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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 30 de abril de 2009

The Ascription of Physical Disability as a Stigmatizing Strategy in Biblical Iconic Polemics

Journal of Hebrew Scriptures - Volume 9: Article 14 (2009)

Saul M. Olyan, The Ascription of Physical Disability as a Stigmatizing Strategy in Biblical Iconic Polemics
Abstract:
Physical disabilities such as blindness, lameness, muteness and deafness are sometimes ascribed to "idols" in biblical polemic as a means to devalue them. This paper explores the ascription of physical disability as one of a number of stigmatizing strategies used by biblical writers to denigrate iconic worship. I am particularly interested in what the attribution of physical disability contributes to iconic polemic that might be lacking in other stigmatizing strategies such as emphasizing the material or manufactured nature of "idols."

domingo, 26 de abril de 2009

Transliteração do Hebraico para Leitores Brasileiros

KIRSCHBAUM, S. et al. Transliteração do Hebraico para Leitores Brasileiros. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009.


Resumo: O idioma hebraico – como o russo, o árabe, o armênio – é grafado por meio de um conjunto próprio de caracteres, diferente do conjunto de caracteres utilizado no português. Em vista disso, a ocorrência de nomes próprios hebraicos, expressões etc., em literatura traduzida, em notícias de imprensa, requer que os caracteres hebraicos sejam transliterados, ou seja, representados por meio de caracteres latinos para que possam ser pronunciados da forma mais próxima possível da língua em questão por leitores brasileiros. Até agora eram utilizados, no Brasil, padrões de transliteração adequados a leitores do alemão, do inglês, do espanhol, idiomas que também fazem uso dos caracteres latinos, mas não adequados ao leitor do português, uma vez que não há correspondência plena entre os valores fonéticos dos caracteres latinos nesses idiomas.


Respondendo a essa necessidade, foi constituída uma comissão em torno do Centro de Estudos Judaicos e do Programa de Pós-Graduação em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas da FFLCH/USP, com o propósito de elaborar um padrão de transliteração do hebraico adequado ao leitor brasileiro, especialista ou não, evitando importar modelos estrangeiros.


Esta publicação é o resultado do trabalho da comissão, e constitui uma primeira proposta; ou seja, espera-se que o padrão proposto seja utilizado durante certo tempo, e depois revisado, incorporando-se as sugestões e críticas que tiverem surgido em decorrência dessa primeira fase de utilização.


Israel: Menor Bíblia eletrônica do mundo está em chip de meio milímetro

O chip com 0,5 milímetro carrega todos os textos da bíblia em hebraico e será dado de presente ao Papa Bento XVI. Projeto foi desenvolvido pela Technion, Instituto de Tecnologia de Israel (Foto: AFP/Technion)


Microbíblia, do tamanho de um grão de areia, tem as mais de 300 mil palavras da Bíblia (Foto: Dan Balilty/AP)



G1 (26/04/2009)


sexta-feira, 24 de abril de 2009

¿Los israelitas sacrificaron sus hijos a Mólek?

Aurora (23/04/2009): ¿Los israelitas sacrificaron sus hijos a Mólek?: Dr. Adolfo Roitman - Habló Yahveh a Moisés y dijo: ``Dirás a los israelitas: si un hombre cualquiera de entre los israelitas o de los forasteros que residen en Israel entrega uno de sus hijos a Mólek, morirá sin remedio; el pueblo de la tierra lo lapidará. Yo mismo volveré mi rostro contra ese hombre y lo exterminaré de en medio de su pueblo''.


Mólek en el Levítico

La lectura de la Torá de la presente semana comprende dos porciones (Ajaréi Mot [Levítico 16:1-18:30] y Kedoshim [Levítico 19:1-20:27]). Sólo en estas dos secciones del Levítico, y en ningún otro lugar del Pentateuco, se hace referencia al culto de Mólek. (Nota: El nombre ``Mólek'' sería un apelativo despectivo de la forma Melek [``el rey''], que en el Oriente Antiguo aparecía como componente en los nombres divinos, como el caso de ``Melek-Baal'' o ``Melek-Adad'', y que luego se convirtió en el nombre o apelativo del dios principal del panteón. >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Linguagem figurada em passagens bíblicas

Linguagem figurada em passagens bíblicas

José Ferreira da Costa.

Dissertação de mestrado em Lingüística (UFPE).

Data da defesa: 31/07/2006.

Resumo: Nem tudo que acontece à volta das pessoas é perceptível por elas. Talvez esta afirmação se encaixe no que se refere à questão do poder. Ele permeia as relações sociais, está presente de alguma forma onde seres humanos se encontram para fazer alguma coisa, entretanto, nem todos percebem que alguns têm mais poder que outros. Assim, o poder envolve uma autêntica rede de relações e eventos. E esta constatação nos leva a uma idéia básica: como usar o poder com inteligência, isto é, como usar o poder em benefício próprio, quando este for o caso, e quando o utilizar em benefício da maioria, das grandes causas sociais. O que está em jogo no jogo do poder é: como usar determinadas porções de poder em prol dos que dele necessitam, sem eliminar os opositores, sem transformar o exercício do poder em autoritarismo, sem esmagar os que fazem o contraponto ao poder que, na prática, justifica nossa existência e a validade dos nossos desejos de poder. Mas como exercer o poder, senão discursivamente? Então o poder não existe por si só, ele só existe na sociedade, nas relações sociais. E aqui entra um outro poder que está inseparado das diversas formas de poder: o poder da língua. A língua, não simplesmente como um código, ou como um instrumento de comunicação ou de “transmissão” de idéias. Mas a língua como um constructo social e histórico, como uma entidade produtiva, como dialogia e interação, como o espaço privilegiado do exercício das relações sociais, com todas as implicações daí decorrentes. E o poder e o poder da língua, da linguagem, poderá ter mais ou menos eficácia, a depender dos recursos estilísticos ou retóricos utilizados no discurso. Este trabalho objetiva proceder a uma análise interpretativa de algumas passagens do Antigo e do Novo Testamento, com base em teorias que nos pareceram suficientes, adequadas para analisar o corpus escolhido. O corpus tem por base um dos livros mais interessantes e lidos da humanidade e encontramos nele os dois pilares básicos da nossa dissertação: as relações de poder e as figuras de retórica. Os resultados obtidos pela análise empreendida dão sustentação às hipóteses da pesquisa

quarta-feira, 22 de abril de 2009

UNESCO - The World Digital Library: Middle East and North Africa

UNESCO - The World Digital Library:

Middle East and North Africa



segunda-feira, 20 de abril de 2009

Sobre a polêmica dos manuscritos do Mar Morto

Old Scrolls, New Controversy: Dica de Dr. Jim West (20/04/2009): Netty Gross has written a very interesting piece in The Jerusalem Report on the controversy stirred up by Rachel Elior’s theory on the Essenes titled Old Scrolls, New Controversy. I’ve been given permission by Professor Elior to upload the article in PDF which I’ve done in three parts. Page One, Page Two, and Page Three.

Veja mais:
Dúvidas sobre os autores dos manuscritos do Mar Morto

domingo, 19 de abril de 2009

Bento XVI pede fim do racismo e da intolerância

Zenit (19/04/2009): Bento XVI pede fim do racismo e da intolerância: CIDADE DO VATICANO, domingo, 19 de abril de 2009 (ZENIT.org). - O Papa afirmou hoje, durante a oração do Regina Caeli com os peregrinos reunidos em Castel Gandolfo, que «só o reconhecimento da dignidade do homem, criado à imagem e semelhança de Deus, pode constituir uma referência segura» na luta contra o racismo. O Papa fez estas declarações em referência à celebração, a partir de amanhã em Genebra (Suíça), da Conferência de exame da Declaração de Durban de 2001 contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e a intolerância. >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 18 de abril de 2009

¿Por qué Moisés no es mencionado en la Hagadá de Pesaj? (II)

Aurora Digital (16/04/2009): ¿Por qué Moisés no es mencionado en la Hagadá de Pesaj? (II): Dr. Adolfo Roitman: Una tercer hipótesis es la ofrecida por el profesor I. Yuval de la Universidad Hebrea de Jerusalén (``Dos pueblos hay en tu vientre''. Percepciones de judíos y cristianos [Tel Aviv: Am Oved, 2000] p. 97) quien sugirió que la omisión de Moisés de la Hagadá de Pesaj se habría debido a querer eliminar toda referencia al ``enviado de Dios'', y de esta manera polemizar contra los cristianos que veían en Moisés un arquetipo de Jesús.


Veja mais:

Aurora Digital (07/04/2009)

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Pour lire le Nouveau Testament, faut-il être juif?

Un écho d’Israël (17/04/2009): Pour lire le Nouveau Testament, faut-il être juif ?: La première constatation qui s’impose lorsqu’on pénètre dans cette littérature est que le Nouveau Testament est né dans un monde qui avait sa propre culture religieuse, et que les auteurs du N.T. en étaient imprégnés. Pour le dire autrement : le christianisme n’a pas poussé sur un sol vierge.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Arqueólogo israelí asegura que el camino hacia el “Vía Crucis” es erróneo

Aurora (12/04/2009): Arqueólogo israelí asegura que el camino hacia el “Vía Crucis” es erróneo: Los miles de peregrinos que el viernes creyeron emular en Jerusalén el camino de Jesús hacia la crucifixión, "Vía Crucis", debían haber empezado en realidad su recorrido en un aparcamiento cerca del Muro de los Lamentos, según un arqueólogo israelí.

domingo, 12 de abril de 2009

Pequena história do coelho, do ovo e das tradições de Páscoa

Deutsche Welle (12/04/2009): Pequena história do coelho, do ovo e das tradições de Páscoa: Há séculos, famílias de diversas partes do mundo celebram a maior festa do Cristianismo de maneira parecida. No sábado, com a missa da Vigília Pascal seguida da queima simbólica do Judas e, no domingo, através da missa de Páscoa e da busca por ovos coloridos no jardim.


Deutsche Welle:

sábado, 11 de abril de 2009

Católicos fazem Via Sacra em Jerusalém

Jornal Nacional (10/04/2009)

  • Católicos fazem Via Sacra em Jerusalém: Pelo menos 15 mil católicos se espremeram pelas ruas estreitas da cidade velha em Jerusalém para manter acesa uma velha tradição. A procissão pela Via Dolorosa, ou Via Sacra.


Jornal Nacional (10/04/2009)

  • Bento XVI percorre a Via Crúcis em Roma: O Papa Bento XVI presidiu a procissão da Via Crucis, em Roma. A cerimônia começa no anfiteatro do coliseu e termina na Colina do Palatino. As 14 estações lembram o sofrimento de Jesus.


Veja mais:

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Páscoa é marcada por cerimônias tradicionais em todo o mundo

Em Cima da Hora (10/04/2009)


Manuel Rolph De V. Cabeceiras (10/04/2009, por email): Neste ano de 2009 (ou 5769 no calendário judaico) as festas judaica (o Pessach) e cristã da Páscoa são praticamente coincidentes, o que é raro!


Celebrada durante oito dias, de 15 a 22 de nissan (em 2009, de 9 a 16 de abril), acaba por abranger, neste ano, o Tríduo Pascal (celebrações do fim da Semana Santa cristã), o qual na liturgia católica, a partir de domingo abre o tempo pascal com duração de 50 dias, vindo a terminar na festa do Pentecostes (por isso, nesse período, todos os domingos são chamados domingos de Páscoa).


Cláudia A. Prata Ferreira: A festividade de Pessach já era anterior ao período do Êxodo. Na realidade marcava para os demais povos a entrada da primavera e havia o sacrifício do cordeiro e o pão ázimo. Na ressignificação vemos a transformação dessa festa como um verdadeiro marco fundador do judaísmo, da identidade judaica, uma festa fundamental. No cristianismo, vemos outra ressignificação, a festa deixa de ser a comemoração da libertação do cativeiro egípcio e marco fundador da religião judaica e da identidade judaica; agora ela se torna central na figura de Jesus e marco fundamental na formação da identidade cristã.


Pessach é conhecido por quatro nomes: 1) Chag HaPessach - a Festa do Cordeiro Pascal, em alusão ao sacrifício feito pelos cativos no Egito antes da última praga. Tal oferenda foi instituída nas gerações posteriores, sendo abolida juntamente com os demais quando da destruição do Segundo Templo. 2) Chag Hamatzot - a Festa dos Pães Ázimos. “Comereis pão sem fermento durante sete dias...” (Êxodo 12,15). Revivemos a pressa em fugir do Egito, não dando tempo à massa fermentar. Durante os dias da Festa, alimentamo-nos com pães assados unicamente de água e trigo. 3) Chag HaAviv - a Festa da Primavera. A vida começa a brotar no hemisfério Norte nesta época. Com ela, renovam-se nossas esperanças de uma vida melhor a todos. Pessach, segundo a Torá, deve ser celebrado justamente neste tempo tão propício à reflexão, tanto que, em função da disparidade entre os calendários lunar (judaico) e solar - o primeiro tem alguns dias a menos, o que acarretaria, com o passar dos anos, em um distanciamento de Pessach da Primavera - a cada dois ou três anos, um mês é adicionado. 4) Zeman Cherutênu - Época de nossa libertação. Nós, seres humanos, como um todo. Observação: a festividade de Pessach é comemorada ao longo de 8 dias.


Contagem do Ômer: "Omer" era uma antiga medida agrícola. No segundo dia de Pessach, costumava-se levar ao Templo uma oferenda de um Omer de cevada recém-colhida, em comemoração do início da colheita.


Na segunda noite de Pessach, iniciamos a Sefirát HaÔmer[1], contando 49 dias entre Pessach e Shavuot, dia em que a Torá foi outorgada ao povo de Israel. Esta contagem foi ordenada por Deus e serve como preparação ao povo para o recebimento da Torá. A palavra hebraica sefirá basicamente significa cálculo ou contagem.[2]


Shavuot: O feriado judaico de Shavuot (“Semanas”) permite pôr em evidência um aspecto dos festivais religiosos que, freqüentemente, não recebe muito foco: esses eventos são, ao longo do tempo, ressignificados. E a cada vez que ocorre uma substituição de significado, o grupo que logrou estabelecer a nova versão do evento trata logo de espessar esse conteúdo, para consolidá-lo e obter a adesão do povo. Esse esforço de espessamento consiste em desenvolver rituais paralelos, costumes e tradições de alguma forma conectados com aquilo que passou a ser o novo significado, ou o significado principal do festival.[3]



Veja mais:




[1] Sefirat Ha'Omer, a contagem de sete semanas entre os dois feriados, nos lembra simbolicamente que de acordo com o pensamento judaico, o que importa não é libertar-se de alguma coisa, mas libertar-se para alguma coisa. A liberdade não tem sentido se não for acompanhada do compromisso para com um ideal.

[2] O período que separa Pessach de Shavuot (sete semanas) é o período para que o grupo (judaico) se prepare para o recebimento da Torá. No grupo cristão é o período de Ascensão que separa a Páscoa cristã de sua próxima data, Pentecostes (a festa de Shavuot ressignificada), que no contexto cristão é a comemoração da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos.

[3] No caso de Shavuot a ressignificação não é apenas a apropriação de uma festa de origem cananéia com outra leitura dentro do grupo judaico e posteriormente, outra ressignificação pelo grupo cristão: Shavuot perpassa períodos da história judaica com transformações de significados e chega aos dias de hoje com significados distintos para o grupo judaico e mesmo para a sociedade israelense.

Greek & Hebrew Reader's Bible

Dica de Dr. Jim West

Greek & Hebrew Reader's Bible: http://bible.johndyer.name/

Este ano, as festas pascais judaicas e cristãs coincidem



Cláudia A. Prata Ferreira: A festividade de Pessach já era anterior ao período do Êxodo. Na realidade marcava para os demais povos a entrada da primavera e havia o sacrifício do cordeiro e o pão ázimo. Na ressignificação vemos a transformação dessa festa como um verdadeiro marco fundador do judaísmo, da identidade judaica, uma festa fundamental. No cristianismo, vemos outra ressignificação, a festa deixa de ser a comemoração da libertação do cativeiro egípcio e marco fundador da religião judaica e da identidade judaica; agora ela se torna central na figura de Jesus e marco fundamental na formação da identidade cristã.



IHU (10/04/2009)


Jornal Nacional (08/04/2009)

  • Judeus celebram a bênção do sol: Antes do dia amanhecer, centenas de pessoas seguiam para o Muro das Lamentações. Judeus de várias partes do mundo escolheram o local sagrado para o Birchat Hachama, a benção do sol.


Jornal Hoje (08/04/2009)

  • Judeus comemoram o Pessach: Os judeus começam as comemorações do Pessach, a Páscoa judaica. A data relembra a fuga do Egito. Em São Paulo, centenas de judeus se reuniram para agradecer a Deus pela criação do Universo.


Aurora Digital (07/04/2009)


IHU (07/04/2009)

  • Pessach: origens e história desta principal festa judaica e a sua ligação com a Páscoa cristã: “Os povos do mundo costumam ressignificar seus rituais conforme os eventos históricos que marcam as suas vidas. Assim aconteceu com o povo de Israel. Ao ser liberto do Egito, passou a ressignificar os elementos básicos desta festa primaveril para expressar a sua compreensão do que havia acontecido e ritualmente expressar a sua fé, seu louvor e sua gratidão ao Deus que os libertou”, afirma Marie Ann Wangen Krahn sobre as diferentes formas de celebrar o período pascal. Segundo ela, o Pesach é a principal festa do ano judaico e relembra e celebra a libertação do povo de Israel da escravidão no Egito.


Pessach (Páscoa Judaica) 5769 / 2009

Veja mais:


Leia mais:

Revista Morashá (N.64/abril 2009)