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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 8 de agosto de 2010

A espiritualidade dos salmos na obra de Alonso Schökel

Ciberteologia - Revista de Teologia & Cultura. Edição nº 30 - Ano VI - Julho/Agosto 2010: A espiritualidade dos salmos na obra de Alonso Schökel: Getúlio Antônio Bertelli. O presente trabalho é apenas uma aproximação à imensa e inesgotável fonte dos salmos. Deles brotam as espiritualidades judaica e cristã. Eles são ensino do próprio Deus (“Torá”). São fonte de liberdade e humanidade. Por isso os salmos são feitos para estudar, cantar e saborear. O autor quer extrair deles sua mensagem espiritual, deixando-se guiar pela segura tradução de Alonso Schökel.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O Deus, eu quero cantar e tocar": a música e os instrumentos musicais no saltério Davídico

O Deus, eu quero cantar e tocar": a música e os instrumentos musicais no saltério Davídico

Fernanda Tresinari Bertinato Moschella

Mestrado em Ciência da Religião (PUC-SP)

Data da defesa: 29/09/2006.

Resumo: Este trabalho tem como objetivo mostrar como a música dos salmos era realizada pelos levitas, responsáveis pela celebração do culto no Segundo Templo de Jerusalém; mostrar quais eram os instrumentos musicais utilizados por eles, bem como suas características e origens; a escrita musical desenvolvida e a função que a música exercia naquela comunidade.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Rivers of Babylon

"Rivers of Babylon" é uma canção de cunho religioso, composta por Brent Dowe e Trevor McNaughton do conjunto "Melodians". É baseada no Hino Bíblico, Salmo 137 (versão da Bíblia King James).


A canção também tem palavras tiradas do Salmo 19,14.


O Salmo 137 é um hino expressando os anseios do povo judeu, no exílio que se seguiu à conquista de Jerusalem, em 586 a.E.C.


O jovem grupo da Union for Reform Judaism, usa essa canção no seu livro de músicas. Isso significa que pode substituir uma oração, o que em hebraico se chama "Y'hiyu L'ratzon".


A versão gravada por Boney M, em 1978, é a mais conhecida
.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Mizmor Ledavid: Cantando os Salmos em Hebraico

13 lindas canções dos Salmos interpretadas pelo CORAL DOS MENINOS DE JERUSALÉM, sob regência de HANAN AVITAL, de Israel.

Acompanha encarte com todas as letras em caracteres hebraicos, português e pronúncia fonética, para você cantar junto e se deliciar.

1. mizmor ledavid (salmo 23)
2. ievarechecha / hine lo ianum (salmos 128/121)
3. shir lamaalot (salmo 121)
4. gam gam gam (salmo 23)
5. mi haish (34)
6. habet (80)
7. essa enai (121)
8. yimale fi (71)
9. lemaan achai vereai (122)
10. ner leragli (salmo 119)
11. tsadic catamar (salmo 92)
12. shabechi Ierushalayim (salmo 147)

Veja também as opções em que o livro dos Salmos acompanha o CD:
Pacote Salmos Grande
Pacote Salmos Pequeno

sábado, 2 de fevereiro de 2008

A enunciação de salmos bíblicos

A enunciação de salmos bíblicos: uma análise discursiva e semiótica

Magda Simone Güttler Freitas

Resumo: O objetivo principal deste estudo é identificar os efeitos de sentido criados pelas marcas enunciativas encontradas nos Salmos Bíblicos e investigar o jogo da interlocução no Discurso Religioso, procurando constatar de que modo são projetadas as instâncias de pessoa, tempo e espaço, considerando, particularmente, a relação enunciador-enunciatário. Os pressupostos teóricos encontram-se na Análise do Discurso da linha francesa, na Teoria da Enunciação e na Semiótica Greimasiana. A Análise do Discurso visa compreender como um objeto simbólico produz sentidos em sua materialidade lingüística e histórica, através das marcas enunciativas deixadas no enunciado pela formação discursiva do enunciador. A partir desses efeitos, faz-se a observação dos procedimentos de organização textual, dos mecanismos enunciativos de produção e recepção dos mesmos e, no jogo da interlocução, da relação entre enunciador e enunciatário. Assim, ao observar o processo de construção do texto e o de produção de sentidos, chega-se ao processo discursivo que ganha sentido porque deriva de um jogo definido pela formação ideológica dominante, o que permite compreender como se constituem os sentidos desse dizer. É utilizada a Teoria da Enunciação para se estudar as marcas deixadas no enunciado que indicam a título de que o mesmo é proferido ao enunciar-se uma mensagem, quando o enunciador instaura um diálogo com seu enunciatário na medida em que o concebe como um elemento ativo, a quem atribui a imagem de um contradiscurso.

Idioma: Português

Data de Publicação: 2003

Local de Publicação: Londrina

Orientador: Luiz Carlos Fernandes

Instituição: Universidade Estadual de Londrina. Centro de Letras e Ciências Humanas.

Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem

Nível: Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem)