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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

Jesus: o Midrash, a Parábola


Jesus: o Midrash, a Parábola


Profa. Dra. Cláudia Andréa Prata Ferreira[1]
(FL/UFRJ e PPGHC/IH/UFRJ. 2007-2012)


Resumo: O objetivo do presente trabalho é apresentar a tradição de Israel, a literatura rabínica e o Midrash, para uma compreensão mais ampla de como se formou a tradição oral, proveniente de Jesus, o Evangelho. O conhecimento da tradição judaica torna-se um instrumento necessário para a compreensão do Evangelho de Jesus, porque a pregação desse Evangelho processa-se na continuidade da Tradição de Israel.


Documentação Textual:
  • BÍBLIA HEBRAICA (BH). São Paulo: Sefer, 2006.
  • BÍBLIA Sagrada de Jerusalém, A (BSJ). s.ed. São Paulo: Paulinas, 1991. 
  • TALMUD. Soncino Talmud for Windows. Cd-ROM. Chicago, USA: Davka.
  • TANACH. La Biblia hebreo-español. Tel-Aviv, Israel: Editorial Sinal. 1996. 2 v.
  • BÍBLIA, A. Tradução Ecumênica (TEB). São Paulo, Loyola: Paulinas. 1995.
  • TEHILIM. SALMOS. São Paulo: Sefer. 1999. 
  • TORÁ. A Lei de Moisés. São Paulo: Sefer, 2001. 

Referências Bibliográficas Básicas:
  • ARANDA PÉREZ, Gonzalo et alii. Literatura judaica intertestamentária. São Paulo: Ave-Maria, 2000.
  • BARBAGLIO, Giuseppe. Jesus, criador de ficções narrativas: as parábolas – 1ª parte. Ciberteologia. Revista de Teologia & Cultura. Edição nº 12 - Ano II – Julho / Agosto 2007.  
  • ______. Jesus, criador de ficções narrativas: as parábolas – 2ª parte. Ciberteologia. Revista de Teologia & Cultura. Edição nº 13 - Ano II – Setembro / Outubro 2007.
  • ______. Jesus, hebreu da Galileia: pesquisa histórica. São Paulo: Paulinas, 2011.
  • BRUNS, Gerald L. Midraxe e alegoria: os inícios da interpretação escritural. In: ALTER, Robert e KERMODE, Frank (org.). Guia literário da Bíblia. São Paulo: UNESP, 1997. p.667-689.
  • FERREIRA, Cláudia Andréa Prata. O pacto da memória: interpretação e identidade nas fontes bíblica e talmúdica. Tese de Doutorado em Poética (Ciência da Literatura). Rio de Janeiro:         UFRJ/Faculdade de Letras, 2002.
  • KETTERER, Eliane; REMAUD, Michel. O midraxe. São Paulo: Paulus, 1996.
  • LENHARDT, Pierre; COLLIN, Matthieu. Evangelho e tradição de Israel. São Paulo: Paulus, 1994.
  • ______. A Torah Oral dos Fariseus. São Paulo: Paulus, 1997.
  • LIMENTANI, Giacoma. O Midraxe. Como os mestres judeus liam e viviam a Bíblia. São Paulo: Paulus, 1998.
  • MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Os sábios fariseus. São Paulo: Loyola, 2001.
  • PONTIFÍCIA Comissão Bíblica. O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã. São Paulo: Paulinas, 2001.
  • REMAUD, Michel. Evangelho e tradição rabínica. São Paulo: Loyola, 2007.
  • SANTA´ANNA, Marco Antônio Domingues. O gênero da parábola. São Paulo: UNESP, 2010.
  • STEINSALTZ, Adin. O Talmud Essencial. In: Enciclopédia Judaica. Rio de Janeiro: A. Koogan, 1990. Vol. 7.
  • TREBOLLE BARRERA, Julio. A Bíblia judaica e a Bíblia cristã: introdução à história da Bíblia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995.
  • ULLHOA, Boris Agustin Nef. O método midrashico e sua aplicação em Lc 2,36-38. Dissertação de Mestrado em Teologia. São Paulo: Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, 2002.
  • ______. O método deráshico e o Novo Testamento. Revista de Cultura Teológica. São Paulo:   IESP / PFTNSA / Paulinas. Vol. 17. Número 66. Jan/mar 2009. p.15-25.
  • YERUSHALMI, Yosef Hayim. Fundamentos Bíblicos e Rabínicos. In: ___. Zakhor: História Judaica e Memória Judaica. Rio de Janeiro: Imago, 1992. p.26-45.


[1] Professora Doutora – Categoria Associado - do Setor de Hebraico do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ e do Programa de Pós-graduação em História Comparada (PPGHC) do Instituto de História da UFRJ. Versões do presente trabalho foram apresentadas no I Seminário Internacional do Jesus Histórico, promovido pelo IFCS/UFRJ, em 18/10/2007 e no XVII Ciclo de Debates em História Antiga "Práticas Rituais e Religiosidade", promovido pelo LHIA/IFCS/UFRJ, em 05/11/2007. Ampliamos/atualizamos as referências bibliográficas e eletrônicas (2008-2012). Trechos do trabalho foram retirados de minha tese de doutorado (2002) com partes publicadas em revistas acadêmicas ou apresentadas em eventos acadêmicos. As referências bibliográficas e eletrônicas e as considerações apresentadas devem ser entendidas como resultado de um estudo ainda em curso, e que se espera, possa futuramente ser lida num conjunto mais amplo. A versão mais ampliada do artigo (2012) será publicada em breve.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A morte e a ressurreição de Jesus: um debate com John Dominic Crossan

A morte e a ressurreição de Jesus: um debate com John Dominic Crossan

Paulo Augusto de Souza Nogueira

Editora: Paulinas (2009).

Sinopse: A pesquisa histórica e exegética recente que busca reconstruir a ação e a mensagem de Jesus de Nazaré, muito mais do que promover uma busca pelo Jesus original, explora novas possibilidades de compreensão dele, além das promovidas por nossas crenças e práticas tradicionais. Este Jesus, renovado pelas descobertas sobre o Judaísmo do seu tempo e pelas implicações de seu status social na Galileia dominada pelos romanos, nos permite buscar novas e criativas expressões de fé no mundo contemporâneo. É nesta relação crítica e criativa entre o passado e o presente e entre hermenêutica e história que se inserem as conferências de John Dominic Crossan e as reações a ele apresentadas, que são reproduzidas neste livro, todas elas focadas na possível reaproximação aos eventos que culminaram na morte do profeta galileu e na compreensão do sentido da fé em sua ressurreição.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Novos estudos sobre Jesus: o que é mito e o que é verdade

Novos estudos sobre Jesus: o que é mito e o que é verdade
CSI Jesus: Novas descobertas trazem à tona um homem simples, talvez analfabeto, difícil de ser rastreado e longe de se sentir uma entidade poderosa e onisciente. Como ficam as crenças cristãs diante desse Jesus histórico? >>> Leia mais na Revista Galileu, edição 206, set/2008.

domingo, 14 de setembro de 2008

Reportagens do G1 sobre Jesus

Reportagens de Reinaldo José Lopes do G1, em 14/09/2008 sobre Jesus.

Pesquisa sobre 'Jesus histórico' retrata Cristo mais humano, mas não ameaça fé
Anúncio do Reino de Deus, judaísmo e humildade marcam Nazareno. Evangelhos mesclam fatos e interpretações feitas por grupos cristãos.

Existência histórica de Jesus Cristo é inquestionável, afirmam especialistas
Fontes cristãs, judaicas e pagãs evidenciam historicidade do homem. Menções lacônicas fora do Novo Testamento mostram desimportância.

Para historiador, Evangelhos apócrifos trazem poucos dados sérios sobre Jesus
Textos 'barrados' na Bíblia despertam interesse por ter visões alternativas. Obras, porém, são muito tardias, além de 'copiar' evangelistas oficiais.

Entenda critérios usados por estudiosos para decidir o que vem de Jesus
Fatos constrangedores, revolucionários e múltiplas fontes são essenciais. Pesquisadores tentam 'filtrar' lado teológico e fé presente nos Evangelhos.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Reconstruindo Jesus: pesquisadores revelam novas teorias sobre sua vida e seus mistérios





CSI: Jesus – Novas descobertas trazem à tona um homem simples, talvez analfabeto, difícil de ser rastreado e longe de se sentir uma entidade poderosa e onisciente. Como ficam as crenças cristãs diante desse Jesus Histórico?

Reinaldo José Lopes
(galileu@edglobo.com.br)

Páginas 42-55. - Ilustrações – Bibliografia.
Colaboração de pesquisadores e historiadores brasileiros, entre eles o Prof. Dr. André L. Chevitarese (UFRJ) e estrangeiros (Israel Knohl, Jon Dominic Crossan, John P.Meier).

Veja mais:
Jesus e as Tradições do Antigo Israel

sábado, 10 de maio de 2008

Dica de Leitura (Jesus Histórico)

BRUTEAU, Beatrice (org.). Jesus segundo o judaísmo. Rabino e estudiosos dialogam em nova perspectiva a respeito de um antigo irmão. Trad. Adail Sobral. São Paulo: Paulus, 2003.

CHEVITARESE, André Leonardo, Org.; CORNELLI, Gabriele, Org.; SELVATICI, Mônica, Org. Jesus de Nazaré: uma outra história. São Paulo: Annablume; Fapesp, 2006.

FLUSSER, David. Jesus. Trad. Margarida Goldsztajn. São Paulo: Perspectiva, 2002.

HORSLEY, Richard A.; HANSON, John S. Bandidos, Profetas e Messias: Movimentos populares no tempo de Jesus. São Paulo: Paulus, 1995.

HORSLEY, Richard A. Jesús y el Império. El Reino de Dios y el nuevo desorden mundial. Trad. e adap. Ricardo López Rosas. Navarra (Espanha): Verbo Divino, 2003.

MEIER, John P. Um judeu marginal. Repensando o Jesus Histórico. 3.ed. Trad. Laura Rumchinsky. Ver. Jayme Salomão e Monique Balbuena. Rio de Janeiro: Imago, 1992. volume 1: as raízes do problema e da pessoa.

THEISSEN, Gerd; MERZ, Annette. O Jesus Histórico. Um manual. Trad. Milton Camargo Mota e Paulo Nogueira. São Paulo: Loyola, 2002.

VERNES, Geza. As várias faces de Jesus. Trad. Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Record, 2006.

Panorama do Judaísmo na Época de Jesus

Referências Bibliográficas

SAULNIER, Christiane & ROLLAND, Bernard. A Palestina no Tempo de Jesus. Trad. José Raimundo Vidigal. São Paulo: Paulus, 1983. (Cadernos Bíblicos, 27).
O livro trata do ambiente sociopolítico-econômico do tempo de Jesus, mostrando a ingerência do Império Romano e a situação econômica da terra de Israel no primeiro século. Trata também das instituições religiosas, da estrutura da sociedade judaica, dos grupos político-religiosos e da resistência judaica que terminou com a tomada de Jerusalém no ano 70 e com sua ruína no ano 135.

SCARDELAI, Donizete. Movimentos messiânicos no tempo de Jesus. Jesus e outros Messias. São Paulo: Paulus, 1998. (Biblioteca de Estudos Bíblicos).
A presente obra investiga o fenômeno da atividade messiânica entre os judeus dos dois primeiros séculos da era cristã. Um panorama histórico acerca dos acontecimentos que culminaram nas duas principais guerras (a de 70 e a de 135 d.C.) será reconstituído a fim de demonstrar que a doutrina acerca da vinda de um libertador era muito conhecida entre os judeus do primeiro século e como os ideais messiânicos foram articulados ideologicamente pelas lideranças e grupos dissidentes de judeus.

SCARLEDAI, Donizete. Da religião bíblica ao judaísmo rabínico: origens da religião de Israel e seus desdobramentos na história do povo judeu. São Paulo: Paulus, 2008. (Coleção biblioteca de estudos bíblicos).
O livro tem por objetivo abordar uma história contínua de Israel do período bíblico, avaliando seus principais desdobramentos que conduziram à formação do povo judeu sob o advento do judaísmo rabínico, após a destruição do Segundo Templo.
O livro oferece um sumário explicativo dos vários períodos da formação da religião bíblica de Israel. Procura ainda pontuar os elementos norteadores desse processo em relação aos momentos históricos e aos seus significados dentro do universo social, religioso e espiritual do povo judeu, até a emergência dos sábios rabinos da Mishná, no século II E.C.

Referências Audiovisuais

Vídeo 1: O judaísmo no tempo de Jesus. Coleção “O caminho de Deus com a Humanidade”. São Paulo: Paulus, 2005.
Temas:
Judaísmo ou judaísmos?; O grupo dos Fariseus; Os Saduceus; A comunidade dos Essênios; A seita dos Zelotes; Os Sicários; Os líderes revolucionários; Os Essênios de Qumra; Os Manuscritos do Mar Morto; João Barista e os Essênios.

Vídeo 2: A Galiléia do I Século. Coleção “O caminho de Deus com a Humanidade”. São Paulo: Paulus, 2005.
Temas:
A situação geopolítica da Galiléia; As condições socioeconômicas da região; Herodes e os Romanos; O historiador Flávio Josefo; As relações entre Galiléia e Judéia; A sinagoga de Beit Alfa; Os esplendoresw de Tiberíades, Beit Shean, Cesaréia Marítima, Séforis; O terrono das revoltas na Galiléia; As revoltas na Judéia.

Terra de Israel – Províncias Administrativas (Ocupação Romana)

Nos tempos de Jesus, durante a ocupação romana, a Terra de Israel estava dividida em províncias. As três províncias de maior interesse para o nosso estudo são: Judéia, no Sul, Samaria, no Centro e Galiléia, no Norte.

1 – Judéia – A província mais importante. Na Judéia estava Jerusalém, centro religioso, político e cultural do país. Era a região mais culta e mais observante da religião.

2 – Samaria – Ao Norte da Judéia. Os seus habitantes eram considerados como estrangeiros pelos judeus, pois eram de povos oriundos de uma política de ocupação e que viviam a religião de modo diferente.

3 – Galiléia – Ao Norte da Samaria. Era a região mais bonita, rica e também a mais povoada. Os galileus eram considerados trabalhadores, empreendedores e patriotas/nacionalistas. Eram os que menos suportavam a dominação romana e estavam sempre dispostos a se rebelar. Os galileus não eram bem vistos pelos habitantes da Judéia porque tinham a fama de serem pouco observantes sobre a prática religiosa. A vivência religiosa dos galileus privilegiava mais o essencial sem se deter aos pequenos detalhes.

Referências Bibliográficas

HORSLEY, Richard A. Arqueologia, História e Sociedade na Galiléia. O contexto social de Jesus e dos rabis. Trad. Euclides Luiz Calloni. São Paulo: Paulus, 2000. (Bíblia e Sociologia).
Os estudos sobre Jesus, os estudos rabínicos e a arqueologia podem hoje estimular-se mutuamente enquanto buscam uma compreensão mais plena da Galiléia como contexto histórico-social tanto de Jesus como dos rabis. Este livro vale-se dos desenvolvimento nos três campos inter-relacionados, esclarecendo algumas implicações para diversos aspectos importantes da vida ma Galiléia. Não analisa diretamente as tradições do Evangelho de Jesus e do seu movimento e os textos rabínicos, mas o contexto mais amplo em que eles emergiram e ao qual reagiram. A partir de significativas descobertas, possibilita aos leitores uma revisão das generalizações e pressuposições que anteriormente eram consideradas como padrão.

JEREMIAS, Joachim. Jerusalém no Tempo de Jesus: pesquisas de história econômico-social no período neotestamentário. 3.ed. Trad. M.Cecília de M. Duprat. São Paulo: Paulus, 1983. (Nova Coleção Bíblica).
A obra oferece uma visão panorâmica da condição sociopolítico-econômica de Jerusalém no século I d.C. O autor divide o problema em duas partes: na primeira, examina a situação econômica da cidade de Jerusalém sob a dominação romana até a sua destruição (6 a 70 d.C.). Na segunda parte analisa a situação social da cidade: as classes sociais (ricos, classe média, pobres), os fatores determinantes para o desenvolvimento das condições econômicas dos habitantes de Jerusalém, a relação dos partidos religiosos com essas classes sociais, a situação dos escravos e da mulher.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

II Seminário Internacional do Jesus Histórico

O tema proposto para o II Seminário Internacional do Jesus Histórico (6 e 8 de outubro de 2009) aponta para dois caminhos:

1) inserção de Jesus no interior do Judaísmo do seu tempo;
2) aborda o judaísmo da época de Jesus como uma experiência histórica, dotada de tempo e espaço precisos. Isto quer dizer, esta experiência não ocorreu no céu, mas na terra, na História, e o seu contexto é aquele do Império Romano.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Jesus entre o mito e a história

O “I Seminário Internacional do Jesus Histórico” sediado no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ reuniu em outubro de 2007 historiadores, pesquisadores e teólogos para debaterem a historicidade de Jesus e também temas polêmicos e ainda controversos, como o grau de instrução e a ressurreição do líder do Cristianismo.


Judeu freqüentador do templo, que participava de tradições judaicas, como por exemplo a festa pascal, e devoto dos ensinamentos da Torá, texto central do Judaísmo. Camponês, proveniente de Nazaré, localizada na Galiléia Meridional, ao norte da Palestina, terra dominada, a partir de 63 a.C, pelo Império Romano.


São essas as características, comprovadas historicamente, de Jesus de Nazaré, pregador do primeiro século, adorado por quase dois milênios como Cristo, o filho de Deus. Fundador do Cristianismo, a maior crença do mundo, com mais de dois bilhões de adeptos, Jesus não suscita interesse apenas nos círculos religiosos. Também a academia vem se debruçando sobre a análise científica dessa figura, que, a despeito de todos os avanços científicos e tecnológicos verificados na contemporaneidade, permanece arregimentando multidões de fiéis com o discurso da simplicidade e da humildade.


Extraído de:
Jornal da UFRJ

Gabinete do Reitor – Coordenadoria de Comunicação da UFRJ
Serviço de Jornalismo Impresso – Ano 3 - nº 30
Dezembro 2007 - p.16-17.