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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado III - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O EVANGELHO SEGUNDO JESUS CRISTO: As Boas Novas de Uma Consciência Infeliz

Convite

Defesa – Dissertação de Mestrado
Data: 06 de março de 2008 - Horário: 14:00 h - FL/UFRJ

O EVANGELHO SEGUNDO JESUS CRISTO: As Boas Novas de Uma Consciência Infeliz
Autor:
Paulo Victor de Souza Rocha

Sobre o Autor:
Paulo Victor de Souza Rocha

Bacharel em Letras (Português-Hebraico) – FL/UFRJ
Bacharelando em Letras (Português-Grego) – Curso Incompleto - FL/UFRJ
Especialização “Estudos Bíblicos e Judaísmo: Religião, História e Literatura” (FL/UFRJ) – Coordenadora e Docente: Profa Dra Cláudia Andréa Prata Ferreira (FL/UFRJ) – ano 2004 - Monografia final de curso: “Tradução da Bíblia: conceitos gerais a análise comparativa”.

Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência da Literatura (Literatura Comparada) da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Banca:
Prof. Dr. Eduardo de Faria Coutinho (Orientador) – FL/UFRJ
Prof. Dr. Antônio José Jardim e Castro – FL/UFRJ
Profa. Dra. Cláudia Andréa Prata Ferreira – FL/ UFRJ – PPGHC/IFCS/UFRJ

Resumo: O presente trabalho aborda O Evangelho Segundo Jesus Cristo, obra do escritor português José Saramago, em seu aspecto dialógico e, no que se refere ao universo mítico do Cristianismo, extremamente contestador. Dentro dessa ótica, o livro em questão pode ser entendido como um romance moderno cujo empreendimento principal fundamenta-se em uma releitura dos evangelhos tradicionais encontrados no Novo Testamento. O diálogo que se estabelece entre as escrituras tradicionais e o evangelho moderno de Saramago caracteriza-se por intermédio de um amplo conflito entre dois modelos antagônicos de consciência: a consciência da salvação, nos evangelhos bíblicos, e a consciência do materialismo histórico, na obra do escritor português. No âmbito dessa releitura, encontram-se conceitos teóricos e construções filosóficas desenvolvidos pela modernidade: trata-se, no evangelho de Saramago, de uma perspectiva inovadora e, ao mesmo tempo, libertária. Nesse sentido, as filosofias de Jean-Paul Sartre, Michel Foucault e Friedrich Nietzsche tornam-se essenciais para a compreensão de uma mensagem que se encontra no universo ficcional do romance saramaguiano: a contestação de um amplo poder religioso presente nos evangelhos canónicos. Dentro dessa insatisfação com os modelos de representação tradicionais encontra-se O Evangelho Segundo Jesus Cristo: as boas novas de uma consciência infeliz.

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