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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

“Lej Lejá”

Aurora (29/10/2009): “Lej Lejá”: Con la parashá “Lej Lejá”, la Torá se adelanta hasta los inicios del pueblo judío. Nuestro patriarca Abraham ocupa el centro del escenario de la historia, y surge la pregunta de por qué fue elegido Abraham como el primer judío. Abraham era monoteísta. El midrash cuenta cómo Abraham rompió las estatuas de su padre, y sobre Abraham, leemos esta semana: “Y erigió allí un altar para Adonai y proclamó el Nombre de Adonai”. (Génesis 12:8). Pero no queda nada claro que él haya sido el primer monoteísta. Ya en la época de Enosh, hijo de Shet (el eslabón que nos relaciona con Adán y Eva), se dice: “Entonces se empezó a invocar el Nombre de Adonai” (Génesis 4:26). Rashi explica las palabras “se empezó” (hujal) de manera negativa: “de manera profana” (jilul), y así atribuye el monoteísmo a Abraham. Pero otros comentaristas tradicionales -Ibn Ezra, Sforno, Onkelos- explican esas palabras de manera positiva (Onkelos dice: “En sus días se empezó a rezar en Nombre de Dios”). Y sobre Noé también está escrito: “Y construyó Noé un altar para Dios” (Génesis 8:20), sobre el cual ofreció sacrificios en el marco de un ritual muy bien conocido en la Torá. >>> Leia mais, clique aqui.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O misticismo apocalíptico do Apóstolo Paulo


O misticismo apocalíptico do Apóstolo Paulo

Jonas Machado

Editora: PAULUS (2009)

Sinopse: Esta obra apresenta Paulo de Tarso na perspectiva da experiência religiosa, com destaque para os elementos místicos visionários de sua carreira, que fizeram parte do judaísmo e da religiosidade do primeiro século. Tradicionalmente, ele tem sido visto como grande exegeta, pensador e teólogo da Antiguidade, no âmbito dos primórdios do cristianismo. Essa concepção criou uma caricatura anacrônica desse apóstolo, como se fora um teólogo produtor de textos – o que tem caracterizado o labor teológico ocidental dos últimos séculos. Ele vem sendo acusado até mesmo de ter sido o grande pervertedor dos ensinos de Jesus de Nazaré e, consequentemente, de ter sido o criador de uma nova religião que desembocou no cristianismo ocidental que conhecemos. Entretanto, seus próprios escritos, notoriamente as Cartas aos Coríntios, revelam as impressões digitais de um judeu místico apocalíptico, típico do primeiro século. Sua experiência mística, mediada pela comunidade cristã que o acolheu, o tornou um seguidor de Jesus de Nazaré – cujos seguidores caracterizavam nada mais do que uma nova seita judaica naqueles dias. Bem diferente de um teólogo produtor de tratados teológicos, ou de um exegeta que faz análise gramatical de textos sagrados, Paulo foi um místico visionário, com crenças apocalípticas, cuja experiência de revelação lhe deu uma visão renovada das Escrituras e da tradição judaica. Foi um entusiasta carismático, que saiu pelo seu mundo fundando comunidades que vieram a compor as primeiras igrejas cristãs do Ocidente, tendo como base a revelação do Jesus ressuscito que recebera. Essa perspectiva histórico-religiosa, que leva em conta a exegese dos textos paulinos, é fundamental para melhor compreensão de Paulo de Tarso e das origens do cristianismo.


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Saiba mais sobre o Shabat


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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A Leitura da Torá





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domingo, 25 de outubro de 2009

O Sofer (Escriba) e o Pergaminho


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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Jesus, a Torá e os Nebîim, e o pleno cumprimento da justiça em Mt 5,17-20: uma análise exegético-teológica

Jesus, a Torá e os Nebîim, e o pleno cumprimento da justiça em Mt 5,17-20: uma análise exegético-teológica

Marcelo da Silva Carneiro

Dissertação de mestrado em Teologia (PUC-RJ).

Data da defesa: 03/03/2008.

Resumo: Jesus foi um judeu piedoso de seu tempo, observante da Lei, preocupado em cumprir a vontade de Deus. Perceber a relação de Jesus com a Lei nos ajuda a entender a situação das comunidades seguidoras dele na Palestina, em constante confronto com outras propostas de fidelidade à Torá. Nessa dissertação propomos uma análise exegético-teológica de Mateus 5,17-20, para compreender essa relação de Jesus com a Lei, como ele a cumpriu, e que exigências fez a partir de sua própria prática. A afirmação de Jesus, de que veio para cumprir, já suscitou todo tipo de interpretação, e o fato de estar no centro do discurso conhecido como Sermão do Monte só aumenta o seu interesse. Com o auxílio do método histórico-crítico, e ainda a criteriologia elaborada para a pesquisa do Jesus Histórico, é possível fazer uma aproximação do texto ao mesmo tempo científica e piedosa, legitimamente interessada nas afirmações daquele que é considerado o maior mestre de todos os tempos.


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Rede Globo – Série Sagrado

Rede Globo – Série Sagrado

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Os pergaminhos da Torá do Museu Nacional: crítica textual dos rolos referentes ao livro do Gênesis

Os pergaminhos da Torá do Museu Nacional: crítica textual dos rolos referentes ao livro do Gênesis

Carlos Alberto Ribeiro de Araújo

Tese de doutorado em Teologia (PUC-RJ).

Data da defesa: março de 2006.

Resumo: A pesquisa envolve a crítica textual do livro do Gênesis transcrito em IX rolos de pergaminhos pertencentes ao acervo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, conhecidos como Pergaminhos Ivriim. Seu texto encontra-se como fragmentos de livros e livros completos da Torá, compilado em Hebraico consonântico quadrático, tendo sido comprados por D. Pedro II, Regente do Segundo Reinado Brasileiro, em sua primeira viagem à Europa, entre 1871 a 1872. A análise envolve a elucidação, segundo os princípios formulados por eruditos do Antigo Testamento, das características massoréticas, divisões e erros de transcrição presentes nos rolos I, II e III referente ao texto do Gênesis. Além disso, algumas questões foram especialmente apontadas, tais como, o critério utilizado para validar as variantes textuais, as razões para apontar a possível família textual e o período de sua transcrição. As conclusões puderam ser obtidas a partir da confrontação textual entre o livro do Gênesis na Torá do Museu Nacional com as transcrições de diferentes períodos do texto Hebraico: massorético primitivo, medieval tardio e contemporâneo. Estes foram relacionados entre si sob três diferentes níveis: o primeiro abrangendo a colação das variantes textuais, o segundo envolvendo a análise, e o terceiro enfocando a possível família textual da Torá do Museu Nacional. >>>> Leia mais, clique aqui.

Jarras de pedra das Bodas de Caná

O site abaixo mostra jarras de pedra encontradas numa escavação feita na Velha Jerusalém e que se presume pertença a uma casa destruída em 70 E.C. Dica do Prof. MS. Lair Amaro.


Stone water jars from the Burnt House in Jerusalem: The Bible describes how Jesus and his friends went to a wedding at the village of Cana, in Galilee. You can read the full account in John's Gospel, chapter 2, verses 1-11. At that time, rural weddings were major social events that went on for days. Everyone was invited. The feasting was something amazing. This particular account in John's Gospel records how the wedding ran out of wine - a social catastrophe of unimaginable proportions. Jesus solved the host's embarrassment by changing the water in six large jars into wine. >>> Leia mais, clique aqui.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A estela de MESA: uma introdução à arqueologia e à literatura de Moab

A estela de MESA: uma introdução à arqueologia e à literatura de Moab

Vinicius Galleazzo

Dissertação de mestrado em Ciência da Religião (UMESP)

Data da defesa: 26/02/2008.

Resumo: Essa dissertação faz uma introdução aos aspectos arqueológicos e literários de Moab, temática carente de publicações em língua portuguesa. Trata, primeiramente, dos fatos relacionados à descoberta da inscrição de Mesa na segunda metade do século 19, das disputas diplomáticas que ocasionaram a destruição da inscrição, bem como das obras científicas que, durante as décadas seguintes, abordaram o assunto. Na seqüência, apresenta as principais características geográficas e arqueológicas de Moab, durante as Idades do Bronze Recente, do Ferro Antigo e do Ferro Recente, dando especial atenção aos assentamentos humanos, mas também às grandes construções e às esculturas, consideradas recursos culturais necessários ao estado moabita, patrimonial e segmentário, que fazia uso de metáforas domésticas para referendar sua hegemonia; além do mais, apresenta o lugar de Moab no mundo assírio, e sua importância como rota comercial. A tradução da estela de Mesa, os comentários filológicos e a análise da sua forma e do seu gênero literário, apontam para um texto elaborado a partir de ferramentas literárias claras, utilizado para marcar o poder da monarquia moabita. Tais aspectos arqueológicos e literários sustentam que o desenvolvimento de Moab ocorreu após o fim da dominação do Israel omrida, além de sugerirem um novo olhar sobre a Bíblia Hebraica.


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A Bíblia desperta

Carta Capital (02/10/2009): A Bíblia desperta: O deus dos quadrinhos encontra o deus do paraíso no Gênesis. Nesta novela gráfica de 216 páginas, prometida ao Brasil no final de outubro pela editora Conrad, o autor Robert Crumb prossegue espicaçando o establishment cultural, desinteressado de ocupar a cadeira dos tranquilos. No panteão deste Crumb de 66 anos, fervem em histórias os hebreus, os nascidos de Jacó e Esaú, o morticínio do qual sobreviveu o plantador de videiras Noé, toda a aventura egípcia, incestos e fornicações, como as viu e perpetrou o primeiro livro dos cristãos. Na terça-feira 29, em entrevista por telefone à CartaCapital a partir da França, país onde vive há 16 anos por insistência da mulher, Aline Kominsky, e ainda trazendo na fala a forte musicalidade americana, Crumb disse esperar pelo pior. Dos judeus ortodoxos, ele aguarda a repulsa por ter reproduzido a imagem de Deus. Dos cristãos fundamentalistas, ele crê que possam vir as trevas, nascidas de sua obediência ao verbo às vezes modificado das escrituras. Problema deles, diz Crumb.


Clique aqui para ler a íntegra da entrevista com Robert Crumb

Conheça mais sobre a Cabala

Globo News Especial (17/10/2009)

domingo, 18 de outubro de 2009

Saiba mais sobre o judaísmo (entrevista com o Rab. Nilton Bonder)

Mais Você (16/10/2009)

sábado, 17 de outubro de 2009

Quando ter uma religião já não é mais obrigatório. Entrevista especial com Denise dos Santos Rodrigues

IHU (17/10/2009): Quando ter uma religião já não é mais obrigatório. Entrevista especial com Denise dos Santos Rodrigues: Com a tese Os "sem-religião" e a crise do pertencimento institucional no Brasil: o caso fluminense, Denise dos Santos Rodrigues dissecou, como nos disse, um grupo classificado como “sem-religião” e, então, descobriu que, dentro dessa “categoria”, há pessoas com diferentes crenças, fé e representações de Deus, e outras que simplesmente não têm qualquer vínculo com religiões. “Encontrei uma série de pessoas que eram desconvertidas, que tinham tido alguma religião, mas romperam com ela, algumas foram se desligando por falta de tempo, outras não tiveram formação religiosa. Há ainda os buscadores, pessoas que ficam transitando entre um grupo e outro, o reflexo de um comportamento da nossa época. E, classifiquei também os autênticos, pessoas que reivindicam uma forma particular de relação com o divino, elas dizem que tem sua própria religião”, contou ela durante a entrevista que concedeu à IHU On-Line por telefone. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho, Denise dos Santos Rodrigues é mestre em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro e doutora em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é professora ligada à prefeitura do Rio de Janeiro. >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

“Bereshit”

Aurora (15/10/2009): “Bereshit”: En el Midrash Rabá está escrito que El Santo Bendito Sea, al planificar el mundo, lo creó teniendo en mente un plan general de Creación. (Bereshit Rabá 1:1-2). Y Él dijo y fue el mundo. Seis días de Creación y en un orden claro, Él Crea desde la luz hasta el ser humano: “Y vio Dios todo lo que había hecho y he aquí que era muy bueno” (Génesis 1:31). Ese fue el plan de Dios, y después de ello, Él entrega todo en manos de Adán y sus descendientes. Lo que fue creado fue muy bueno, y así será. Si quiere destruirlo y exterminarlo, tiene la opción de elegir. El ser humano es el que decide, el ser humano es el jardinero del Jardín del Edén y es la Humanidad que se desarrolla para bien o mal. La libertad dada al ser humano es total. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Encontradas pegadas milenares em mosaico romano em Israel

G1 (14/10/2009): Encontradas pegadas milenares em mosaico romano em Israel


Arqueólogos israelenses encontraram pegadas humanas de 1.700 anos na cidade de Lod, ao desenterrar um mosaico romano para trasladá-lo aos laboratórios de conservação.


As incomuns pegadas de um pé e de sandálias típicas da época são provavelmente dos artistas que fizeram o mosaico e apareceram na camada de massa inferior sobre a que se colavam os fragmentos, informou hoje em comunicado a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI).


"É excitante. É a primeira vez que encontro uma prova humana como esta sob um mosaico", afirma na nota Jacques Neguer, diretor do Departamento de Conservação da AAI.


Um dos mais belos e grandes achados em Israel - tem 180 metros quadrados -, o mosaico foi descoberto em Lod, ao sudeste de Tel Aviv, em 1996 mas então pôde ser desenterrado não existiam fundos para os trabalhos de conservação e reconstrução.


Coloridos tapetes, plantas e animais de distintas espécies enfeitam a composição, que aparentemente foi feita para a casa de rico cidadão romano.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Simpósio Narrar Deus


Simpósio Narrar Deus

X Simpósio Internacional IHU: Narrar Deus numa Sociedade Pós-Metafísica. Possibilidades e impossibilidades.
Faça o download
(arquivo zip).

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sonhos nos textos bíblicos e na literatura talmúdica

Revista Horizonte - volume 6 - nº 11 - dezembro de 2007

Sonhos nos textos bíblicos e na literatura talmúdica

Edgar Leite

Resumo: Este estudo desenvolve uma análise do desenvolvimento do papel dos sonhos e das visões na literatura bíblica. Busca apontar as diferentes abordagens do tema segundo os diversos redatores bíblicos e seus momentos históricos específicos. Pondo em relevo, principalmente, o papel da literatura profética e das ações do Estado como introdutores de uma relativização do caráter dos sonhos como elementos justificadores teológicos. Discutimos, a seguir, a recepção desse material pelos rabinos, autores do Talmude. Apontamos que a discussão rabínica sobre o tema segue a perspectiva literária mais ampla, mas aprofunda as preocupações gerais com o império das visões sobre o olhar religioso. Provavelmente por conta das trágicas experiências políticas derivadas do pensamento apocalíptico e sua inclinação geral às revelações oníricas. De forma geral, os rabinos do Talmude procuram resolver o problema do papel instabilizador dos sonhos através do simultâneo reconhecimento de sua importância e redução ou delimitação de sua relevância conquanto experiência de revelação religiosa.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Sheminí Atzéret e Simchát Torá (2009 / 5770)

Sheminí Atzéret e Simchát Torá (2009 / 5770)

10 a 11 de outubro, 2009





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