
Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
La Pascua y la fiesta de los ázimos: ¿una misma celebración?: La etimología de la palabra “matzá” es ciertamente desconocida. Y como en el caso de ritual de Pascua, también este tipo de pan era conocido en la época pre israelita. En distintos casos se nos cuenta en la Biblia que aparecen horneando estos panes sin levadura, sin ningún significado ritual. La porción de la Torá de la presente semana (parashá Bo [Éxodo 10:1-13:16]) nos cuenta sobre el primer mandamiento que le fue ordenado al pueblo de Israel como tal, a saber: la institución de la Pascua y la fiesta de los ázimos (Éxodo 12:1-28, 43-51; 13:3-10). En su actual contexto literario, esta ordenanza sobre la fiesta se encuentra combinada con la décima plaga (la muerte de los primogénitos) (Éxodo 11:1-10; 12:29-34) y la salida de los israelitas de Egipto (12:35-42). (Nota: Según los biblistas, el largo texto sobre la Pascua parecería ser el resultado de la combinación de distintas fuentes literarias, a saber: una fuente antigua de tradición yahvista [12:21-23, 27b, 29-39]; adiciones en el estilo del Deuteronomio [12:24-27a; 13:3-16; quizá 13:12]; y algunas adiciones de la redacción sacerdotal: las leyes rituales y la significación de la Pascua [12:1-20, 28, 40-51]). >>> Leia mais em Aurora (31/01/2009).
A Bíblia de Israel: a raiz daquilo que é comum para os judeus e os cristãos
Erich Zenger
O Antigo Testamento não tem vida fácil entre os cristãos. Certo, a Igreja tem resistido às tentativas, continuadamente brotando, de expulsar o Antigo Testamento da Bíblia cristã. Mas em resumo, o Antigo Testamento ficava sempre na sombra do Novo Testamento, este que se considerava como a Bíblia cristã própria. Só a partir do Novo Testamento, o Antigo Testamento recebeu importância para a Igreja. A Bíblia de Israel só era aceita, enquanto foi cristianizada ou era cristianizável. O que não estava consoante com aquilo que se achava sendo cristão, era como tipicamente judaico - e com isso ultrapassado - posto ao lado ou até condenado. Que a Bíblia de Israel é, primeiríssimamente e até hoje, a Bíblia dos judeus - e que altivos julgamentos cristãos sobre isoladas passagens do Antigo Testamento ou sobre o Antigo Testamento como um todo, eram todos ao mesmo tempo julgamentos sobre os judeus como os primeiros endereçados dessa Bíblia - quase não dava na cabeça de quase nenhum teólogo cristão. Como axioma teológico fundamental valia: Primeiro e só no modo de ver cristão, a Bíblia de Israel é lida assim como Deus propriamente intencionara a sua palavra desde o início. Esse relacionamento singular dos cristão e dos teólogos cristãos ao Antigo Testamento, radicava no teologicamente não esclarecido relacionamento das Igrejas ao Judaísmo e na recusa de conceder ao Judaísmo dignidade teológica própria. >>> Leia mais, clique aqui.
O Deus, eu quero cantar e tocar": a música e os instrumentos musicais no saltério Davídico
Fernanda Tresinari Bertinato Moschella
Mestrado em Ciência da Religião (PUC-SP)
Data da defesa: 29/09/2006.
Resumo: Este trabalho tem como objetivo mostrar como a música dos salmos era realizada pelos levitas, responsáveis pela celebração do culto no Segundo Templo de Jerusalém; mostrar quais eram os instrumentos musicais utilizados por eles, bem como suas características e origens; a escrita musical desenvolvida e a função que a música exercia naquela comunidade.
'Arca Perdida da Aliança' está na África e é um tambor, afirma especialista britânico: A interminável busca pela Arca da Aliança, fabuloso objeto bíblico que simbolizaria a presença de Deus na terra e contaria com poderes extraordinários, já passou por todo tipo de local exótico -- mas pouca gente seria capaz de imaginar que ela iria parar num museu decrépito do Zimbábue. De acordo com o britânico Tudor Parfitt, professor de estudos judaicos da Universidade de Londres, é nesse local improvável que a legendária Arca está guardada -- e ele diz que pode provar. >>> Leia mais em G1 (26/01/2009).
História de David dá aula de evolução humana: Tendências sexuais de homens e mulheres são elucidadas em história de adultério do rei bíblico, diz pesquisador americano. >>> Leia mais em G1 (24/01/2009).
O porquê do retorno do sagrado. Um artigo de Charles Taylor: O filósofo Charles Taylor, em artigo publicado no jornal Corriere della Sera, 15-01-2009, aborda a "tese da secularização" e sugere que hoje vive-se uma redescoberta do espírito. Segundo ele, "é necessário também saber trazer à superfície aqueles valores vividos profundamente pelas pessoas, isto é, articulá-los, dar voz a eles". A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>>> Leia mais em IHU (23/01/2009).
¿Una revolución israelita o una herencia egipcia?: Dr. Adolfo Roitman - El nombre Yahveh refleja una teología israelita y tradiciones acerca de Dios y su pueblo, mientras que el nombre Elohimm >>> Leia mais em Aurora Digital, 23/01/2009.
Três erros sobre a oração pelos judeus em latim da Sexta-Feira Santa 2008: ROMA, quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- A oração pelos judeus da Sexta-Feira Santa segundo o rito de João XXIII, não diz «oremos pela conversão dos judeus» mas «oremos pelos judeus», aponta a ZENIT o Pe. Michel Remaud, diretor do Instituto Cristão de Estudos Judeus e de Literatura Hebraica de Jerusalém. >>> Leia mais, clique aqui.
Leia mais:
The Jewish Pesach and the Origins of the Christian Easter: Open Questions in Current Research
Leonhard, Clemens
Berlin: de Gruyter, 2006 pp. xii + 507.
Series Information
Studia Judaica, 35
Description: The study assesses the main issues in the current debate about the early history of Pesach and Easter and provides new insights into the development of these two festivals. The author argues that the prescriptions of Exodus 12 provide the celebration of the Pesach in Jerusalem with an etiological background in order to connect the pilgrim festival with the story of the Exodus. The thesis that the Christian Easter evolved as a festival against a Jewish form of celebrating Pesach in the second century and that the development of Easter Sunday is dependent upon this custom is endorsed by the author's close study of relevant texts such as the Haggada of Pesach; the "Poem of the four nights" in the Palestinian Targum Tradition; the structure of the Easter vigil.
Subjects: Methods, Historical Approaches, History, Form, Tradition and Redaction Criticism
Review by Jeffrey L. Morrow
Published 1/17/2009Citation: Jeffrey L. Morrow, review of Clemens Leonhard, The Jewish Pesach and the Origins of the Christian Easter: Open Questions in Current Research, Review of Biblical Literature [http://www.bookreviews.org] (2009).
Jornada do Judaísmo: ‘As razões do nosso não’: Segundo a revista Popoli, 1º-01-2009, "o primeiro passo para um diálogo autêntico é colocar-se à escuta das razões do outro". Com essa convicção, "que anima a linha editorial da nossa revista", a Popoli publicou o comentário do rabino-chefe de Veneza, Elia Enrico Richetti, sobre o cancelamento da participação dos rabinos italianos na tradicional jornada judaico-cristã, que iria ser realizada no sábado, dia 17, com o Vaticano. >>> Leia mais em IHU, em 20/01/2009.
Para ler mais:
Vejam abaixo os capítulos do acordo ortográfico, que já está em vigor, que dizem respeito às palavras de origem hebraica.
Link: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6583.htm
4º) Os dígrafos finais de origem hebraica ch, ph e th podem conservar-se em formas onomásticas da tradição bíblica, como Baruch, Loth, Moloch, Ziph, ou então simplificar-se: Baruc, Lot, Moloc, Zif. Se qualquer um destes dígrafos, em formas do mesmo tipo, é invariavelmente mudo, elimina-se: José, Nazaré, em vez de Joseph, Nazareth; e se algum deles, por força do uso, permite adaptação, substitui-se, recebendo uma adição vocálica: Judite, em vez de Judith.
5º) As consoantes finais grafadas b, c, d, g e t mantêm-se, quer sejam mudas, quer proferidas, nas formas onomásticas em que o uso as consagrou, nomeadamente antropônimos /antropônimos e topônimos /topônimos da tradição bíblica: Jacob, Job, Moab, Isaac; David, Gad; Gog, Magog; Bensabat, Josafat.
ASOR Blog (The American Schools of Oriental Research): Welcome to the ASOR blog. This blog is meant to facilitate ASOR’s mission “to initiate, encourage and support research into, and public understanding of, the peoples and cultures of the Near East from the earliest times.”
A Bishop and a Rabbi Defend the Prayer for the Salvation of the Jews: The bishop is Gianfranco Ravasi. The rabbi is Jacob Neusner. The prayer is the one for Good Friday in the ancient rite. This is why Benedict XVI wanted to change the text. >>> Leia mais em www.chiesa.com, em 15/01/2009.
Leia mais:
Rabino acusa papa de cancelar 50 anos de diálogo entre judeus e católicos
50 years of dialogue between Jews and Catholics erased: Rav Richetti explains why
The So-called 'Ur-Deuteronomium' – Some Reflections on Its Content, Size and Age
Carsten Vang
Keywords: Ur-Deuteronomium; Deuteronomy; Deuteronomic; Deuteronomistic
Abstract: Modern Deuteronomy research has a tendency to reduce the extent of Ur-Deuteronomium, and a still greater part of the present Deuteronomy is ascribed to several Deuteronomistic redactions. In this article it will be argued that Deut 1-3 do function as an introduction to the admonitions in chapters 4-30, but not as a prelude to the so-called Deuteronomistic History. It has proved impossible to define reliable and transparent criteria for distinguishing between possible Deuteronomistic redactions; Deut 1-28 present itself as a stylistic and rhetorical unity; certain factors in Deuteronomy speak against an exilic provenance and the underlying structure underneath the catechesis in Deut 1-28 corresponds closely to the 2nd millennium vassal treaties, suggesting that Ur-Deuteronomium must reflect an earlier period than the time of late Judahite Kingdom.
Dica: Dr. Jim West
Diário de Pernambuco 10/01/2009.
Felicidade // Estudo analisa religiosidade
Madri (EFE) - As práticas religiosas, como ir à igreja ou rezar, são pouco influentes para determinar o grau da felicidade de uma criança, aponta um estudo da British Columbia University do Canadá. É a espiritualidade, entendida como sistema de confiança interior de uma pessoa, o fator mais importante para que as crianças sejam felizes, seguido de seu temperamento.
A pesquisa, liderada por Mark Holder e publicada no último número da revista Springer's Journal of Happiness Studies, consistiu em analisar a felicidade de 320 crianças de idades entre 8 e 12 anos procedentes de quatro colégios públicos e dois religiosos através de questionários preenchidos por eles e seus pais.
As crianças mais felizes são as que sentem que sua vida faz sentido e que desenvolvem relações interpessoais mais profundas, ambas características da espiritualidade.
Diversos estudos já relacionaram a religiosidade e a espiritualidade com a felicidade de adultos e adolescentes, mas existem poucas pesquisas feitas com crianças.
Os aspectos pessoais íntimos, como a auto-estima e a concepção do sentido da vida, e os comunitários, a qualidade das relações pessoais, são os fatores mais determinantes na felicidade de uma criança.
O comportamento também é importante: as crianças mais sociáveis e menos tímidas são mais felizes. No entanto, segundo os pesquisadores, as práticas religiosas, tais como reza, meditação e participação dos rituais eclesiásticos, têm muito pouco efeito sobre a felicidade delas.
Críticas - Em Londres, a Autoridade para Padrões Publicitários, o organismo de auto-regulação da publicidade no Reino Unido, terá que intervir em uma disputa sobre a existência ou inexistência de Deus, depois de ter recebido 48 queixas de pessoas sobre uma campanha de publicidade ateia nos ônibus britânicos.
Oitocentos ônibus estão com a mensagem: "Provavelmente, Deus não existe. Portanto, pare de se preocupar e aproveite a vida".
Stephen Green, um militante cristão que liderou os protestos contra a transmissão pela BBC da ópera Jerry Springer, considerada blasfêmia, pediu à citada agência que exija a retirada dessa publicidade, porque a afirmação feita nela não pode ser provada.
Os organizadores da campanha queriam um slogan mais contundente sobre a inexistência de Deus, mas, no fim, aceitaram diminuir o tom, inserindo o advérbio "provavelmente" para cumprir as regras da agência.
Matthew R. Schlimm, Teaching the Hebrew Bible amid the Current Human Rights Crisis: The Opportunities Presented by Amos 1:3-2:3" SBL Forum , n.p. [cited Jan 2006].
Em busca da História: Historiografia no Mundo Antigo e as Origens da História Bíblica
SETERS, John van
Editora: EDUSP
Assunto: História do Mundo Antigo; Origens da História Bíblica
Resumo: Defrontando-se com a historiografia bíblica, mas também com a mesopotâmica, a hitita, a egípcia e a grega, o professor da Universidade da Carolina do Norte John van Seters, um dos mais destacados autores na renovação dos estudos bíblicos, procura neste livro examinar o início da escrita de História em Israel, na Antiguidade, contra o pano de fundo das civilizações do Oriente Próximo e do mundo clássico. Sua grande virtude é articular este mundo clássico, particularmente o da historiografia grega antiga, ao contexto do mediterrâneo ocidental. Jon van Seters faz uma conexão entre uma literatura folclórica, de caráter mitológico, com a realidade política e cultural da época. Além disso, promove um melhor entendimento da prioridade e das implicações do surgimento do relato da História mais antiga do Ocidente.
John Hobbins, do Ancient Hebrew Poetry, em sua postagem “Why it is important not to love the God of the Bible” fez uma lista de alguns estudiosos que lêem hebraico e aramaico antigos e, possivelmente, alguma outra língua semítica do noroeste: The corpus of ancient Hebrew and Aramaic literature found in the Bible, the epigraphic finds, Ben Sira, the Dead Sea scrolls, and the cognate Northwest Semitic literatures hold a special attraction for Jews, Christians, and those with abnormal interests alike. Below the fold, I provide a nice long list of people who belong to the online community of those who read ancient Hebrew, Aramaic, and possibly other NW Semitic languages, with fire in their belly. >>> Leia mais, clique aqui.