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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Stone Vessel with 'Priestly Inscription' Uncovered In Jerusalem

Arutz Sheva (30/07/2009): Stone Vessel with 'Priestly Inscription' Uncovered In Jerusalem: A rare 2,000-year-old ritual vessel made of limestone and inscribed with 10 lines of text has been discovered in an excavation near the Zion Gate of the Old City of Jerusalem. It is an unprecedented find, according to Dr. Shimon Gibson, the archaeologist who heads the University of North Carolina team conducting the dig. >>> Leia mais, clique aqui.

Tu BeAv 5769 (05 de agosto de 2009)

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Tu BeAv

quinta-feira, 30 de julho de 2009

El Decálogo: el código básico de Israel

Aurora (30/07/2009): El Decálogo: el código básico de Israel: La porción de la Torá de la presente semana (parashá Vaetjanán [Deuteronomio 3:23-7:11]) nos cuenta, que al comienzo del segundo discurso (5:1-11:32) pronunciado ``al otro lado del Jordán'' para introducir el gran código deuteronómico (12:1-26:15, 26:16-28:68), Moisés recapituló la historia pasada de Israel, remontándose hasta la teofanía del Horeb/Sinaí y al Decálogo (5:2-31). Según esta versión deuteronomista de los hechos, Yahveh le habría revelado a Israel sólo los ``Diez Mandamientos'' en el Sinaí, mientras que el resto de las leyes habrían sido entregadas al pueblo hebreo por medio de Moisés en las estepas de Moab. (Nota: De acuerdo al libro de Éxodo, Moisés ``refirió al pueblo todas las palabras de Yahveh y todas las normas'' [24:3] en el monte Sinaí, sugiriendo que junto con el Decálogo, también las otras leyes les habrían sido otorgadas a Israel en ese mismo lugar sagrado. La fuente sacerdotal, por su parte, asumió una posición intermedia: Moisés habría recibido en el Sinaí no sólo el Decálogo sino también otras ordenanzas como las referidas al Tabernáculo y los sacrificios [Éxodo 25-29; Levítico 1-7] o las leyes sobre el año sabático y el jubileo [Levítico 25], pero con todo eso las leyes las entregó en las estepas de Moab, principalmente aquellas referidas a la conquista de la tierra y su división [Números 33:50-56; 35:1-8; 36]). (Nota: Para detalles, ver El mundo de la Biblia: Deuteronomio [Tel Aviv, 1999] p. 73).


En la antigüedad, la mayoría de los intérpretes entendieron que Dios le habría revelado a Israel el Decálogo en su totalidad. Como decía Flavio Josefo (siglo I e.c.): ``Todos oyeron una voz que les llegaba de arriba, de tal modo que no se les escapó ni una sola de las palabras [...] La multitud se regocijó al oír a Dios mismo dar los preceptos de los cuales les había hablado Moisés, y la congregación se disolvió'' (Antigüedades Judías III, v, iv-vi; en: Obras Completas de Flavio Josefo [Buenos Aires: Acervo Cultural/ Editores, 1961] págs. 189-190). Sin embargo, otros estudiosos concluyeron que sólo los dos primeros mandamientos habrían sido oídos por el pueblo directamente de la boca de Dios mismo, mientras que el resto de los mismos habrían sido comunicados a Israel por Moisés. Como lo afirmaba Rabí Josué: ``Los israelitas oyeron solamente dos mandamientos: Yo soy Yahveh tu Dios ... y No habrá para ti otros dioses delante de mí'' (Cantar de los Cantares Rabba 1:2 [traducción mía]). Según J. Kugel, esta conclusión se habría debido al fenómeno literario, que después del uso de la primera persona en los dos primeros mandamientos (``Yo, Yahveh, soy tu Dios...''; ``No habrá para ti otros dioses delante de mí...''), el texto utiliza a partir de aquí en adelante la tercera persona para referirse a Dios (¿No tomarás en falso el nombre de Yahveh, tu Dios; porque Yahveh no dejará...''). (Nota: Para más detalles, ver The Bible as It Was [Cambridge, Ma./London, England: The Belknap Press of Harvard University Press, 20004] págs. 376-377). >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Brasil entra em campo

Blog do Noblat (29/07/2009): Luiz Cláudio Cunha: O Brasil entra em campo: Todos lembram da cena comovente, após a virada de 3 a 2 contra os Estados Unidos no último domingo de junho, na final da Copa das Confederações, em Joanesburgo: os jogadores da seleção brasileira ajoelhados no gramado, erguendo e deitando várias vezes a testa no chão, voltados para Meca, erguendo as duas mãos em agradecimento às graças do profeta Maomé... (...) A Fifa viu – e não entendeu. Fez um alerta à CBF para "moderar" a atitude dos jogadores mais religiosos e só não puniu os atletas porque a rezadeira aconteceu após o apito final do juiz. "Religião não tem lugar no futebol", disse Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação de futebol da Dinamarca, que reclamou do exagero brasileiro à Fifa. "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Não podemos deixar a política entrar no futebol, e a religião também precisa ficar fora", disse o cartola ao jornal Politiken, de Copenhague. No Brasil, todo mundo viu, mas ninguém estranhou, nem reclamou – como certamente fariam, com indignação, se houvesse uma explícita manifestação muçulmana em campo. Aquele gesto de contrição planetária no sul da África, via satélite, acabou revelando um pouco mais de um fenômeno cada vez menos sutil da realidade brasileira: a invasão da religião nas instâncias de poder, nas frestas da sociedade, sob o patrocínio ou complacência das autoridades, atropelando o caráter laico que deveria prevalecer no país há 120 anos, desde a proclamação da República. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 26 de julho de 2009

Isaac e Édipo

O Globo, Opinião, página 7 (26/07/2009)

Isaac e Édipo

VERISSIMO

Kalman J. Kaplan ensina nas universidades americanas de Wayne State e Illinois.

Tem escrito sobre paralelos bíblicos para os mitos gregos e publicou uma comparação das histórias de Isaac e Édipo, duas versões para o drama familiar que, segundo a ortodoxia freudiana, está na origem da civilização e das suas neuroses. Isaac era o filho amado que Deus mandou Abraão imolar, Édipo o filho enjeitado condenado a cumprir a profecia feita a seu pai de que um filho o mataria. São duas figuras igualmente sacrificiais e expiatórias, e Kaplan estranha que Freud, mesmo sendo um judeu secular, não tenha preferido o exemplo bíblico ao grego para a sua tese sobre o conflito mais antigo da humanidade. O que diferencia Isaac de Édipo é a natureza do sacrifício e a consequência da expiação de cada um. Deus poupa Isaac da imolação e pai e filho chegam a um acordo que, no fim, é o acordo inaugural do judaísmo. Os terrores do filho diante do pai são atenuados pela sua ritualização — como a circuncisão, que é uma castração simbólica — e o terror do pai diante do filho é transferido: a vinda do Messias, o filho que sustará ele mesmo a faca imoladora e desafiará o pai, fica para um futuro indefinido. Já Édipo cumpre a sua danação. Mata o pai, ganha as glórias passageiras do reino de Tebas e da cama da mãe, mas é derrotado pelo remorso. Sucumbe ao destino reincidente de todo homem e inaugura não uma religião mas um complexo.

O Jesus das escrituras tem muitos precedentes em mitos da antiguidade, heróis expiatórios de outras culturas cujo martírio precede a ressurreição e voltam dos seus abismos e das suas provações como líderes ou deuses A especulação, hoje disputada, de Freud era que todos os mitos de redenção tinham origem na revolta dos filhos rebeldes contra o pai tirano, nas hordas primitivas. Os filhos matavam e comiam o pai e aplacavam o remorso, o medo de serem literalmente comidos por dentro em retribuição, designando um dos seus como o culpado, sacralizando o crime e o criminoso e imolando o irmão/herói numa oferenda ao pai vingativo. Os mitos judaicos e os mitos gregos substituíam o monomito primevo de formas diversas, mesmo que os dois mitos fossem essencialmente os mesmos. A história de Isaac é um mito de conciliação, a de Édipo, um mito de recorrência trágica. As duas buscam a superação do conflito pai x filhos, a de Isaac pela integração sob os olhos de Jeová — nas palavras do profeta Malaquias, “e converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição” — a de Édipo pela resignação aos ciclos da condição humana, inegociáveis, pelo menos até que venha a psicanálise. Já a tradição messiânica dá no Cristo, cujo triunfo histórico se deve ao seu ineditismo. No mito cristão o filho confronta o pai, mas filho e pai são a mesma coisa. O pai não mata o filho, o filho é imolado em oferenda a si mesmo. E é a carne do irmão/herói, não a do pai, que os irmãos comem, simbolicamente, na eucaristia, subvertendo o rito primevo enquanto o repetem.

E o mito cristão não é cíclico. Ele rompe a reincidência protelatória do mito judaico e a dos eternos retornos do mito grego. Seu herói venceu, expiou a culpa coletiva transformando-se por nós no seu próprio pai sem precisar matá-lo, e, em vez de um acordo como o de Isaac com Abraão com a bênção de Jeová ou a submissão a um destino trágico como a de Édipo, trouxe uma novidade que nenhum mito, antes, oferecera: a salvação.

Cristãos e Judeus

Cristãos e Judeus: Esta página web traz principalmente traduções ao português de artigos que foram publicados em outras línguas sobre o relacionamento cristão-judaico, e outros assuntos. Responsável para esse site é Pedro von Werden SJ, este que também faz as traduções.


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sábado, 25 de julho de 2009

A Bíblia na educação ambiental – a contribuição dos textos ecocêntricos do Antigo Testamento

A Bíblia na educação ambiental – a contribuição dos textos ecocêntricos do Antigo Testamento

Eveline Rachel Moreira de Morais

Mestrado em Ciências da Religião (UCG).

Data da defesa: 31/03/2008.

Resumo: Vivemos uma crise ambiental sem precedentes na história mundial, causada pela idéia antropocêntrica de mundo da sociedade Moderna. Textos ecocêntricos do Antigo Testamento da Bíblia possuem valores distintos dos ideais sobre a natureza propostos pela Modernidade. O presente trabalho destaca, a partir de uma pesquisa bibliográfica e através de uma abordagem temática que não faz a exegese dos textos e sim apresenta os estudos feitos pelos exegetas, os valores ecocêntricos contidos nos textos de Gênesis 1,1-2,4a; 6-9, Êxodo 23,10-11, Deuteronômio 22,6-7; 20,19-20 e 23,13-15, Salmos 8 e 104 e o livro de Jó. Percebe-se que os valores contidos nestes textos da tradição judaico-cristã podem ser utilizados pela educação ambiental de forma interdisciplinar, contribuindo para o atual processo de construção do novo paradigma ecológico.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Mensagens a Deus agora pelo Twitter

Estadão (24/07/2009): Mensagens a Deus agora pelo Twitter: Durante séculos os judeus depositaram orações escritas em pedaços de papel nos vãos ancestrais entre as pedras do Muro das Lamentações, na Cidade Velha de Jerusalém. Nos últimos anos, as orações puderam ser enviadas por fax ou e-mail - e, agora, também podem ser mandadas via Twitter. O Muro das Lamentações acaba de receber seu próprio endereço na rede de microblogs, permitindo que fiéis de todo o mundo deixem suas orações entre as pedras do muro de 2 mil anos sem deixar o conforto de seus lares.


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  • IHU (24/07/2009): 'Caro Deus, escrevo-te pelo Twitter': Através de uma página da Internet, os judeus de todo o mundo podem enviar suas orações ao Muro das Lamentações. Voluntários israelenses imprimem os pedidos e colocam os bilhetes entre as frestas do muro. A reportagem é de Susanna Nirenstein, publicada no jornal La Repubblica, 23-07-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. (...) "Tweet Your Prayer @TheKotel", afirma o novo site, ou seja, "Conecte-se com o Kotel", o Muro das Lamentações de Jerusalém, a única parte que sobreviveu do templo destruído pelos romanos em 70 d.C., um lugar de peregrinação para milhões de fiéis, considerado quase como um canal direto com o Senhor dos judeus, que, às centenas, a cada dia, depositam ali a sua súplica, o seu pensamento, a sua mensagem (Barack Obama também o fez durante a sua última viagem). (...) E assim, o Tweet Your Prayers, e a velocidade da ideia, faz pensar na intensa relação que os judeus têm com a modernidade, em uma espécie de um "corpo a corpo com a história", como David Bidussa escreveu recentemente, que se manifesta tanto no mundo secular (na filosofia, nas ciências, no cinema...), como na vida religiosa, com todas aquelas maquinarias eletrônicas que permitem que se respeite mais comodamente as rígidas regras do Sábado. Portanto, Tweet Your Prayers (ou melhor, www.twitter.com/TheKotel). E se a oração é longa, mande-a, ao contrário, ao The Kotelymail.com por e-mail. Para informações, www.tweetyourprayers.info.
  • BBC Brasil (24/07/2009): Serviço envia preces a Jerusalém pelo Twitter
  • FSP online (24/07/2009): Serviço envia preces ao Muro das Lamentações pelo Twitter

Mini-Guia 17 TAMUZ E TISHA B' AV (2009)

CJB: Mini-Guia 17 TAMUZ E TISHA B' AV (2009): O dia 17 de Tamuz (em 5769 corresponde a 09/07/2009) marca o início da destruição de Jerusalém (quebra dos muros da cidade), que culminou com a destruição do Templo em 9 de AV (Tishá B'Av), correspondendo, em 5769, à noite de 29/07/2009 e 30/07/2009. O dia 17 de Tamuz é um dia de jejum, que se inicia com o nascimento e termina com o por do sol, mas se fazem as atividades normais do dia-a-dia. [Tishá BeAv] Esta é a data mais triste do calendário judaico, data da destruição do primeiro e do segundo Templos, também marcada por jejum, que se inicia na noite de 9 de Av e termina ao pôr-do-sol do dia seguinte. Se cair em Shabat, é transferido para domingo. Seudah Hamafsekes: A refeição que precede o jejum, é chamada de Seudah Hamafsekes (a refeição que interrompe) deve refletir o tom de luto de um dia de jejum. Não deve haver nesta refeição nem carne (incluindo peixe), nem nenhuma bebida alcoólica. Costuma-se comer principalmente ovo, pois o ovo é uma comida de enlutado. E esta refeição deve ocorrer aproximadamente uma hora e meia antes do por do sol.


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'Caro Deus, escrevo-te pelo Twitter'

IHU (24/07/2009): 'Caro Deus, escrevo-te pelo Twitter': Através de uma página da Internet, os judeus de todo o mundo podem enviar suas orações ao Muro das Lamentações. Voluntários israelenses imprimem os pedidos e colocam os bilhetes entre as frestas do muro. A reportagem é de Susanna Nirenstein, publicada no jornal La Repubblica, 23-07-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. (...) "Tweet Your Prayer @TheKotel", afirma o novo site, ou seja, "Conecte-se com o Kotel", o Muro das Lamentações de Jerusalém, a única parte que sobreviveu do templo destruído pelos romanos em 70 d.C., um lugar de peregrinação para milhões de fiéis, considerado quase como um canal direto com o Senhor dos judeus, que, às centenas, a cada dia, depositam ali a sua súplica, o seu pensamento, a sua mensagem (Barack Obama também o fez durante a sua última viagem). (...) E assim, o Tweet Your Prayers, e a velocidade da ideia, faz pensar na intensa relação que os judeus têm com a modernidade, em uma espécie de um "corpo a corpo com a história", como David Bidussa escreveu recentemente, que se manifesta tanto no mundo secular (na filosofia, nas ciências, no cinema...), como na vida religiosa, com todas aquelas maquinarias eletrônicas que permitem que se respeite mais comodamente as rígidas regras do Sábado. Portanto, Tweet Your Prayers (ou melhor, www.twitter.com/TheKotel). E se a oração é longa, mande-a, ao contrário, ao The Kotelymail.com por e-mail. Para informações, www.tweetyourprayers.info.

Jejum de Tishá BeAv (2009)

Informativo Online Semanal do Beit Lubavitch – Número 98, em 23/07/2009.


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Tishá beAv


quinta-feira, 23 de julho de 2009

El Deuteronomio: ¿la primera Torá de Moisés?

Aurora (23/07/2009): El Deuteronomio: ¿la primera Torá de Moisés?: Con la porción de la Torá de la presente semana (parashá Devarim [Deuteronomio 1:1-3:22]) se da comienzo a la lectura del quinto y último libro del Pentateuco, llamado en hebreo Devarim (según la práctica en el Antiguo Oriente de llamar a una composición por las primeras palabras de su comienzo) y en español Deuteronomio (según el griego deuteronomion y el latín Deuteronomium que significan ``la segunda Ley'', en el sentido de que en este libro se repiten las palabras de la Torá que aparecen en los libros anteriores del Pentateuco). (Nota: La palabra Deuteronomio es la traducción en griego de la expresión hebrea mishné torá [Deuteronomio 17:18], cuyo significado original era: ``copia de la Torá''. Siglos después, Mishné Torá sería el título de la colección halájica escrita por el afamado sabio y jurista medieval Maimónides, a manera de resumen de toda la tradición legal judía hasta su época).

Jewish Holiday Calendar

Jacob Richman's 3 Year Jewish Holiday Calendar



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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Quando Jesus é uma ponte para o islã

IHU (22/07/2009): Quando Jesus é uma ponte para o islã: "O que dizer, pois, do Jesus do qual fala o islã, ou melhor, que fala no islâ? E, sobretudo, que crédito histórico e teológico conceder-lhe?". Essa é a pergunta que Enzo Bianchi, monge e teólogo italiano, se coloca em artigo para o jornal La Stampa, 11-07-2009. Segundo ele, "as recíprocas identidades [de cristãos e muçulmanos] não podem senão sair enriquecidas por este diálogo respeitoso e fecundo" entre as duas fés. A tradução é de Benno Dischinger.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Shabat e a conservação do judaísmo. O sétimo dia faz renascer a quintessência e a partícula elementar do universo

Shabat e a conservação do judaísmo. O sétimo dia faz renascer a quintessência e a partícula elementar do universo

Aleksandra Lavor Serbim Umbelino

Mestrado em Antropologia (UFPE)

Data da defesa: 28/04/2003.

Resumo: Este estudo trata do ritual judaico do Shabat, visto aqui como um rito de passagem do momento profano para o sagrado. Shabat, que em hebraico significa repouso, é o período correspondente ao sétimo dia, o sábado. Como no calendário judaico o dia se inicia no final da tarde, o Shabat tem seu início no pôr do sol da sexta-feira, indo até o pôr do sol do sábado. Por ser um ritual milenar, é mostrada a sua origem, sua descrição, o espaço que ele ocupa no ciclo semanal judaico, a sua vivência ao longo de todo esse tempo de existência, e de que forma ele colabora para a manutenção do próprio povo e cultura judaica. É analisado como esta tradição ainda pode servir de referência de identidade, apesar de todas as mudanças sócio-culturais ocorridas através do tempo, seja pelas diásporas ou pelas necessidades de transformações e adaptações existentes na sociedade moderna. Para isso o estudo tem na etno-história em elemento fundamental para as análises feitas, o que faz desta uma pesquisa de cunho diacrônico e sincrônico. Como o foco é o Shabat na atual comunidade judaica do Recife, para a construção desta etnografia é buscado o espaço que esse rito ocupa em Pernambuco, desde o período quinhentista, época dos cristãos-novos e cripto-judeus em meio à inquisição, passando pela posterior formação da primeira comunidade judaica de Pernambuco, no século XVII, até emergir a segunda (atual) comunidade. Assim é possível compreender a dinâmica do Shabat, com seus resquícios de interculturalidade da sociedade local e sua vivência na comunidade judaica. Foi escolhido o Grupo Renascer (atualmente denominado de Congregação Israelita de Pernambuco - CIPE), para a realização do estudo sincrônico. A idéia central reside na afirmação de que, apesar do Shabat se apresentar na atual comunidade de forma tênue, dando uma possível percepção de sua fragmentação devido às mudanças sócio-culturais, ele continua com a mesma força que sempre fez dele um rito de integração do povo e perpetuação dos valores judaicos. A sua mudança é tida como um fenômeno necessário para que ele permaneça. Deste modo, a compreensão do objeto é construída a partir dessa dialética entre mudança X continuidade. Os conceitos principais trabalhados são os de: identidade, tradição e memória social. Todo o âmbito da pesquisa é feito a partir do olhar da antropologia simbólica e do imaginário, sendo utilizados também os seguintes instrumentos da antropologia complexidade: a migração de conceitos e a metáfora. Através desses instrumentos é construída uma ponte entre os fenômenos antropológicos em questão com a história e leis da química. Deste modo, o escrever metafórico e os conceitos utilizados gerarão em torno do universo alquímico, especificamente os quatro elementos (fogo, água, terra e ar), a busca pelo quinto elemento (ou Quintessência), e o desenvolvimento da química moderna, destacando a Lei da Preservação da Matéria (de Lavoisier) para mostrar que embora a expressão da tradição do Shabat tenha se transformado, este ritual continua servindo como elemento fundamental para a conservação do judaísmo.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Manuscrito bíblico recebe milhões de visitas na internet

CEBI (16/07/2009): Manuscrito bíblico recebe milhões de visitas na internet: Em uma semana, desde que foi inserido na rede mundial de computadores, no dia 6 de julho, o manuscrito de parte da Bíblia conhecido como Codex Sinaiticus, com cerca de 1.600 anos, recebeu mais de 100 milhões de visitas, informou a Biblioteca da Universidade de Leipzig, na Alemanha. >>> Leia mais, clique aqui.


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Codex Sinaiticus