Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

Perfil

Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

Translate

Seguidores

Mostrando postagens com marcador Pessach. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pessach. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de março de 2017

Pêssach 2017/5777

Pêssach 2017/5777

Pessach este ano [2017/5777] começa na noite de 10/04 (segunda-feira) e termina em 18/04 (terça-feira).





Veja mais:

sexta-feira, 22 de abril de 2016

quinta-feira, 26 de março de 2015

Pessach 2015 / 5775

Pessach 2015 / 5775

 15 a 22 de Nissan 5775 – 3 (ao entardecer) a 11 de abril, 2015


Veja mais:

sábado, 23 de março de 2013

Pessach 5773 e Hagadá de Pessach



26 de março - 2 de abril, 2013 – 15 - 22 de Nissan 5773

Pêssach comemora a libertação do povo judeu da escravidão no Egito. Uma das maiores mitsvot durante esta festa é a proibição de consumir alimentos fermentados e a obrigação de comer matsá. [Leia mais…]



Hagadá de Pessach: Hagadá (do hebraico הגדה, transl. hagadá, "narração"), é o texto utilizado para os serviços da noite de Pessach, contendo a leitura da história da libertação do povo de Israel do Egito conforme é descrito no Livro do Êxodo. Por celebrar esta libertação, o Pessach é a mais importante das festas judaicas, e cada judeu tem por mandamento narrar às futuras gerações esta libertação. A Hagadá contêm a narrativa desta libertação, as orações, canções e provérbios judaicos que acompanham esta festividade. (www.fisesp.org.br)

Veja mais:

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Páscoas católica e judaica acontecem na mesma data em Jerusalém

Páscoa católica e judaica


quinta-feira, 1 de abril de 2010

Cabalá - Pesaj: la primera transformación

Aurora (01/04/2010): Cabalá - Pesaj: la primera transformación: Dijo Rabí Shimon: ¡Ay de aquellos que dicen que la Torá viene a contarnos cuentos simples y relatos trillados de Esaú, Laban, etc.!... …sino que todas las palabras de la Torá tratan de cosas elevadas y de secretos sublimes (El Libro del Zohar, Behaalotjá). Tanto la Torá como la historia de Pesaj describen, con total precisión, lo que acontece en la realidad espiritual, en el interior de cada persona. No importa cuántas veces leamos la Leyenda (Hagadá) de Pesaj o cuánto la analicemos; su verdadero significado se alcanza sólo cuando logramos experimentar nuestro propio éxodo de Egipto y celebramos la fiesta de Pesaj internamente. >>> Leia mais, clique aqui.


Veja mais:


A Páscoa cristã e a Pessach judaica: origens, relação e atualidade. Entrevista com Guershon Kwasniewski, Cleide Schneider e Antônio Cechin



IHU (01/04/2010)
  • A Páscoa cristã e a Pessach judaica: origens, relação e atualidade. Entrevista com Guershon Kwasniewski, Cleide Schneider e Antônio Cechin: Neste ano, coincidentemente, a Páscoa cristã e a Pessach judaica serão comemoradas na mesma semana. A Páscoa cristã iniciou com a festa do Domingo de Ramos, no dia 28 de março estendendo-se até o Domingo da Ressurreição, no dia 04 de abril. Já o 1º Seder da Pessach, cuja data é fixada pelo calendário hebraico, o dia 15 de nissan, lua cheia, foi no dia 29 de março. Depois, seguem-se outros sete dias de comemoração. Mas o que se comemora nessas celebrações cuja memória, de origens comuns, remonta a um mesmo gesto, ou seja, uma passagem, uma travessia? Para compreender melhor não apenas a festividade, mas também suas origens e sua atualidade, depois de tantos milênios desde seus primeiros registros históricos, a IHU On-Line entrevistou um líder religioso judeu, uma luterana e um católico. Em foco, a origem comum da celebração: o Êxodo dos israelitas do Egito, que os cristãos irão reviver e reatualizar com a "nova Páscoa", a paixão, morte e ressurreição de Cristo. >>> Leia mais, clique aqui.
  • O processo judaico e romano de Jesus de Nazaré. Artigo de Gianfranco Ravasi: "Aquelas horas [do processo de Jesus] se inscreveram não só na história, mas também na fé de milhões de pessoas, e revisitá-las ainda hoje é uma aventura arriscada, porque nelas se entrecruzam questões históricas, problemas teológicos, emoções espirituais e até degenerações seculares." A opinião é de Gianfranco Ravasi, presidente do Pontificio Conselho da Cultura, em artigo publicado no jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, 28-03-2010. Os entretítulos são do IHU On-Line. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto.
  • O que Deus faz em uma cruz?: Publicamos aqui a reflexão sobre a Páscoa, escrita pelo sacerdote e teólogo espanhol José Antonio Pagola, em artigo para o sítio Religión Digital, 21-03-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis o texto.

segunda-feira, 29 de março de 2010

O sentido universal da Páscoa judaica

FSP (29/03/2010)


O CALENDÁRIO registra nesta semana a Páscoa dos judeus e a dos cristãos. Ambas as comemorações tiveram a mesma origem, afastaram-se e negaram-se ao longo da história e tendem a aproximar-se novamente.


O reconhecimento da origem judaica de Jesus, agora um fato religioso indiscutível, diminuiu bastante o número daqueles que apregoavam distância e até hostilidade entre os seguidores das duas religiões.


Resquícios da Idade Média (quando se pregava, em púlpitos de igrejas, massacres contra os judeus pelo fato de estes, supostamente, beberem sangue de garotos católicos em suas ceias de Pessach, a páscoa judaica) fazem parte de um passado que quase ninguém quer reviver.


Até a velha malhação do Judas, como metáfora do judeu supostamente traidor, mudou o seu caráter. Agora os Judas de sábado de aleluia são traidores mais reais, facilmente encontráveis no mundo político.


Os judeus fazem hoje à noite uma ceia de Pessach, e tradicionalmente se diz que ela registra "a saída dos judeus do Egito", comandados por Moisés, há uns 35 séculos.


Entretanto, não foram encontradas evidências da ida ou mesmo da presença do povo hebreu no Egito, nesse período, mesmo porque ainda não havia um povo hebreu. É difícil, portanto, falar de sua saída.


Com certeza poderíamos considerar a travessia (do Egito para a Terra Prometida, da escravidão para a liberdade) um mito de criação, desses que todos os povos, nações, religiões e etnias têm.


Claro que havia um grande movimento de povos do deserto atrás do grande oásis que era o Egito, irrigado e fertilizado pelo Nilo. Por vezes eles se integravam e se diluíam entre a população egípcia, por vezes eram expulsos quando seu trabalho não mais era necessário, como ocorre com imigrantes de países pobres em nações mais desenvolvidas.


Esses povos devem ter aprendido muito com a civilização egípcia, da qual levaram cultura material e simbólica para outros lugares, como a então terra de Canaã.


Algumas tribos com esse histórico desenvolveram língua própria, cultura específica e unificaram-se em um reino, lá pelo ano 1000 a.C., sob o comando de Saul, Davi e Salomão, este poderoso o suficiente para construir o Templo de Jerusalém.


Desmandos do poder e injustiças sociais enfraqueceram as monarquias (que haviam se dividido em Israel e Judá) e propiciaram o surgimento dos chamados profetas sociais -Amós e Isaías, entre outros-, que inovaram pregando o monoteísmo ético, conjunto de valores que passaram a fazer parte do patrimônio cultural da humanidade e se encontram na própria base do judaísmo (assim como do cristianismo).


Aí voltamos para o Pessach e nos perguntamos por que essa é uma comemoração milenar.


Alguns responderão com o judaísmo institucional, que lamenta até hoje a destruição do Templo de Jerusalém e do poder monárquico, do qual os sacerdotes eram uma espécie de funcionário religioso.


Outros acenam com o judaísmo dos escribas, a letra da lei e dos seus intérpretes, que exigem rituais imutáveis.


Quem não os seguir literalmente vai "acertar suas contas com Deus nesta ou em outra vida". Esse tipo de judaísmo considera razoável uma dicotomia entre a vida cotidiana e o ritual religioso, bastando seguir este com propriedade para que os pecados, eventualmente ocorridos naquela, sejam absolvidos sem maiores problemas. E os rabis milagreiros, além dos místicos sábios, estariam aí para nos explicar "a" verdade.


O problema é que a intermediação entre o judeu e seu Deus é a negação da essência do judaísmo (o monoteísmo ético), que busca igualar todos os homens e os estimula a ler e compreender o que leram, exatamente para ter acesso à palavra divina.


Entre o templo e os escribas, fico com os profetas.


Um povo é um grupo com a consciência de um passado comum. Não é fundamental que o passado comum tenha realmente existido, basta a consciência da existência dele: ao escolher a herança judaica, cada indivíduo passa a ser depositário de um universo de valores.


Não interessa se há 3.000 anos seus ancestrais já eram judeus, não importa se ele é descendente de cázaros judaizados durante a Idade Média ou de ucranianos convertidos após 1648.


Não vem ao caso se optou por seu judaísmo há um ano ou uma semana. O importante não é a origem étnica, nem a lamentação pelo templo destruído e muito menos a prática de rituais mecanicamente executados.


A grande travessia, aquela que marcou a humanidade, foi a de um mundo aético para um mundo ético, de um olhar para si mesmo para um olhar para o outro, de uma existência solitária para uma existência solidária.


Sim, Pessach é uma travessia. Que só tem sentido se for feita na companhia de todos os irmãos de raça, a raça humana.


JAIME PINSKY , 70, historiador e editor, é professor titular aposentado da Unicamp, diretor da editora Contexto e coautor e organizador de vários livros, entre os quais "História da Cidadania".


www.jaimepinsky.com.br

Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2903201008.htm

quinta-feira, 25 de março de 2010

Cabalá - Pesaj: de la esclavitud hacia la libertad

Pessach 2010 / 5770

29 de março a 06 de abril, 2010 – 15-22 de Nissan 5770



Veja mais: