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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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terça-feira, 27 de setembro de 2016

As formas verbais finitas do hebraico bíblico: qatal, yiqtol, wayyiqtol e weqatal e seus respectivos usos na narrativa e poesia bíblica

Tiago Rebello Perin
Dissertação de Mestrado em Estudos Judaicos da USP
Data da defesa: 20/05/2016.

Resumo: O sistema verbal do hebraico bíblico tem sido objeto de debate desde o início dos estudos gramaticais até os dias atuais. As conjugações de sufixo e prefixo, com ou sem a presença do waw prefixado (respectivamente, as formas verbais: qatal, yiqtol, weqatal e wayyiqtol) tomam uma parte central nesse debate devido à grande amplitude de significados que possuem na Bíblia Hebraica. A presente pesquisa propõe-se a apresentar as várias correntes teóricas acerca da interpretação do significado e relação dessas quatro formas verbais e também o uso das mesmas nos textos narrativos e poéticos da Bíblia Hebraica.>>> Leia mais, clique aqui.

Uma introdução geral à poesia hebraica bíblica

Edson Magalhães Nunes Júnior
Dissertação de Mestrado em Estudos Judaicos da USP
Data da defesa: 28/11/2012.

Resumo: Ao lidar com uma parte considerável da Bíblia Hebraica, o leitor precisa estar a par do que é Poesia Hebraica Bíblica, suas características, peculiaridades e nuances a fim de entender e apreciar o texto. Mas como os Hebreus não deixaram nenhum manual de poética, o debate sobre a poesia da Bíblia Hebraica envolve desde sua presença no texto até suas características gerais e específicas. No presente trabalho, apresenta-se uma breve discussão sobre a Poesia Hebraica Bíblica no cenário acadêmico atual. Também são expostas as características dessa poesia, com ênfase no paralelismo.>>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Iamim Noraim 5777 / 2016










Veja mais:
Chabad: O Shofar
Chabad: Preces
Chabad: Tashlich
Chabad: Origens do Tashlich: Em sua explicação dos nossos costumes e tradição, Maharil remonta o costume de Tashlich em Rosh Hashaná a tempos muito antigos. É realizado pouco antes do pôr-do-sol na tarde do primeiro dia de Rosh Hashaná (a menos que caia no Shabat, quando então Tashlich é feito no segundo dia), indo às margens de um rio, lago ou qualquer corpo de água. Ali determinadas preces são recitadas, seguidas pelo balançar simbólico dos cantos de nossas roupas.
Chabad: Costumes dos Dez Dias de Arrependimento: Avinu Malkeinu, Shabat Shuvá, Acendimento das Velas, Kol Nidrei, Preparações para Yom Kipur, Shemitat Kessafim (remissão monetária)
Chabad: Asséret Iemei Teshuvá: Os três pilares. Durante os dias entre Rosh hashaná e Iom Kipur devemos fortalecer e aumentar em três pilares: Teshuvá (retorno), Tefilá (ligação) e Tsedacá (justiça) e praticá-los o ano todo.
Chabad: Iom Kipur
Chabad: Significado

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Rosh Hashaná 5777 / 2016


Rosh Hashaná 5777 / 2016
2-4 de outubro, 2016

Veja mais:
Chabad: Rosh Hashaná
Chabad: Alimentos Simbólicos: Vários alimentos simbólicos são ingeridos na refeição da primeira noite de Rosh Hashaná, e um pedido é recitado para cada alimento. Este costume é baseado em um ensinamento talmúdico: "Presságios são significativos; por isso cada pessoa deveria comer no início do ano abóboras, beterrabas, tâmaras e alhos-poró."
Chabad: Tashlich: A prece de Tashlich, recitada às margens de um rio, lago ou mar, onde quer que haja peixes, tem um outro significado, despertando-nos pensamentos de arrependimento. Pois isto nos lembra da insegurança da vida do peixe, e o perigo do peixe ser atraído pela isca, ou de ser apanhado na rede do pescador. Nossa vida, também, está repleta de ciladas e tentações.