Prof. Aluysio FÁVARO - UEL
Profª Cláudia Valéria Penavel BINATO - FCL de Assis - UNESP
Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
Prof. Aluysio FÁVARO - UEL
Profª Cláudia Valéria Penavel BINATO - FCL de Assis - UNESP
Em "Galiléia", autor usa Bíblia para contar história no sertão
Ronaldo Correia de Brito consegue narrativa de densidade e precisão
Romance é estréia de contista, cronista e dramaturgo no gênero; livro foge de regionalismos ao se fincar no presente e na globalização
Folha de São Paulo, Ilustrada, em 29/11/2008.
Na Galiléia original, nasceram Jesus e os apóstolos, com exceção de Judas Escariotes, natural da Judéia. Das tantas cidades da região, inclusa Nazaré, foram poucos os habitantes que acreditaram nos milagres, na Ressurreição ou mesmo na existência do Cristo.
Já na Galiléia do escritor Ronaldo Correia de Brito, uma antiqüíssima fazenda encravada no sertão dos Inhamuns, Ceará, a família Rego Castro prefere crer no que não vê, dialogar com os mortos, ocultar os estupros, esconder os assassinos e cultuar o adultério e conseqüentes bastardos.
Originários da mistura entre portugueses judeus e cristãos novos, índios de duas tribos e negros, quase todos do clã possuem nomes tirados da História Sagrada, na qual o Velho e o Novo Testamento convivem em alternância. E ainda usufruem da licença poética do autor, que atribui a uns o nome e a outros a lenda, como é o caso de Esaú e Jacó, cuja história do gêmeo bíblico predileto da mãe recai sobre outro parente.
Em sua estréia em romance, vindo de longa carreira como contista, cronista e dramaturgo, esse cearense de 58 anos recorta a Bíblia em um quebra-cabeça de novo encaixe -com muita habilidade e, sobretudo, intimidade, já que algumas personagens o acompanham em origem e trajetória: nascimento no sertão, passagem pelo Cariri, formação médica no Reino Unido e mudança para o Recife.
O mais próximo do autor é o narrador Adonias, médico que, em companhia de dois primos, retorna à casa paterna sob o pretexto de assistir à morte do avô, um sertanejo retado que deveria se chamar Abraão, mas, por insistência do padre de batismo, acabou Raimundo Caetano, com muita honra.
O outro primo, um que foi registrado como filho do avô e irmão do próprio pai, escondeu suas dores na Noruega, enquanto o terceiro caminhou a esmo entre Paris e Nova York, numa suposta carreira musical que se revela pouco artística.
"Mas o que fizemos Davi, Ismael e eu todos esses anos, senão fugir? O mar!", reconhece Adonias, ao se dar conta da repetição dos atos dos antepassados da Idade Média. Ou da semelhança com os judeus, que nunca têm o direito de esquecer, mesmo não o sendo mais.
Da confluência autorizada entre o rio Jaguaribe e o Jordão, onde o trem azul do Cariri nem faz mais curva, onde o Muro das Lamentações esbarra no Santo Sepulcro situado a poucos metros da estátua do Padim Cícero, no Juazeiro do Norte, e onde a seca da caatinga chama chuva forte para enxaguar mágoas, Ronaldo Correia de Brito extraiu um livro denso, preciso e, às vezes, esquemático.
Sobretudo pela busca insana de encaixar destinos irreconciliáveis e mundos tão diversos.
Ao final, diante da morte que não chega a tempo na hora e local combinados, branquelas, gentios e caciques retomam suas vidinhas sem discussão.
Afinal, o período de confrontos serviu para o resgate individual, um rápido intervalo entre o gênesis e o apocalipse de cada um dos nascidos na Galiléia -o lugar onde nunca se sabe o que é verdade.
GALILÉIA
Autor: Ronaldo Correia de Brito
Editora: Alfaguara
Quanto: R$34,90 (236 págs.)
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Scliar reaviva episódio do Antigo Testamento
Gabriella Barbosa RODRIGUES - G – IFCH – UNICAMP
É possível dizer que a Arqueologia Bíblica, antes mesmo de ser considerada disciplina acadêmica, já era permeada por discursos de caráter identitário. Além do aspecto religioso evidente, as chamadas “terras da Bíblia” desempenharam importante papel na construção de mitos nacionais de origem entre nações “imperialistas” ocidentais emergentes. Neste trabalho, gostaríamos de enfatizar como a cultura material, especialmente a que se relaciona ao texto bíblico, está ligada à constituição dessas identidades religiosas e, também, nacionais. Nessa mesma linha, não podemos deixar de enfocar os aspectos políticos da Arqueologia Bíblica, considerando que não são dela exclusivos, mas concernem a qualquer trabalho de Arqueologia em geral, apenas para ficar dentro da disciplina. >>> Leia mais, clique aqui.
The University of Chicago – News - November 18, 2008
Discovery in Turkey Comes from Major Iron Age Site
Archaeologists in southeastern Turkey have discovered an Iron Age chiseled stone slab that provides the first written evidence in the region that people believed the soul was separate from the body.
University of Chicago researchers will describe the discovery, a testimony created by an Iron Age official that includes an incised image of the man, on Nov. 22-23 at conferences of biblical and Middle Eastern archaeological scholars in Boston. >>> Leia mais, clique aqui.
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Um antigo monumento à alma: primeira prova escrita da separação do corpo
SBL: Kuttamuwa Stele from Zincirli
Kuttamuwa Inscription Lines 6-13: Image, Text and Translation
Journal of Hebrew Scriptures - Volume 8: Article 23 (2008)
Letters of Kings about Votive Offerings, The God of
Abstract: Building on Bill's Arnold's thesis that the presence of Aramaic in Ezra presents a shift in perspective to an external point of view, Joshua Berman has theorized that Ezra 4:8-6:18 presents a narrator who is speaking from a gentile point of view as opposed to a Judean voice for the Hebrew that precedes and follows this Aramaic section. However, Berman's thesis does not account for all of the narration in this Aramaic text. The narrative verses that link the individual letters in this section indicate that the controlling voice for the overall narration is pro-Judean. These verses employ the Judeo-centric language and demonstrate that the author had a Judean source for much of the information he presents. Moreover, the narrative that connects the letters demonstrates the narrator's knowledge of the Judean prophets, their names, patronymics and office as prophets (5:1; 6:14), revealing his Judean perspective. Ultimately, this narrator reveals his viewpoint by placing the command of God next to the decrees of Persian kings (6:14). Thus, Ezra 4:8-6:18 is a single literary creation, a document that is the result of an archival search and is designed to persuade the reader that the Judeans ought to be allowed to build in
Journal of Hebrew Scriptures - Volume 8: Article 22 (2008)
Yosef Garfinkel and
Abstract: Khirbet Qeiyafa is a
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Nadav Na'aman: In Search of the Ancient Name of Khirbet Qeiyafa
CEBI, em 25/11/2008 - A Leitura e Ensino da Bíblia no Brasil é o tema do Simpósio que a Associação de Seminários Teológicos Evangélicos (ASTE) promove de
A programação do simpósio conta com uma mesa redonda com professores da área de Bíblia sobre o ensino das disciplinas bíblicas nas escolas de teologia. Também será assunto do evento o panorama da hermenêutica no Brasil, bem como as percepções sobre leituras da Bíblia.
Além disso, haverá uma oficina sobre ferramentas para o ensino das línguas bíblicas e outra sobre o ensino da metodologia exegética.
As inscrições podem ser feitas junto ao site www.aste.org.br.
Para mais informações escreva para aste@uol.com.br
ou telefone para (11) 3257-5462.
La Traducción de Términos Gramaticales Hebreos al Latín em el Siglo XVI
MANUEL VEIGA DÍAZ
Instituto Teológico Lucense
Universidad Pontificia de Salamanca
Para valorar en su justa medida la labor de traducción a la que aludimos en el título de nuestra comunicación, será preciso comenzar por exponer, aunque sea a grandes rasgos, cuáles fueron los comienzos de la gramática hebrea.
La gramática hebrea está relacionada, desde su nacimiento, con la gramática árabe. Las razones de esta relación son múltiples: en primer lugar, razones de orden cronológico, pues la gramática hebrea comienza a cultivarse de una manera sistemática a partir del siglo X, momento de esplendor de la cultura islámica; en segundo lugar, razones de orden geográfico, pues los primeros gramáticos hebreos proceden del norte de África y sus sucesores son naturales de Al-Ándalus, centro cultural islámico del momento bajo el poder del califato omeya de Córdoba; por último, los hebreos, como los árabes, buscan con su estudio de la lengua la correcta interpretación de un texto inspirado. >>> Leia mais em Res Diachronicae Virtual 4 (2005): El Contacto de Lenguas.
As Imagens de Davi na Historiografia Bíblica
Belinda Aparecida Paulino da Silva Cúrcio
Dissertação de mestrado em Ciência da Religião (UCG).
Data da defesa: 25/03/2002.
Resumo: O objeto da presente pesquisa é apresentar as imagens de Davi nas historiografias bíblicas, buscando-se levantar o perfil de Davi revelado pela Obra Historiográfica Deuteronomista e pela Obra Historiográfica Cronista, bem como conhecer o que é peculiar a cada uma delas, os paradigmas que cada historiografia construiu em torno de sua pessoa e sua repercussão na história de Israel. A história desse personagem é muito discutida pelos estudiosos da Bíblia e a sua imagem é analisada e interpretada sob várias perspectivas. Na pesquisa, os resultados variam conforme o método de investigação, bem como o ponto de partida hermenêutico de cada pesquisadora e pesquisador. Foi através de acessos metodológicos distintos que cada um procurou chegar ao conhecimento e à explicação de determinados aspectos do comportamento e da imagem de Davi. A partir da comparação da imagem de Davi na Obra Historiográfica Deuteronomista e na Obra Historiográfica Cronista observa-se que existem formas diferentes de representação e atuação desse personagem. Procura-se também comparar os textos em 2Sm 6, 1-11 e 1Cr 13, 1-14, focalizando a relação e o significado de Davi e do translado da arca nesses dois textos.
Explicação de Michel Remaud, diretor do Instituto Albert Decourtray
JERUSALÉM, quinta-feira, 20 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- O pedido da Santa Sé de não pronunciar o nome bíblico de Deus, «Iahweh», constitui um novo gesto de respeito pelo povo judeu e permite compreender melhor a fé cristã. Assim explica o Pe. Michel Remaud, diretor do Instituto Albert Decourtray (http://www.institut-etudes-juives.net), instituto cristão de estudos judaicos e de literatura hebraica de Jerusalém, em uma declaração feita à Zenit para dar a compreender a transcendência da decisão vaticana.
O Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, celebrado em outubro, recordou a carta enviada no verão pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos às conferências episcopais do mundo, na qual pede que não se use o termo «Iahweh» nas liturgias, orações e cantos.
A carta explica que este termo deve traduzir-se de acordo ao equivalente hebraico «Adonai» ou do grego «Kyrios» - «Senhor» em português.
Em síntese, explica o especialista, «hoje, o nome divino já não se pronuncia nunca», e declara como o povo judeu chegou a esta prática baseando-se na tradição judaica, e em especial na Mishná, corpo exegético de leis judaicas compiladas, que recolhe e consolida a tradição oral judaica desenvolvida durante séculos, desde os tempos da Torá ou lei escrita, e até sua codificação, no final do século III.
«Até perto do ano 200 antes da nossa era, o nome divino era pronunciado todas as manhãs no momento na bênção sacerdotal: ‘Que o Senhor te abençoe e te guarde. Que o Senhor mostre a sua face e se compadeça de ti. Que o Senhor volva o teu rosto para ti e te dê a paz’ (Nm 6, 24-26)», começa recordando o especialista.
«A Mishná indica que o nome era pronunciado no templo ‘como está escrito’, enquanto se usava outra denominação (Kinuy) no resto do país. A partir de certa época, deixa-se de pronunciar o nome divino na liturgia diária do templo. O Talmude dá a entender que se toma esta decisão para evitar que alguns fizessem do nome um uso mágico», explica o padre.
Segundo as fontes do Pe. Remaud, «a partir da morte do grande sacerdote Simão o Justo, por volta de 195 antes de nossa era, deixa-se de pronunciar o nome divino na liturgia diária».
O erudito compara o testemunho do Talmude com o do livro de Ben Sira (o Eclesiástico).
Simão o Justo é evocado nele, no capítulo 50, ao término de uma longa passagem (capítulos 44-50), onde são recordados todos os «homens ilustres» desde Enoc, passando pelos patriarcas, Moisés, Davi, Elias, etc.
Esta enumeração acaba detendo-se no grande sacerdote Simão, descrito amplamente na glória da majestade do exercício de suas funções. Esta descrição culmina na pronunciação do nome divino, que aparece assim como a conclusão destes sete capítulos: « Então, descendo do altar, o sumo sacerdote elevava as mãos sobre todo o povo israelita, para render glória a Deus em alta voz, e para glorificá-lo em seu nome» (Eclesiástico 50, 22).
A partir de Simão o Justo e até a ruína do tempo, o nome só se escutava «como se escreve» na liturgia do Yom Kipur, no templo de Jerusalém, onde o grande sacerdote o pronunciava 10 vezes por dia, continua explicando Remaud.
«Os ‘cohanim’ (descendentes de Aarão) e o povo presente no átrio, quando ouviam o nome explícito através da boca do grande sacerdote, ajoelhavam-se, prostravam-se com o rosto por terra, dizendo: ‘Bendito seja o nome glorioso de seu reino para sempre’.»
A Mishná não diz que o grande sacerdote pronunciava o nome divino, mas que o nome «saía de sua boca», esclarece.
Parece também que, no final do período do segundo templo, o grande sacerdote já somente pronunciava o nome em voz baixa, como explica uma lembrança de infância do rabino Tarphon (séculos I-II), que conta que, inclusive aguçando o ouvido, não teria podido escutar o nome.
A fórmula do Êxodo, «Este é meu nome para sempre» (Êxodo 3, 15), mediante um jogo de palavras em hebraico, é interpretada pelo Talmude de Jerusalém: «Este é meu nome para estar escondido».
Segundo esta evolução, «hoje, o nome divino não se pronuncia nunca – explica o sacerdote católico. No ofício do Yom Kipur na sinagoga, que reemprega a liturgia do templo pela recitação do que acontecia quando o templo existia, as pessoas se prostravam na sinagoga quando se recorda – sem pronunciá-lo – que o grande sacerdote pronunciava o nome divino».
O sacerdote se atreve a tirar uma conclusão deste repasso histórico, advertindo que se trata de uma posição pessoal.
«Sabe-se que o Novo Testamento e os primeiros cristãos, denominando Jesus com o termo ‘Senhor’ (Kyrios), aplicaram-lhe deliberadamente o termo utilizado em grego para traduzir o nome divino», explica.
«Na tradição litúrgica do judaísmo, este nome divino não era pronunciado mais que na liturgia do perdão dos pecados, no dia do Kipur. Poderia ver-se uma alusão a esta tradição e ao poder purificador do nome neste versículo da primeira epístola de São João: ‘Vossos pecados foram perdoados por seu nome’ (1 João 2, 12)», conclui.
A conclusão do especialista coincide com a do Vaticano, pois a carta da Congregação para o Culto Divino explica que a tradição de traduzir «Iahweh» por Senhor «é importante para entender Cristo», já que o título de «Senhor» é intercambiável entre o Deus de Israel e o Messias da fé cristã».
O Globo, Ciência, página 36, em 19/11/2008.
Um antigo monumento à alma
Primeira prova escrita da separação do corpo
John Noble Wilford
Do New York Times
Num reino montanhoso localizado no atual sul da Turquia viveu, no oitavo século antes de Cristo, Kuttamuwa, um oficial real encarregado de supervisionar as obras de um monumento de pedra a ser erguido após a sua própria morte. As palavras escolhidas para o seu epitáfio: “para a minha alma, que está neste monumento”.
Arqueólogos da Universidade de Chicago, que fizeram a descoberta no ano passado nas ruínas de uma cidade murada perto da fronteira com a Síria, sustentam que o monumento oferece a primeira evidência escrita de que as pessoas da região adotavam o conceito da alma separada do corpo. Em oposição, povos semitas da mesma época, como os israelitas, acreditavam que corpo e alma eram inseparáveis e, por isso, a cremação seria impensável, como observa a Bíblia.
Indícios circunstanciais achados no sítio sugerem que eles cremavam seus mortos no local. A descoberta e suas implicações foram descritas na semana passada em entrevistas concedidas por arqueólogos da Universidade de Chicago que participaram das escavações na Turquia.
— Normalmente, nas culturas semitas, a alma de uma pessoa, sua essência vital, adere aos ossos dos mortos — afirmou David Schloen, arqueólogo do Instituto Oriental da universidade e coordenador das escavações.
— Mas aqui temos uma cultura que acreditava que a alma não está no cadáver, mas tinha sido transferida para uma pedra mortuária.
Veja a programação completa do
V Encontro Brasileiro de Estudos Judaicos, clique aqui
ou
Programação do V Encontro Brasileiro de Estudos Judaicos
Veja mais:
V Encontro Brasileiro de Estudos Judaicos

O Globo, Ciência, página 30, em 20/11/2008.
Herodes: mais descobertas
Achadas em Jerusalém tumbas de mulher e nora do rei
Renata Malkes Especial para O GLOBO
JERUSALÉM. Depois de 36 anos de buscas, arqueólogos israelenses anunciaram a descoberta dos túmulos da mulher e da nora do rei Herodes no complexo de Herodium, a
Além dos caixões com os restos mortais da família real, os pesquisadores encontraram ainda os resquícios de um antigo anfiteatro com capacidade para até 750 espectadores.
O estilo suntuoso do mausoléu seria a prova definitiva de que o túmulo encontrado no ano passado no mesmo local pertencia ao próprio Herodes, conhecido por projetos ousados e grandiosos, como a construção das muralhas de Jerusalém.
Segundo o chefe das escavações, o arqueólogo Ehud Netzer, da Universidade Hebraica, o luxo do anfiteatro é característico do período herodiano.
— Nunca vimos pinturas como estas em Israel. Apenas uma foi encontrada intacta, mas temos indícios de mais algumas espalhadas pelo anfiteatro — explicou Netzer.
Há muito acreditava-se que o rei e seus familiares estariam enterrados no gigantesco complexo. A profusão de piscinas, jardins e salas chegou a dificultar o trabalho dos arqueólogos.
— Estou seguro de que Herodium foi construído pela determinação do monarca em entrar para a história. Ele escolheu cautelosamente o local, pois queria ser enterrado numa área isolada, árida, próxima a Jerusalém — disse o pesquisador.
Herodes foi nomeado governador da Galiléia com apenas 25 anos de idade e eleito “rei dos judeus” pelo Senado romano, ficando no poder por pelo menos 34 anos.
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New excavations strengthen identification of Herod’s grave at Herodium: Analysis of newly revealed items found at the site of the mausoleum of King Herod at Herodium (Herodion in Greek) have provided Hebrew University of Jerusalem archaeological researchers with further assurances that this was indeed the site of the famed ruler’s 1st century BCE grave. >>> Leia mais em News@HebrewU, em 19/11/2008.