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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A sensibilidade na tradução bíblica: aspectos lingüísticos e socioculturais

A sensibilidade na tradução bíblica: aspectos lingüísticos e socioculturais

Mariú Moreira Madureira Lopes

Dissertação de mestrado em Português (UPM)

Data da defesa: ano de 2008.

Resumo: Além de seu aspecto instrucional ou dogmático; a Bíblia é considerada um livro sagrado que rege o comportamento humano e desencadeia um valor sentimental por parte daquele que o sacraliza. Todavia; a maioria de seus leitores somente a acessa por meio da tradução. Assim; se; por um lado; tem-se um objeto quase intocável; que não pode ser burlado ou defraudado; por outro; observa-se a tradução como uma ferramenta que ‘toca’ essa modalidade de texto e; por assim proceder; sujeita-se à total sacralização ou à total desmoralização. É nesse impasse que esta pesquisa se estabelece; pois; segundo Simms (1997); a Bíblia caracteriza-se como um texto sensível; tendo em vista que sua tradução pode provocar objeções da parte dos receptores que esperam a reprodução do ‘Original’ tal como fora deixado por Deus. Nessa perspectiva; são de especial valia para exame da obra as teorias funcionalistas da linguagem; que levam em consideração não só os aspectos lingüísticos mas também os pragmáticos. Com esse fundamento; o trabalho observa a sensibilidade na tradução bíblica; à luz das características do contexto de situação (‘campo’; ‘teor’ e ‘modo’) e das metafunções (‘ideacional; ‘interpessoal’ e ‘textual’); propostas por Halliday (1987). Para isso; fez-se um estudo comparativo de aspectos lingüísticos na Carta de Paulo aos Efésios; em três versões mais usadas no meio protestante na atualidade: Versão revista e atualizada - 2ª edição; Nova versão internacional e Nova tradução na linguagem de hoje. Além disso; também se elaborou um questionário cujas questões visavam a analisar expectativas do receptor referentes à tradução. Objetiva-se; portanto; com este estudo; verificar aspectos lingüísticos e socioculturais que subjazem às versões bíblicas portuguesas estudadas e que se supõem presentes na mentalidade do receptor da atualidade; promovendo; assim; uma discussão sobre as peculiaridades existentes na tradução de textos sagrados; dentre as quais se destacam nesta pesquisa: a natureza sagrada do texto; a linguagem da religião e o enfoque tradutório.

Um comentário:

wwwwww disse...

Olá Cláudia, vc sabe dizer se estas duas traduções da bíblia a NVI e a NTLH são aprovadas pela ONU ou UNESCO?