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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 27 de junho de 2012

O outono da Judéia (Séculos I a.C. - I d.C.): Resistência e Guerras Judaicas Sob o Domínio Romano, Flávio Josefo e sua narrativa


Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, em 1999. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:
  • A romanização no Egito: direito e religião (séculos I a.C. - III d.C.): O objetivo desta tese é identificar a intensidade do desenvolvimento do processo de romanização no Egito, desde a conquista de Otávio (30 a.C.) até a promulgação do Edito de Caracala (212 d.C.), observando como atuavam o direito e a religião vigentes naquela província romana, junto aos quatro segmentos étnicos que compunham o seu tecido social no período acima referido: egípcios, judeus, gregos e romanos. O estudo de tais atividades é efetuado a partir de fontes textuais e iconográficas. As primeiras mostram a engrenagem jurídico-legal de todas as etnias acima citadas, bem como as práticas da religião judaica. As segundas revelam as manifestações espirituais politeístas. No que tange ao direito de egípcios, gregos e romanos, opero textos contidos nas coleções B.G.U. e Papiros de Oxirrinco. Em relação ao direito judaico utilizo tanto fragmentos do tratado O Decálogo, de Filão de Alexandria, quanto trecho do texto homônimo, presente na Torah. No que concerne ao politeísmo de egípcios, gregos e romanos, lanço mão de fontes iconográficas funerárias e imagens em reversos de moedas cunhadas em Alexandria, ao tempo da dinastia Antonina. Por fim, volto a textos da Torah para ilustrar pontos centrais da religião judaica. A Análise de Conteúdo é a metodologia empregada para analisar todas as fontes primárias acima citadas. Esta tese constata que, embora o processo de romanização tenha se instalado em território egípcio durante o domínio romano no período acima citado, os direitos indígenas de gregos e egípcios mantiveram-se em atividade, simultaneamente com o romano. O direito romano não apenas regulava as atividades jurídico-legais dos cidadãos romanos, mas também estendia sua influência a todas as etnias nativas do Egito, anterior à conquista de Otávio. O Decálogo foi preservado e a interferência da cultura clássica nele ocorrida, foi a presença da filosofia grega, na exegese bíblica de Filão. No âmbito da religião, observa-se que tanto o judaísmo, quanto as práticas politeístas continuaram a ser praticados. A iconografia, embora híbrida, revelou significativa presença de elementos espirituais faraônicos e gregos, bem mais consistentes do que os romanos.
  • Pluralidade e conflito. As revoltas judaicas e a ideologia do poder. Uma história comparada das Guerras Judaicas entre os II a.E.C. e I E.C.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O Outono da Judéia (Séculos I a.C.- I d.C.) - Resistência e Guerras Judaicas Sob o Domínio Romano - Flávio Josefo e Sua Narrativa.

O Outono da Judéia (Séculos I a.C.- I d.C.) - Resistência e Guerras Judaicas Sob o Domínio Romano - Flávio Josefo e Sua Narrativa.

Luís Eduardo Lobianco

Dissertação de mestrado em História (UFF).

Data da Defesa: 01/09/1999.

Resumo: Esta dissertação tem um tríplice objetivo. Primeiramente, analisar a sociedade judaica no período em que a Judéia esteve sob o domínio de Roma. Em seguida refletir sobre a vida e a obra do historiador Flávio Josefo. Por fim, discutir sua primeira obra, História da Guerra dos Judeus contra os romanos, que narra a resistência judáica face ao domínio romano, bem como as guerras judaico-romana (66 - 74) e civil judaica (66 - 70). Esta dissertação, portanto, estuda a Judéia Romana sobretudo nos séculos I a.C e 1 d.C.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Imagens monetárias na Judéia/Palestina sob dominação romana

Imagens monetárias na Judéia/Palestina sob dominação romana

Vagner Carvalheiro Porto

Tese de doutorado em Arqueologia (USP).

Data da defesa: 30/03/2007.

Resumo: Foi nossa intenção neste trabalho estudar a imagética das emissões locais das vinte e três cidades cunhadoras da Palestina, durante os séculos II a.C. ao II d.C., a fim de entender em que medida a tipologia dessas emissões locais revelam a afirmação política e/ou contraposição à dominação romana no caso das populações locais e os aspectos de instrumentalização política da moeda por parte dos romanos. Também foi nossa intenção neste trabalho, a partir dos estudos monetários, analisar a paulatina influência que a civilização romana estabelecera na região da Palestina, assim como seu relacionamento com a cultura grega e hebraica já presentes na região. Para tanto analisamos as moedas que foram cunhadas nas cidades costeiras: Acco (Ptolemaida), Ascalon (Ashkelon), Cesaréia Marítima, Dora (Dor), e Gaza; nas cidades do interior: Jerusalém (Aelia Capitolina), Citópolis (Nysa, Beth-Shean, Beisan), Gaba, Gamala, Marisa (Maresh), Neápolis (Nablus, Shechem), Sebaste (Shomron, Samaria), Séforis (Zipori, Diocaesarea) e Tiberíades (Tveriah) e nas cidades da Transjordânia: Bostra (Beser), Canata (Keneth), Filadélfia (Rabbat Ammon), Gadara (Gader), Gerasa (Geresh), Hippos-Susita, Panias (Cesaréia Filipe, Banias), Pella (Pehal), e Petra (Reqem) durante o período acima apontado; procuramos nos aprofundar no estudo das fontes textuais e da bibliografia existente; e por fim utilizamos os métodos de análise disponíveis para a iconografia monetária de sorte a atingirmos os objetivos propostos.


tdeVagnerCarvalheiroPortoTomo1.PDF (7.25 Mb)

tdeVagnerCarvalheiroPortoTomo2.PDF (48.74 Mb)