IHU – Entrevista da Semana: Gianni Vattimo: Liberdade. Uma herança do cristianismo: Em entrevista concedida por e-mail para a IHU On-Line, o filósofo italiano Gianni Vattimo fala sobre a necessidade da religião para uma sociedade laica e liberal e afirma que “sociedade liberal e sociedade laica são resultados de uma pertença religiosa da qual nos libertamos aos poucos, conservando, no entanto, muitos traços dela, que constituem seu sustento”. >>> Leia mais, clique aqui.
Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
¿El judaísmo prefiere sacrificios reales o espirituales?
Aurora (26/03/2009): ¿El judaísmo prefiere sacrificios reales o espirituales? - Dr. Adolfo Roitman - El sacrificio era un medio básico por el cual los israelitas se comunicaban con Dios; era el instrumento por el cual las gracias eran ofrecidas, las peticiones hechas y el perdón buscado. El dar regalos era formal y ritualizado; lo mismo lo era en el caso de las relaciones entre Dios y los israelitas. >>> Leia mais, clique aqui.
Deus e a literatura latino-americana: a construção de uma identidade
Segue reportagem sobre a palestra do Professor Paulo Soethe, Narrativas de Deus na Literatura Latino-americana.
IHU (27/03/2009): Deus e a literatura latino-americana: a construção de uma identidade: a construção de uma identidade: Na literatura, Deus também é brasileiro. E passeia por toda a América Latina, provocando e sensibilizando novas narrativas entre os autores. Esse foi também o caminho que o Prof. Dr. Paulo Soethe percorreu em sua palestra "Narrativas de Deus na Literatura Latino-americana", na tarde desta quinta-feira, 26, como parte da programação da Páscoa IHU 2009.
Veja mais:
“Não ler a Bíblia é como ser cego”
Revista Época (28/03/2009)
“Não ler a Bíblia é como ser cego”: Para o escritor americano David Plotz, a Bíblia é uma leitura obrigatória para entender a sociedade atual. Judeu por origem, David Plotz tornou-se agnóstico ao longo da vida, embora tenha mantido o interesse pela religião e pela tradição judaicas. Em 2006, estava tão entediado durante o bat mitzvah da prima – a cerimônia que marca o início das responsabilidades religiosas dos judeus, realizada aos 12 anos para as meninas e aos 13 para os meninos – que começou a ler a Bíblia. Indignado com uma história que leu no Gênesis, e que não conhecera quando criança, decidiu, segundo suas palavras, descobrir o que aconteceria se um “ignorante” lesse o livro no qual sua religião está baseada. Plotz narrou sua experiência em um blog, editado num livro lançado neste mês nos Estados Unidos, cujo título pode ser traduzido como “O bom livro: as coisas bizarras, hilárias, perturbadoras e maravilhosas que aprendi quando li cada palavra da Bíblia”. >>> Leia mais, clique aqui.
sexta-feira, 27 de março de 2009
ONU aprova resolução contra a difamação de religiões
FSP (27/03/2009): ONU aprova resolução contra a difamação de religiões
O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou ontem resolução que recomenda a aprovação de leis contra a difamação de religiões. O texto, proposto pelo Paquistão em nome dos países muçulmanos, foi criticado por governos ocidentais e por uma aliança de grupos ativistas por limitar a liberdade de expressão.
Cerca de 180 organizações religiosas, seculares e de imprensa fizeram campanha contra a resolução, que, afirmam, "pode ser usada para silenciar e intimidar ativistas de direitos humanos, dissidentes religiosos e outras vozes independentes".
A resolução teve apoio de 23 dos 47 membros do Conselho. Onze países rejeitaram o texto, e 13 se abstiveram, entre eles o Brasil.
quinta-feira, 26 de março de 2009
A narrativa literária de Deus na América Latina
IHU (26/03/2009): A narrativa literária de Deus na América Latina: Que sociedade é essa que estamos inseridos, atualmente? Para alguns, essa é uma sociedade pós-metafísica, uma sociedade que busca apoio da religião, mas reconstrói a genealogia da razão com pessimismo, de maneira considerada até derrotista. Como narrar Deus nessa sociedade?>>> Leia mais, clique aqui.
''A origem das espécies''. Gênesis 1 e a vocação científica do homem
IHU (25/03/2009): ''A origem das espécies''. Gênesis 1 e a vocação científica do homem: Reproduzimos na sequência um extrato do ensaio, publicado no número 3807 da revista La Civiltà Cattolica, com a data de 07 de fevereiro de 2009 (veja a notícia anterior). O autor do artigo é Jean-Pierre Sonnet, jesuíta, professor da Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma. Quando se fala das origens, para os cristãos de nosso tempo o desafio é o de viver uma dupla cidadania: uma fidelidade inteligente ao ensino de Gênesis 1 e uma abertura atenta às propostas da pesquisa científica. [...] Contudo, hoje eles devem afinar essa dupla lealdade, num tempo em que alguns se divertem jogando as noções da criação uma contra a outra, sob a forma de ideologias – criacionismo e evolucionismo – reciprocamente excludentes. Para os defensores do evolucionismo, voltar ao poema inicial do Gênesis significa uma regressão a uma forma de obscurantismo incompatível com a racionalidade da idade moderna. Neste ensaio buscaremos demonstrar que a referência aos primeiros capítulos do Gênesis não implica em absoluto uma renúncia da inteligência. [...] Uma racionalidade luminosa atravessa estes textos, capazes de falar a cada homem razoável, e em particular ao homem de ciência contemporâneo. [...] >>> Leia mais, clique aqui.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Crença no Arrebatamento é colagem de textos bíblicos, dizem especialistas
G1 (16/03/2009): Crença no Arrebatamento é colagem de textos bíblicos, dizem especialistas: Tentativa de harmonizar profecias apocalípticas data do século 19. Autores da Bíblia escreveram pensando em seu contexto imediato. "Em caso de Arrebatamento, este veículo ficará desgovernado." Adesivos com esses dizeres podem ser vistos nos carros de evangélicos do mundo inteiro, inclusive no Brasil. A ideia é que, no fim dos tempos, os cristãos realmente fervorosos serão arrebatados (daí o nome) de corpo e alma para o céu, enquanto uma série de catástrofes naturais e políticas afetarão a Terra durante sete anos. Ao fim desse período, Jesus voltará como conquistador ao nosso planeta, derrotando o Anticristo numa grande batalha em Israel. Esse cenário épico é inspirado em várias passagens da Bíblia -- mas é preciso forçar consideravelmente a interpretação do texto sagrado para chegar a ele, de acordo com especialistas.>>> Leia mais, clique aqui.
Maria provavelmente teve outros filhos além de Jesus, dizem historiadores
G1 (25/03/2009): Maria provavelmente teve outros filhos além de Jesus, dizem historiadores: Evangelhos mencionam quatro irmãos e ao menos duas irmãs de Cristo. Interpretação de que eles seriam só primos prevaleceu no Ocidente. A lista "Tiago, José, Judas e Simão" lhe diz alguma coisa? Uma dica: não são nomes de apóstolos. Na verdade, de acordo com o Evangelho de Marcos, estes seriam os irmãos de Jesus, que são citados ao lado de pelo menos duas irmãs de Cristo (cujos nomes não aparecem). Os católicos e ortodoxos normalmente interpretam o trecho como uma referência a primos ou parentes mais distantes do mestre de Nazaré, mas o mais provável é que essa visão seja incorreta. A maior parte dos (poucos) indícios históricos indica que Maria e José realmente tiveram filhos depois do nascimento de Jesus. >>> Leia mais, clique aqui.
domingo, 22 de março de 2009
Fé à luz da antropologia
O Globo, Prosa e Verso, pág.5, em 21/03/2009.
Fé à luz da antropologia
Para René Girard, só o cristianismo é capaz de reconciliar os homens
Regina Schöpke
Em meio a tantas vozes que buscam, cada vez mais, uma compreensão natural dos fenômenos humanos, ergue-se a voz de René Girard para defender que o verdadeiro segredo do homem continua contido na esfera religiosa. “Um antropólogo da violência e do sagrado”, é assim que o próprio Girard (que é membro da Academia Francesa e professor emérito de literatura comparada na Universidade de Stanford), se define ao apresentar sua tese de que o cristianismo, embora também fundado sobre o mito do bode expiatório (mito que estaria na base de todas as religiões arcaicas), é a única religião capaz de levar a uma verdadeira humanização.
Vítima expiatória seria um fenômeno universal Essa tese, defendida em seu livro “Coisas ocultas desde a fundação do mundo”, prolonga e aprofunda outra concepção de Girard: a da “rivalidade mimética”.
Girard — que toma emprestada de Aristóteles a idéia do homem como o animal que melhor tem a capacidade de imitar (“mimesis”, em grego, quer dizer imitação) — defende que, de tempos em tempos, os homens precisam, para apaziguar os ânimos e impedir uma guerra de todos contra todos, de inocentes que expiem as culpas da comunidade ou da sociedade (inocentes que são posteriormente divinizados).
Para ele, a vítima expiatória é um fenômeno universal. É porque os homens estão sempre imitando os outros, querendo aquilo que os outros possuem, que os conflitos se tornam inevitáveis e é aí que o “sacrifício” funciona para diminuir as tensões.
Eis o mecanismo que estaria na base de todas as culturas ou, mais especificamente, na esfera do sagrado desde “a fundação do mundo”: a busca dos culpados, dos que são “responsáveis” pelos males que afligem o grupo e os indivíduos.
Para Girard, a religião cristã também tem sua gênese no bode expiatório (Cristo, segundo ele, teria sido morto para apaziguar a tensão entre uma parte da comunidade judaica e o Império Romano), mas ao contrário das antigas e cruéis religiões, pautadas no sacrifício de sangue, o cristianismo teria desvendado o mito e assim contribuído definitivamente para libertar o sagrado da sua ancestral violência.
Excessos à parte (Girard mostra-se realmente muito entusiasmado com aquilo que ele acredita ser “a descoberta mais fabulosa de todos os tempos”), o que o emérito professor deseja é mostrar que aquilo que os estudiosos tentam entender há tempos (ou seja, o princípio do sagrado) já estava exposto na Bíblia ou, mais especificamente, nos Evangelhos. É por isso, diz ele, que os Evangelhos devem ser lidos à luz da antropologia e não apenas como artigos de fé. É claro que essa idéia não é tão nova (pelo contrário, muitos estudiosos fazem da Bíblia um prolongamento da mitologia).
Girard, que não nega essa proximidade da Bíblia com os mitos sagrados, dá uma saída honrosa para isso, reduzindo todas as religiões ao princípio comum da vítima expiatória, mas fazendo do cristianismo aquele que consegue transcendê-lo, superá-lo.
Eis porque, para ele, não apareceram mais religiões de sacrifício depois do advento do cristianismo.
Adversário convicto de Freud, Marx e Nietzsche, os pilares intelectuais do mundo contemporâneo, Girard ataca em todas as frentes o mundo atual, no qual a rivalidade teria chegado ao extremo e onde ninguém mais se entenderia e nem teria coragem de buscar a verdade — e menos ainda de falar em verdades universais.
É uma luta contra o ateísmo, sem dúvida, mas também é contra os que continuam fazendo do cristianismo uma religião de sacrifício, quando ela é a única, segundo ele, capaz de reconciliar os homens e vencer a violência humana.
Sem dúvida, ao lermos seu livro — que, na verdade, é um “falso debate” entre Girard e os psiquiatras GuyLe forte Jean Michel Oughourlian (dissemos “falso” porque não há verdadeiro debate, e sim um diálogo superficial, montado apenas para que Girard exponha a sua tese) — fica claro que sua intenção maior, a despeito da sua tentativa de conferir cientificidade absoluta às suas idéias, é retirar a todo custo o cristianismo do fundo comum das religiões, hoje tratadas pela antropologia e pelas ciências humanas como manifestações culturais e não mais como o lugar privilegiado da verdade.
É claro que é possível acusar Girard de interpretar “à sua maneira” os textos bíblicos; assim como se pode dizer que as suas conclusões são inteiramente subjetivas (e não científicas, como ele deseja provar). Até porque, para uma religião do amor e do perdão, o cristianismo sacrificou inocentes demais ao longo de sua história. Mas é claro que Girard sabe disso, e é por essa razão que ele insiste em pautar suas conclusões nos textos e não na realidade. Também se pode acusá-lo de simplificar demais as coisas e de continuar buscando a tal “estrutura” que nos unifica e nos explica.
Porém, em um ponto ele tem plena razão: é quando fala sobre a falência intelectual do nosso mundo.
Crítica à hesitação em afirmar ideias com vigor Pelo menos no campo da filosofia, quase mais ninguém tem coragem de afirmar suas idéias de um modo claro e vigoroso.
É como se, depois de Nietzsche e de sua corrosiva crítica à razão e à verdade, todos tivessem medo de cair em algum tipo de dogmatismo ou de serem acusados de acreditar em verdades absolutas.
Mas é bom lembrar que o próprio Nietzsche não teve qualquer receio de afirmar suas ideias. E, afinal de contas, se o pensamento não serve mais para pensar as coisas, o mundo e a si mesmo, ele serve para quê?
REGINA SCHÖPKE é filósofa, historiadora e autora de “Por uma filosofia da diferença”
sábado, 21 de março de 2009
El Shabat: un santuario en el tiempo
Aurora (20/03/2009): El Shabat: un santuario en el tiempo: Dr. Adolfo Roitman: El Shabat habría sido entendido ya en el antiguo Israel como ``un santuario en el tiempo'', en clara oposición a las religiones paganas, que preferían la santidad del espacio. Desde entonces, el Shabat ha seguido funcionando como tal y ha servido a los judíos de punto focal de orientación en una realidad amorfa y caítica, dándole a la existencia un contenido espiritual. >>> Leia mais, clique aqui.
A fé que faz bem à saúde
Revista Época (21/03/2009): A fé que faz bem à saúde: Novos estudos científicos mostram que o nosso cérebro é “programado” para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor. Entenda por que.
Veja mais:
- IHU (12/03/2009): ''Ponto Deus'' no cérebro humano? ''E por que não?''
- IHU (12/03/2009): Descoberta a zona do cérebro onde nasce a fé em Deus
- Cientistas localizam área das crenças religiosas no cérebro
- IHU (11/03/2009): Deus mora no cérebro
- IHU (11/03/2009): O cérebro humano e a fé
- BBC Brasil (06/03/2009): Acreditar em Deus reduz ansiedade e estresse, diz estudo
sexta-feira, 20 de março de 2009
More doubts on Dead Sea Scroll 'Authors'
Time / CNN (18/03/2009): More doubts on Dead Sea Scroll 'Authors': By Tim McGirk. Many of you readers have shown interest in a story I did recently about a Hebrew University Professor, Rachel Elior, casting doubt on the common wisdom that the Jewish sect known as the Essenes were the authors of the Dead Sea Scrolls. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
O Escrito Bíblico e a interpretação em diálogo interdisciplinar: o Diálogo dos Estudos Bíblicos com a História e a Literatura.
Estão abertas as inscrições para o curso “O Escrito Bíblico e a interpretação em diálogo interdisciplinar: o Diálogo dos Estudos Bíblicos com a História e a Literatura”, que será promovido pela Faculdade de Letras/UFRJ de 23 de março a 15 de junho, em 12 encontros.
A coordenadora será a profa. Dra. Cláudia Andréa Prata Ferreira (UFRJ), que vai ministrar as aulas ao lado da profa. Lenice Gomes Pereira.
Ementa: O texto bíblico não foi escrito e inscrito apenas em uma conjuntura histórica que explica seu sentido. Ele também se vê às voltas com a história que, posterior ao texto escrito, constitui a sequência de suas releituras e de sua recepção. Nesse processo de interpretação incide também, de geração em geração, o sentido das Escrituras. O trabalho hermenêutico se faz presente nas releituras e revisões dos registros e da experiência que geraram, desde o Primeiro Testamento, o texto bíblico. As contribuições do diálogo interdisciplinar da história, da hermenêutica filosófica e dos estudos literários para os estudos bíblicos. Informações: e-mail.
Jesus no cinema: história, estéticas e narrativas
IHU (20/03/2009): Jesus no cinema: história, estéticas e narrativas: Sem exageros, se poderia dizer que a história da sétima arte deve dar graças a Deus, literalmente, pela sua existência. Segundo o historiador e doutor em multimeios Luiz Antônio Vadico, foi a partir dos primeiros longas-metragens do Primeiro Cinema, ainda no século XIX, que se começou a pensar em cinema como narração de histórias. E a partir daí, Jesus tornou-se ponto comum em diversas obras, podendo-se falar em uma "cristologia fílmica", segundo Vadico. >>> Leia mais, clique aqui.
Veja mais:
- Quadrinhos, psicologia e espiritualidade: símbolos e mitos estruturam o desenvolvimento psíquico e espiritual
- HQs e ensino religioso
- The Religious Affiliation of Comic Book Characters
domingo, 15 de março de 2009
El becerro de oro:¿un pecado de idolatría?
Aurora Digital (15/03/2009): El becerro de oro:¿un pecado de idolatría?: Dr. Adolfo Roitman: La interpretación tradicional del relato del becerro de oro ha entendido la acción de Israel como un pecado simple y lleno de idolatría, destinado a concretar la idea abstracta de la divinidad en una imagen material, similar a las prácticas conocidas entre los pueblos paganos, que en aquellos tiempos adoraban imágenes. >>> Leia mais, clique aqui.
sábado, 14 de março de 2009
A reciprocidade explicativa entre o mal e a liberdade: a grandeza e o limite da visão ética do mundo e a relação entre liberdade e libertação a partir
CiberTeologia - Edição nº 22 - Ano III - Março/Abril 2009: A reciprocidade explicativa entre o mal e a liberdade: a grandeza e o limite da visão ética do mundo e a relação entre liberdade e libertação a partir de Paul Ricoeur (Reginaldo José dos Santos Júnior): O filósofo francês Paul Ricoeur busca ultrapassar as abstrações metafísicas consideradas inconsequentes sobre o mal e a liberdade através da percepção do mal como sofrimento humano. A proposta ricoeuriana é rever o esforço da teodiceia cristã sob a ótica da sua eficácia e consequência. Em decorrência, o pensador francês traz a própria ideia de liberdade para dentro da ideia de libertação. Ao fazer isso, “instaura” o Homo capax, o sujeito da ação ética e política para a diminuição desse sofrimento, em vez de prolongar o debate metafísico sobre o mal e a liberdade. >>> Leia mais, clique aqui.
Paulo no mundo greco-romano
J. Paul Sampley
Editora Paulus (2009)
Sinopse: Nos últimos anos, o campo dos estudos paulinos tem produzido novas e importantes leituras de Paulo e de suas cartas, examinando sua pessoa e suas cartas no contexto mais amplo do mundo greco-romano. Este livro singular representa uma contribuição significativa para esses estudos, reunindo, em um volume, ensaios escritos por especialistas em Paulo de fama mundial, sobre vários tópicos como honra/vergoha, patrono/cliente, pater familias, autodomínio, tribulações, atletismo/milícia, amizade/inimizade, recomendações, adoção, virtudes/vícios, exemplificação, comparação retórica, vanglória, linguagem franca. adiaphora (coisas indiferentes), provérbios, escravidão, casa/família, educação e casamento/divórcio. Paulo no mundo greco-romano deverá ser consultado com grande proveito pelas pessoas interessadas em situar Paulo em seu mundo. Este livro nos obriga a pensar seriamente na relação entre cultura e o contexto na apresentação paulina do Evangelho, de um modo que faz juz à complexidade da questão. Não é apenas um valioso compêndio de pesquisa, mas um livro importante, que por si mesmo merece ser lido como uma séria contribuição aos estudos paulinos.
quinta-feira, 12 de março de 2009
O nome escondido de Deus é revelado. Artigo de Mark Sameth
IHU (12/03/2009): O nome escondido de Deus é revelado. Artigo de Mark Sameth: Mark Sameth, formado pelo Hebrew Union College-Jewish Institute of Religion, rabino da Sinagoga Comunitária de Pleasantville, em Nova Iorque, publicou um polêmico artigo na revista Reform Judaism, em sua edição do primeiro quadrimestre de 2009. No texto, Sameth defende que o verdadeiro nome de Deus, tão buscado por gerações e gerações de judeus, é, na verdade, um nome andrógino, que mescla em equidade "todas as energias masculinas e femininas". A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.