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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Dança: linguagem do transcedente

Dança: linguagem do transcedente

CONCEIÇÃO VIANA DE FÁTIMA

Dissertação de mestrado em Ciência da Religião (UCG)

Data da defesa: 10/05/2001.

Resumo: O objeto da presente dissertação é a dança e a sua dimensão no ritual. De imensa importância na Antigüidade, proibida nos rituais na Idade Média. Atualmente ainda recebe restrições, pois as manifestações corporais se transformaram em poucos e acanhados gestos. Este trabalho procurou na história da dança sua participação nos rituais, levantou conceitos que pudessem auxiliar na demonstração de sua importância e trouxe juízos que dela fazem pessoas de reconhecida competência sobre o assunto. Procurou também justificar essa importância através do embasamento teórico proporcionado pelas Ciências Sociais que trabalhando com a questão da cultura, do símbolo, do rito, da memória, da religião, e da linguagem corporal assevera a sua eficiência e eficácia.


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domingo, 16 de agosto de 2009

O corpo como espaço de louvor e adoração mediante a dança

O corpo como espaço de louvor e adoração mediante a dança

Keila Marcia Ferreira de Macêdo Carvalho

Mestrado em Ciências da Religião (UCG)

Data da defesa: 20/02/2006.

Resumo: O objeto desta dissertação é o corpo que louva e adora ao Sagrado, mediante a dança. E para que seja compreendido esse objeto, primeiro foi feito um recorte histórico do corpo no judaísmo, depois falou-se sobre o corpo numa visão dual grega que persiste até nossos dias. Discutiu-se, também, sobre esse corpo, do pentecostalismo ao neopentecostalismo, percebendo que o mesmo é visto como Templo do Espírito Santo e, por fim, buscou-se conhecer esse corpo na perspectiva de uma abordagem fenomenológica. Foram coletados discursos de 08 (oito) sujeitos, que experimentam a vivência da dança em seus corpos nos cultos evangélicos. Além dos discursos formais, também contou-se com a ajuda de discursos informais e observações, não havendo preocupação com estilos predeterminados de dança, mas sim com a vivência e o olhar de cada sujeito para com a experiência de colocar seu corpo para adorar ao Sagrado. A partir dos discursos coletados, orientados pela interrogação "Como é o corpo que louva e adora a Deus, mediante a dança?", foram trilhados os entendimentos e reflexões em busca de conhecer o corpo que dança com os próprios olhares. Olhou-se para o corpo que dança com outros sentidos, e sentido por pessoas que são consideradas adoradores nos cultos evangélicos. Assim, consoante os fundamentos da pesquisa fenomenológica, buscou-se encontrar uma perspectiva particular, e totalmente hermenêutica em um dado momento; olhou-se para o fenômeno situado, buscando um aprofundamento na essência do universo em questão.