foram descobertos pela primeira vez durantes as escavações realizadas por ocasião das obras de construção do Centro Internacional Maria de Nazaré, próximo à basílica da Anunciação”. Os resultados foram apresentados numa coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira, realizada nas imediações de onde será o futuro Centro, por Barshod Dror, diretor da autoridade para antiguidades do distrito norte de Israel, acompanhado por Yardenna Alexandre, responsável pelas escavações, por especialistas franciscanos e por Dom Giacinto-Boulos Marcuzzo, bispo auxiliar e vigário do Patriarcado Latino de Gerusalém, encarregado de Nazaré. >>> Leia mais, clique aqui. >>> Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas no site: www.mariedenazareth.com.
Minoria cristã luta para manter viva sua cultura em cidade onde Jesus viveu
O Globo, Mundo, página 16, em 25/12/;2008 - Em Nazaré, cidade que viu Jesus crescer, os cristãos celebraram o Natal com o desejo de preservar sua identidade religiosa, minoritária em Israel e na comunidade árabe, de maioria muçulmana, e de evitar que a redução acelerada da população acabe com as tradições cristãs na região.
Apesar de a cidade de Belém, na Cisjordânia, atrair todas as atenções no Natal por ser o lugar em que, segundo a tradição, Jesus nasceu, Nazaré — encravada na região bíblica da Galiléia — também se enfeita para a comemoração.
Jesus, segundo relatos dos Evangelhos, passou quase toda a sua vida e fez seu primeiro sermão em Nazaré, na época um pequeno povoado cujo nome derivou o termo cristianismo nas línguas árabe e hebraica.
Mas o ambiente aparentemente festivo na cidade esconde o temor de que as tradições do lugar estejam com os anos contados.
— Sofremos perseguições e massacres há mais há dois mil anos, mas estamos aqui. Agora, corremos o risco de desaparecer, e nossas tradições vão junto. O pior é que ninguém está se importando — disse o cristão Fuad Farah.
Os árabes cristãos, que nos anos 70 eram 10% da população da Israel, hoje representam 1,7%, percentual que está diminuindo a cada dia. Nazaré, que em 1948, ano da fundação de Israel, tinha 57% da população árabe cristã, viu esse índice despencar para os 32% de hoje. Segundo especialistas em população, o número de árabes cristãos que deixa Israel não compensa o número de nascimentos. Se essa tendência não se reverter, as tradições cristãs poderão virar passado nas terras onde Jesus viveu.
Peregrinos retornam a Belém para o Natal
Enquanto isso, em Belém, milhares de peregrinos cristãos se reúnem esses dias em torno da Praça da Manjedoura sob forte esquema de segurança da Autoridade Nacional Palestina.
Cerca de 500 agentes chegaram de cidades da Cisjordânia como Ramallah e Jericó para garantir a segurança durante as festas de fim de ano.
— Esperamos 40 mil visitantes em Belém esta semana — informou Khouloud Daibes-Abu Dayyeh, ministro do Turismo palestino.
O turismo entrou em colapso após o início da segunda intifada, em 2000. Mas este Natal, a procura nos hotéis aumentou. Enquanto a Faixa de Gaza está à beira de uma grande crise com o fim da trégua entre o Hamas e Israel, o declínio da violência na Cisjordânia atrai turistas.
— A melhora na segurança significa que teremos números maiores. Estamos nos esforçando para restaurar o turismo — disse Dayyeh.