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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Doutora - Categoria: Associado II - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 30 de janeiro de 2010

Corpo: uma abordagem bíblico teológica

Ciberteologia: Revista de Teologia & Cultura

Edição nº 27 – Ano VI – Janeiro/Fevereiro 2010 – ISSN: 1809-2888

Corpo: uma abordagem bíblico teológica

O corpo humano tem sido dissecado pela ciência há séculos. Por seu lado, a teologia tem sido cada vez mais sensível ao diálogo com as diversas formas de conhecer a realidade, por meio das ciências e das múltiplas expressões culturais da humanidade. Nessa perspectiva, o autor lança um olhar sobre o corpo vendo-o como fundamental para a realização humana e para o sentido da própria existência, na busca constante de razões para viver e ser feliz. E aí insere a contribuição da teologia.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Isidore Epstein: Breve História do Judaísmo


Breve História do Judaísmo

Isidore Epstein

Editora: Sefer (2010)

Sinopse: Este breve mas compreensivo estudo do judaísmo é apresentado contra um fundo de 4.000 anos de história dos judeus, que vai desde as migrações de Abrahão, o progenitor do povo judeu, até o estabelecimento do moderno Estado de Israel. O livro narra o nascimento, crescimento e desenvolvimento das crenças, dos ensinamento e das práticas do judaísmo, assim como as suas esperanças, aspirações e ideias. São expostos também os movimentos espirituais e as influências que têm moldado a religião judaica nas suas variadas manifestações. São descritas as várias contribuições feitas por profetas, legisladores, mestres, salmistas, sábios, rabinos, filósofos e místicos através dos quais o judaísmo veio a se tornar a força viva religiosa que é hoje. No tratamento destes temas é mantido o equilíbrio entre os fatos e a interpretação, com clareza e simplicidade.



Sagrado: liberdade de expressão segundo judaísmo

Sagrado: liberdade de expressão segundo judaísmo


Veja mais:

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Nas entrelinhas do texto: modelos humanos na Bíblia

Visão Judaica – edição 82 – Agosto/2009 – pág.3.


Tu Bishvat 2010

Tu Bishvat

30 de janeiro, 2010 – 15 de Shevat, 5770

Ano Novo das Árvores.



Aurora Digital(21/01/2010): Tu Bishvat: Año Nuevo de los árboles: En un principio, el Año Nuevo de los árboles simplemente significaba que a los efectos del diezmo de la producción agrícola que se aportaba al Templo, el día 15 de Shvat señalaba el límite entre los frutos de un año y los del otro: todo lo que maduraba antes de esa fecha todavía se consideraba como del año anterior, mientras que lo posterior a ese día, ya entraba en el cálculo de la nueva cosecha. Todo esto no es sino reflejo de la importancia que desde los tiempos más antiguos, la tradición judía adjudicaba al árbol como creación de Dios y como fuente de innumerables beneficios para el hombre, puesto que nos brinda su fruto, las hojas, su madera, la sombra de su follaje. Todavía cuando iban por el desierto, al mando de Moisés, la Torá ya indica al pueblo de Israel que “cuando lleguéis al país (prometido por Dios) y plantaréis toda (clase de) árboles frutales...” (Vayicrá - Levítico 19.23). >>> Leia mais, clique aqui.


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segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Jewish Heritage Online Magazine: HEBREW LESSONS

Jewish Heritage Online Magazine

  • HEBREW LESSONS: Estudo do vocabulário hebraico através das fontes documentais judaicas.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O ATO DE COMPREENDER: Uma ontologia do diálogo na hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer

O ATO DE COMPREENDER: Uma ontologia do diálogo na hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer

Ana Maria Zinsly Calmon

Tese de doutorado em Ciência da Religião (UFJF)

Datada da defesa: 11/08/2008.

Resumo: O presente trabalho apresenta uma reconstrução da hermenêutica dentro de um paradigma historiográfico com o objetivo de destacar a especificidade da hermenêutica filosófica. Contempla o acontecer da verdade na arte e na existência a partir da concepção que Gadamer elabora em Verdade e Método; e analisa, através do fio condutor da linguagem, o compreender na relação dialógica. Como último, defende em modo assertivo, a possibilidade da hermenêutica gadameriana fornecer bases filosóficas para um diálogo inter-religioso.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Dead Sea Scrolls Staying in Israel

Blog Menachem Mendel (18/01/2010): Dead Sea Scrolls Staying in Israel: Israel Radio is reporting that according to the Israeli newspaper Maariv, a decision has been made to not ship the Dead Sea Scrolls abroad for any exhibitions because of the recent legal steps taken by Jordan and the Palestinians to try and get possession of them. See here for some background.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Cinema e religião: as sutis alterações causadas na teologia tradicional. Entrevista especial com Luiz Vadico

IHU (16/01/2010)

  • Cinema e religião: as sutis alterações causadas na teologia tradicional. Entrevista especial com Luiz Vadico: Não há dúvida de que, em uma sociedade alimentada pelo culto à imagem, o cinema é uma das fontes mais abundantes de elementos para a construção do seu imaginário social. E os construtos que daí nascem alcançam os mais diversos ambientes, como, por exemplo, templos e igrejas. Ou senão, entre os não crentes, o cinema também cativa pela espiritualidade vaga e difusa, sem um "Deus" único específico. Para compreender como se dá essa relação cinema e religião, a IHU On-Line entrevistou, por e-mail, o Prof. Dr. Luiz Vadico, da Universidade Anhembi Morumbi, de São Paulo. Para ele, "o cinema serve para emocionar", citando Jean Mitry. Mas é também "um registro do imaginário social de uma época". Por isso, nesta entrevista, Vadico nos ajuda a compreender qual a razão de Hollywood, especificamente, estar se voltando para temáticas espirituais de fundo religioso. Passando também pelo cinema autoral e brasileiro, o historiador e doutor em multimeios analisa também a obra do diretor polonês Krzysztof Kieslowski, "Decálogo" (1989), que será exibida na programação da Páscoa IHU 2010, em março deste ano. Luiz Vadico é professor titular do mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. Historiador formado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é mestre e doutor em Multimeios pela mesma instituição. Atualmente pesquisa Narratividade e Estética nos Primeiros Filmes de Cristo (1897-1921). Confira a entrevista.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O que une e o que divide cristãos e judeus

IHU (15/01/2010)

  • O que une e o que divide cristãos e judeus: "Espero que, com essa visita, as relações com os judeus melhores, vistos os problemas que existem aqui na Itália por causa de uma sensibilidade particular, e espero que seja um sinal de que o diálogo avança". O cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo, encontrou nesta quarta-feira alguns jornalistas por ocasião da visita do Papa à sinagoga de Roma, no domingo. Teólogo notável e pastor confiável, o prelado alemão, que também é titular do dicastério vaticano para o ecumenismo, construiu nestes anos com o mundo judeu uma sólida relação pessoal. A reportagem é de Marco Burini, publicada no jornal Il Foglio, 14-01-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

História social do antigo Israel

História social do antigo Israel

Rainer Kessler

Editora Paulinas (2010)

Sinopse: A obra introduz o leitor na História Social de uma região que nos é estranha e conhecida ao mesmo tempo, por causa das tradições bíblicas. O interesse do autor encontra-se, sobretudo, na explicação da estrutura social do povo do antigo Israel, ou seja, em vez de olhar, exclusivamente, para os maiores acontecimentos políticos e, com isso, para a elite da sociedade, ele estuda, sobretudo, a convivência entre as pessoas comuns e a luta do povo simples por sua sobrevivência. Assim, perpassa mais do que mil anos de história: ao começar com o período das tribos israelitas, a partir do século XII a.C., estende sua pesquisa até a época do helenismo. A obra é inovadora. Ainda não temos maiores pesquisas sobre a história social do antigo Israel publicadas no Brasil.



terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Íntima relação entre Antigo e Novo Testamento na liturgia cristã

Zenit (12/01/2010)

  • Íntima relação entre Antigo e Novo Testamento na liturgia cristã: Em seu artigo, originalmente escrito em inglês, o Pe. Paul Gunter, OSB, professor do Pontifício Instituto Litúrgico de Roma e consultor do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, apresenta a relação entre o Antigo e o Novo Testamento na liturgia cristã. Convidamos os leitores a fazerem uma leitura atenta, frase por frase, desta contribuição, sintética em extensão, ainda que densa nos conteúdos e rica em ideias úteis para posteriores aprofundamentos. (Mauro Gagliardi) >>> Leia mais, clique aqui.

Tumba em Jerusalém confirmaria autenticidade do Santo Sudário:

Zenit (12/01/2010)

  • Tumba em Jerusalém confirmaria autenticidade do Santo Sudário: A “Tumba do Sudário”, recentemente descoberta em Jerusalém, confirmaria a autenticidade do Santo Sudário. É o que afirma o físico do Centro Espanhol Sindologia, César Barta. Arqueólogos da Universidade Hebraica encontraram, recentemente, fragmentos de um sudário numa tumba da primeira metade do século I, no cemitério de Haceldama, o “Campo de Sangue” que teria sido comprado com as 30 moedas recebidas por Judas. A tumba está localizada no vale inferior do Hinnon, ao lado do túmulo de Anna, sogro de Caifás, o que parece indicar que se tratava de uma pessoa de família nobre ou sacerdotal. Segundo o especialista em tecidos antigos Orit Shamir, os tecidos utilizados para envolver o corpo são de boa qualidade, condizentes com uma pessoa de posses, mas ainda assim muito menos elaborado que o tecido do Santo Sudário de Turim. O estudo foi publicado no periódico PloS ONE Journal, apresentando a descoberta como uma evidência que colocaria em dúvida a autenticidade do Sudário de Turim. Os autores “concluem que este último não corresponde à mesma época dos fragmentos encontrados na tumba. >>> Leia mais, clique aqui.


“El Reino de Israel existía en el siglo 10 a. C.”

Aurora Digital (10/01/2010)

  • “El Reino de Israel existía en el siglo 10 a. C.”: Un gran avance en la investigación de la Biblia arrojó nueva luz sobre el período en que la Biblia se podría haber escrito, con el testimonio de la escritura del hebreo descubierta y que data del siglo 10 AC, anunció la Universidad de Haifa. El profesor Gershon Galil, del Departamento de Estudios Bíblicos en la Universidad de Haifa, recientemente descifró una inscripción que data del siglo 10 aC, y demostró que se trataba de una inscripción en hebreo, lo que representa la escritura hebrea más antigua conocida. ste avance indica que al menos algunas de las escrituras son de cientos de años antes de las fechas que se supusieron, y que el Reino de Israel ya existía en ese momento. El siglo 10 a. C. fue el período del reinado del rey David. La inscripción en sí, que fue escrita en tinta sobre un trozo de cerámica de 15 x 16,5 cm, se descubrió un año y medio atrás en las excavaciones que llevó a cabo el profesor Iosef Garfinkel en Khirbet Qeiyafa, cerca del Valle de Elah. Aunque fue datada en el siglo 10 aC, no estaba inmediatamente claro si fue escrita en hebreo o en otro idioma local. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Avatar

IHU (10/01/2010)

  • Avatar: "Não temos a opção de ir a outro planeta atrás de recursos que esgotamos", escreve Marcelo Gleiser, professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo", em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 10-01-2010. Eis o artigo.

Veja mais:

domingo, 10 de janeiro de 2010

O belo e o verdadeiro. A tensa e mútua relação entre literatura e teologia


Revista IHU online - Edição: 251 - Data: 17/3/2008.

O belo e o verdadeiro. A tensa e mútua relação entre literatura e teologia



Entrevistas

  • PÁGINA 05 | Waldecy Tenório: “Meu Deus e meu conflito”. Teologia e literatura
  • PÁGINA 09 | Afonso Soares: O poder teológico da literatura
  • PÁGINA 12 | Robert Alter: Um mergulho na narrativa bíblica
  • PÁGINA 14 | Rafael Camorlinga Alcaraz: A fé poética dos crentes literários
  • PÁGINA 17 | Georg Langenhorst: “Quase todas as grandes obras da literatura mundial têm dimensão religiosa”
  • PÁGINA 20 | Maria Clara Bingemer: A literatura como um campo fértil de diálogo com a teologia
  • PÁGINA 22 | José Augusto Mourão: Literatura e teologia em Adélia Prado
  • PÁGINA 24 | Philippe Sollers: “A grande literatura teológica encontra-se principalmente na poesia”
  • PÁGINA 25 | Paulo Soethe: Teologia e literatura: a cena alemã

sábado, 9 de janeiro de 2010

Most ancient Hebrew biblical inscription deciphered

EurekAlert (07/01/2010): Most ancient Hebrew biblical inscription deciphered: Prof. Gershon Galil of the University of Haifa who deciphered the inscription: "It indicates that the Kingdom of Israel already existed in the 10th century BCE and that at least some of the biblical texts were written hundreds of years before the dates presented in current research." A breakthrough in the research of the Hebrew scriptures has shed new light on the period in which the Bible was written. Prof. Gershon Galil of the Department of Biblical Studies at the University of Haifa has deciphered an inscription dating from the 10th century BCE (the period of King David's reign), and has shown that this is a Hebrew inscription. The discovery makes this the earliest known Hebrew writing. The significance of this breakthrough relates to the fact that at least some of the biblical scriptures were composed hundreds of years before the dates presented today in research and that the Kingdom of Israel already existed at that time. The inscription itself, which was written in ink on a 15 cm X 16.5 cm trapezoid pottery shard, was discovered a year and a half ago at excavations that were carried out by Prof. Yosef Garfinkel at Khirbet Qeiyafa near the Elah valley. The inscription was dated back to the 10th century BCE, which was the period of King David's reign, but the question of the language used in this inscription remained unanswered, making it impossible to prove whether it was in fact Hebrew or another local language. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A Bíblia. Guia ilustrado das escrituras sagradas: história, literatura e religião

A Bíblia. Guia ilustrado das escrituras sagradas: história, literatura e religião.

J. R. Porter

Editora Publifolha (2009)

Sinopse: Nesta obra de referência, o leitor encontra um manual completo para entender a Bíblia e seus principais livros. Explica de forma clara e objetiva as histórias mais importantes para o judaísmo e o cristianismo, do Antigo ao Novo Testamento: os patriarcas de Israel, as Tábuas da Lei, as 12 tribos de Israel, os reis Davi e Salomão, o nascimento de Jesus, sua perseguição e crucificação, e o papel dos Apóstolos na difusão da nova religião. Aborda os aspectos históricos e literários da Bíblia, mostrando as possíveis origens de cada história, e apresenta um resumo livro a livro das Escrituras Sagradas.



quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

UFPR: Geografia da Religião

Departamento de Geografia - Setor de Ciências da Terra - Universidade Federal do Paraná

©Prof. Dr. Sylvio Fausto Gil Filho

Objetivo: Operar a análise das espacialidades do fenômeno religioso sob o impacto da atuação das instituições religiosas em espaços culturais diferenciados através de métodos e técnicas específicas.

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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O método histórico-crítico e seu horizonte hermenêutico

Estudos de Religião, Vol. 22, No 35 (2008)

O método histórico-crítico e seu horizonte hermenêutico

José Adriano Filho

Resumo: A ênfase na gramática do texto, no aspecto histórico e no contexto de surgimento, próprios do Renascimento, humanismo e Reforma Protestante, antecipa um tipo de exegese que dominará a interpretação bíblica até o século XX. Essa pesquisa, chamada histórico-crítica, aplica à Bíblia a estratégia de suspeita e dúvida própria da prática científica do Iluminismo. Os pesquisadores reconheceram a distância temporal que separa a Escritura do intérprete. De acordo com F. D. Schleiermacher, o conceito de "compreensão" tem outra função: uma obra de arte perde sua significação se for removida de seu primeiro contexto. Esse contexto deve ser mantido para que se compreenda seu verdadeiro significado. Dilthey critica a pretensão dessa hermenêutica, opondo à explicação a compreensão. Esse processo passará por E. Husserl e M. Heidegger e culminará no pensamento de H. G. Gadamer, que considera a interpretação "diálogo entre o passado e o presente". A distância temporal entre intérprete e texto não precisa ser preenchida, nem para explicar nem para compreender. Este processo, com o nome de fusão de horizontes, torna-se aspecto importante da interpretação.