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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

Recursos para o estudo do Hebraico Bíblico

Menachem Mendel: Ancient Hebrew Poetry links to an interview with the scholar of Biblical Hebrew Karyn Traphagen. On her web site one can find some resources for a review of Biblical Hebrew grammar. Don’t pass up on the fantastic Review Guide.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Prolegomena for the Sociolinguistics of Classical Hebrew

Journal of Hebrew Scriptures - Volume 5: Article 6 (2004)

Prolegomena for the Sociolinguistics of Classical Hebrew

William M. Schniedewind

Abstract: The study of Classical Hebrew has largely proceeded from the assumptions of 19th century neogrammarians as well as formalist approaches. Their linguistic assumptions are based on the study of contemporary spoken languages that and particularly ill-suited to deal with all the facets of an ancient written language like Classical Hebrew. Language, and particularly written language, is part of a cultural system. As such, the approaches in sociolinguistics and anthropological linguistics need to integrated into the study of Classical Hebrew.


Leia mais:

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Hebrew Language Tools: Biblical Hebrew

Hebrew Language Tools: Biblical Hebrew


Hebrew Audio Bible

Listen to any chapter of the Hebrew and Aramaic Bible (Old Testament)



Hebrew Alphabet

Learn the Hebrew Alphabet: Step-by-Step at the University of Washington, Department of Near Eastern Languages & Civilization

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Fred Putnam.org (Biblical Hebrew)

Fred Putnam.org (Biblical Hebrew)


Toward Reading & Understanding Biblical Hebrew

Biblical Hebrew

Title: Toward Reading & Understanding Biblical Hebrew

Download Chapters (PDF*):
Grammar Part 1 (Lessons 1 - 4; pages 1-41)
Grammar part 2 (Lessons 5 - 9; pages 42-85)
Grammar part 3 (Lessons 10 - 14; pages 86-123)
Grammar part 4 (Lessons 15 - 17; pages 124-149)
Grammar part 5 (Lessons 18 - 21; pages 150-185)
Grammar part 6 (Lessons 22 - 27; pages 186-226)
Grammar part 7 (Lessons 28 - App. B; pages 227-276)
Grammar part 8 (Lessons App. C - F; pages 277-343)

Pages: 343


domingo, 12 de outubro de 2008

Bíblia Hebraica – Hebraico Bíblico - Bíblia Hebraica Sttutgartensia (BHS) - Massorá (Edson de Faria Francisco)

Bíblia Hebraica – Hebraico Bíblico - Bíblia Hebraica Sttutgartensia (BHS) - Massorá

Textos de Edson de Faria Francisco

01) Acentos Massoréticos.pdf

02) Alfabeto Hebraico Samaritano.pdf

03) Alfabeto Hebraico.pdf

04) Alfabeto Paleohebraico.pdf

05) Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS).pdf

06) Caligrafia de Hirbet Qumran.pdf

07) Divisões da Massorá.pdf

08) Edições do Texto Massorético.pdf

09) Guenizá do Cairo.pdf

10) Manuscritos do Mar Morto.pdf

11) Manuscritos do Texto Massorético.pdf

12) Massoretas.pdf

13) Massorá.pdf

14) Nomenclatura das Consoantes e dos Sinais Vocálicos.pdf

15) Principais Símbolos e Abreviaturas do Aparato Crítico da BHS.pdf

16) Principais Termos e Abreviaturas da Masora Parva da BHS.pdf

17) Texto Massorético.pdf

18) Tratados Massoréticos.pdf


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Biblia Hebraica: Portal de Estudos sobre a Bíblia Hebraica (Edson de Faria Francisco)

Biblia Hebraica: Portal de Estudos sobre a Bíblia Hebraica (Edson de Faria Francisco)
O site Biblia Hebraica (lat. Bíblia Hebraica) é dedicado ao estudo de vários aspectos relacionados à Bíblia Hebraica e também ao estudo do hebraico bíblico. Este site fornece vários materiais úteis para aqueles que trabalham com a Bíblia Hebraica e com o hebraico bíblico, como textos originais, fontes (hebraicas e gregas), ilustrações, textos didáticos, textos históricos, bibliografia (gramáticas, dicionários e concordâncias), entre outros recursos. O objetivo principal deste sítio on-line é ser uma ferramenta de auxílio na pesquisa de temas relacionados ao universo bíblico em solo brasileiro.

sábado, 30 de agosto de 2008

דָּבָר Biblical Hebrew Vocabularies

דָּבָר Biblical Hebrew Vocabularies

Davar was developed at The University of Auckland in a project team consisting of staff from its School of Theology and the Centre for Flexible and Distance Learning. It utilises the web to provide the framework for a multimedia vocabulary which can be customised by teachers and augmented by selected scholars. It could also be adapted for other languages with similar learning needs, although no mechanism is provided for this. It was developed to address a number of perceived needs in the teaching of Hebrew.

Davar's original aim was to provide a multimedia environment to help students at The University of Auckland to grasp the many unfamiliar complexities of Biblical Hebrew. For many of our students these complexities require a new way of thinking. The web can provide animations, sound and graphics to facilitate this, as well as a wide range of linguistic data and mnemonic cues.

A second aim was to build in the flexibility to allow the vocabularies to be customised so that they could be used with different textbooks or lesson objectives. To this end, we wanted to be able to sort lists and to extract groupings of words. This aim has been achieved and teachers wishing to use this feature can register for access to the vocabularies. They can then group words according to their needs and download to a zipped file for use in their own teaching. These can be published as vocabulary pages (book style) and as flash cards. For more details see using the vocabularies for teaching.

Thirdly, as the Biblical Hebrew scholarly community is not large and is spread throughout the world, we wanted to provide a dynamic resource, whereby academics could collaborate to extend and edit the vocabulary. As well as the usual data entry facilities, this involved automating the written word animation and providing media resources to enable the addition of new words.

The resource's initial target audience was beginners, but its dynamic nature has enabled the scope to be extended beyond this group.

Although the website doesn't aim to provide a "Teach Yourself Biblical Hebrew" course, the vocabularies are available to a variety of audiences - the independent learner who has an interest in Hebrew, students with an interest in furthering their studies independently, teachers looking for resources, and academics who are interested in collaborating in this international project.

Veja mais:
Língua Hebraica


domingo, 10 de agosto de 2008

Teaching the Biblical Hebrew Verb (Naama Zahavi-Ely)

Teaching the Biblical Hebrew Verb (Naama Zahavi-Ely)
I am a native speaker of contemporary Israeli Hebrew. I learned Biblical Hebrew by immersion: my Israeli secular school education exposed me repeatedly to the unmodified Masoretic Text, from the second grade through the twelfth. When I first started teaching Biblical Hebrew to American students, I thus knew the language—but I was not familiar with the methods of teaching it to non-native-speakers. >>> Leia mais, clique aqui.

Veja mais:

sábado, 9 de agosto de 2008

A linguagem do Antigo Testamento (Isaías Lobão Pereira Júnior)

A linguagem do Antigo Testamento
Em sua maior parte, o Antigo Testamento, foi escrito em hebraico. Porém, existem alguns poucos trechos em aramaico (Gênesis 31,47; Esdras 4,8 a 6,18, Jeremias 10,11; 7,12-26 e Daniel 2,4 a 7,8). O hebraico e o aramaico pertencem a uma família de línguas, que desde o fim do século XVII, convencionou-se designar de semita. Um nome que é derivado da passagem de Gênesis 10,22, onde foi registrado os nomes dos descendentes de Sem, filho de Noé. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Observações sobre o hebraico bíblico (George Steiner)

STEINER, George. A Bíblia Hebraica e a divisão entre judeus e cristãos. Lisboa: Relógio D´Água, 2006. p.32-34.

p.32. O hebraico pertence ao ramo cananeu da família de lín­guas semitas do Noroeste. Escreve-se da direita para a es­querda e consistia, originalmente, em vinte e duas letras que indicavam apenas consoantes. A designação de vogais pela junção de pontos a estas consoantes deu-se muito mais tarde. Evoluiu muito gradualmente entre os séculos V e X d.C. As actuais convenções de vocalização representam, por conseguinte, formas de pronúncia que remontam, por alto, a um milhar de anos após a era bíblica. Fora da própria Bíblia, o hebraico clássico antigo sobrevive em algumas inscrições, nenhuma das quais é anterior ao século X a. C.

p.33. A origem consonântica de toda a escrita hebraica - inú­meras palavras desenvolvem-se a partir de um radical de três consoantes - é crucial. Permite, ou melhor, torna ine­vitável, uma pluralidade e riqueza polissémica de leituras possíveis, provavelmente sem par em qualquer outra língua escrita. O mesmo aglomerado consonântico pode, com vo­calizações diferentes, ser interpretado com sentidos com­pletamente diferentes. A omissão de marcadores de vogais origina uma multiplicidade inerente de significados putati­vos, de equívocos implícitos e de jogos de palavras dentro da unidade consonântica idêntica. Uma palavra bíblica pal­pita, por assim dizer, dentro de uma aura de significados e ecos concêntricos.

O hebraico possui apenas dois «tempos» verbais (sendo «tempos», em si mesma, uma designação enganadora). As acções ou estão terminadas («perfeito») ou não terminadas («imperfeito»). Os modos simples, passivo, reflexivo, in­tensivo e causativo são interpretados através de formas di­ferentes do verbo. Uma vez mais, esta particularidade sin­táctica ocasiona consequências de natureza hermenêutica importantes. O «mundo do tempo», as anotações da tempo­ralidade na narrativa do Antigo Testamento, não se tradu­zem imediatamente no paradigma passado-presente-futuro do inglês ou de outras línguas europeias modernas. Este simples facto torna quase inacessível a dinâmica interna da profecia e da memória hebraicas. A profecia não se projec­ta, em qualquer sentido óbvio, no futuro, como acontece, por exemplo, nos oráculos gregos ou nas predições cris­tiano-helénicas. Os tempos oportunos das revelações de Deus por intermédio dos seus profetas são eternos. Num certo sentido, a profecia já se cumpriu, uma vez que é feita no «perfeito» na palavra divina. Noutro sentido, está eternamente presente. 0 que arde com a ira ou com a benção de Deus é o «agora». Num terceiro e completamente intradu­zível sentido, a profecia também toca no «imperfeito», no ainda inacabado e portanto revogável (Jonas depende do paradoxo gramatológico de uma «imperfeição» alojada, por assim dizer, no eterno absoluto da determinação e sentença inicial de Deus).

p.34. Há, evidentemente, afinidades linguísticas entre o he­braico antigo e línguas tão próximas dele como o fenício, e, certamente, o úgrico. Elementos do úgrico, do cananeu e do aramaico podem ser localizados nos textos bíblicos. Todas as línguas faladas pelos homens e pelas mulheres têm as suas singularidades. Contudo, é justo que se diga que o con­ceito tradicional de hebraico bíblico como língua adâmica, como a primeira entre as línguas humanas, como sendo marcada unicamente pela semântica do modo como Deus a usa, reflecte, embora de maneira mítico-antropomórfica, uma intuição compreensível de «algo à parte». O hebraico do Antigo Testamento não se parece com nenhuma cons­trução verbal-gramatical-semântica de que tenhamos co­nhecimento directo. A Lei, no fundo, é, em muitos aspectos, uma «lei em relação a si própria». A um nível manifesta­mente mais elevado, mais causador de danos do que o de qualquer outro corpus de linguagem, incluindo a poesia e a filosofia mais remotas e mais difíceis, as traduções do he­breu bíblico são interpretações erradas. Mesmo nas mãos de ouvintes e de artesãos da palavra tão geniais como Tyndale ou Lutero.


domingo, 3 de agosto de 2008

Basic Hebrew Vocabulary (500 Basic Hebrew Words)

Basic Hebrew Vocabulary (500 Basic Hebrew Words)
Siegfried Kreuzer: This list contains the 500 most frequent and most important words of the Old Testament / Hebrew Bible and is intended to help you keeping up your Hebrew.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Vav Hahipuch

Vav Hahipuch

Extraído de: FERREIRA, Cláudia Andréa Prata. O pacto da memória: interpretação e identidade nas fontes bíblica e talmúdica. Tese de Doutorado em Ciência da Literatura - Poética. Rio de Janeiro: UFRJ, Faculdade de Letras, 2002. p.84-86.

O hebraico bíblico forneceu o tronco, o alicerce da língua hebraica moderna. Sua contribuição manifesta-se no campo lexical e nas estruturas gramaticais: a estrutura do singular, do plural e da forma dual do substantivo, a flexão do substantivo na forma possessiva (genitivo). Forneceu as conjugações da maioria das construções verbais, bem como os tempos, ainda que não tenha conseguido expressá-los com clareza. Devemos deduzir pelo contexto se a ação ocorre no passado ou no futuro. O hebraico bíblico faz uso de um recurso denominado de vav consecutivo ou em hebraico, vav hahipuch (signo de conversão dos tempos), abolido pelo hebraico moderno.1

Cabe um comentário sobre o uso do vav hahipuch, pois o seu desconhecimento, leva a equívocos na tradução do texto bíblico. Quando a conjunção vav (e) denominada de vav consecutivo (vav hahipuch) liga os verbos, ela exerce uma função peculiar, denotando certa subordinação entre dois ou mais verbos num período.2

Caso 1
Shamar haadam et haTorá vaishbót baShabat
.
(Guardou o homem a lei e descansou no sábado).

Comentário – caso 1 - No primeiro termo [Shamar haadam et haTorá], o verbo aparece no completo (passado). A tradução normal do segundo termo [vaishbot baShabat] seria no futuro do presente (e descansará). Mas, em virtude da subordinação estabelecida pelo vav consecutivo que precede o segundo verbo, a tradução segue o tempo do primeiro ficando então: “Guardou o homem a lei e descansou no sábado”.

Caso 2
Ishmor haadam et haTorá veshavat baShabat.
(Guardará o homem a lei e descansará no sábado.)
Comentário – caso 2 - Neste caso temos o primeiro verbo no incompleto (futuro ishmor “guardará”) e o segundo no completo (passado shavat “descansou”), precedido de vav consecutivo. Em virtude da subordinação estabelecida pelo vav consecutivo, o segundo verbo é traduzido no tempo do primeiro: “Guardará o homem a lei e descansará no sábado”.
Caso 3
Shamar haadam et haTorá vaishbot baShabat veló machar.
(Guardou o homem a lei e descansou no Sábado e não vendeu.).
Comentário – caso 3 - Quando aparece na frase um advérbio de negação ou qualquer outra partícula, a subordinação desaparece nos verbos seguintes. Desta forma, o verbo que aparece após o advérbio de negação ou qualquer outra partícula, deixa de estar subordinado, voltando ao seu tempo normal na tradução.

Referências bibliográficas:
1 Ver os estudos de BEREZIN, Rifka. As origens do léxico do hebraico moderno. São Paulo: EDUSP, 1980. p.13-18; BEREZIN, Rifka. Caminhos do povo judeu. 4.ed. São Paulo: Federação Israelita do Estado de São Paulo, 1988. v.1. p.22-25; BETTENCOURT, Estêvão. Para entender o Antigo Testamento. 4 ed.ver. e atual. Aparecida: Santuário, 1990. p.9-10; CAQUOT, André. Os Semitas. In: LÉVÊQUE, Pierre. As primeiras civilizações. Trad. Antônio J.P. Ribeiro. Lisboa: Edições 70, 1990.v.III - Os Indo-Europeus e os Semitas. p.145-155. p.145-155.
2 MENDES, P. Noções de hebraico bíblico. Texto programado. São Paulo: Vida Nova, 1986. p.173-177.