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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 1 de agosto de 2009

Do plurilingüismo em Babel ao ecumenismo na tradução bíblica: o caso da versão católica da Bíblia Sagrada - Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Do plurilingüismo em Babel ao ecumenismo na tradução bíblica: o caso da versão católica da Bíblia Sagrada - Nova Tradução na Linguagem de Hoje

MARTHA MARIA ROMEIRO DE QUEIROZ

Dissertação de Mestrado em Letras (PUC-RJ).

Data da defesa: março de 2007.

Resumo: O presente estudo tem como objetivo geral discutir o papel e o poder da tradução como difusora das Sagradas Escrituras e, como objetivos específicos, (i) investigar o processo de reescrita pelo qual passou a Bíblia desde sua formação até suas traduções, (ii) examinar os diferentes posicionamentos da Igreja perante as traduções vernaculares, e (iii) discutir a sua chancela a projetos tradutórios distintos, a partir da análise do projeto tradutório/editorial da Bíblia Sagrada - Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da Paulinas Editora, versão católica da Bíblia protestante editada pela Sociedade Bíblica do Brasil. Conceitos como reescrita e patronagem são centrais na pesquisa, que apresenta, ainda, os projetos tradutórios significativos da história da tradução bíblica, examinando questões pertinentes e suas abordagens tradutórias. O estudo adota uma abordagem descritivista, nos moldes dos Descriptive Translation Studies e da teoria dos polissistemas de Itamar Even-Zohar (1990). A descrição estrutural dessa Bíblia de traços ecumênicos, incluindo seus paratextos e metatextos, parte do esquema de análise de traduções proposto por José Lambert e Hendrick van Gorp (1985) e revela não apenas o seu contexto sistêmico frente a outras traduções, mas também o quanto os projetos tradutórios/editoriais bíblicos refletem os propósitos ideológicos e/ou institucionais de sua patronagem. Sua recepção também é investigada através de uma pesquisa de campo entre Círculos Bíblicos católicos, e seu confronto microestrutural com outras traduções, como a Bíblia de Jerusalém e a Bíblia Ave-Maria, revela a existência de textos finais muito distintos, os quais são igualmente autorizados pela Igreja como o mesmo texto sagrado.

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