Aurora (21/10/2010): Un arte marcial de la Biblia se mantiene vivo en Israel: El pueblo judío ha practicado durante siglos un arte marcial poco conocido, transmitido de generación en generación, que se remonta a los tiempos de los patriarcas bíblicos y que aún hoy ejercita un puñado de seguidores en Israel. Se trata del "Abir", que significa caballero en hebreo y es impartido en Israel por Yehoshua Avner Sofer Maatuf-Doh, el actual "Aluf Abir" o "Gran Maestre" de esta práctica milenaria. Es un sistema de lucha poco conocido incluso para el gran público israelí, pero va ganando adeptos y en la última década lo han aprendido miles de personas. >>> Leia mais, clique aqui.
Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Feira do livro em Cuba tem mini-Bíblia
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
Natal: Curiosidades
Curiosidades
- Grupo nos EUA promove boicote a lojas que não dão 'Feliz Natal'
- Comércio tenta incentivar Natal no mundo árabe
- Religião cristã vira disciplina nas escolas israelenses
- Natal em alta em Israel (Daniela Kresh)
- Decoração de Natal é proibida em 75% das empresas britânicas, diz pesquisa
- Natal sem Jesus provoca polêmica na Grã-Bretanha
sábado, 13 de dezembro de 2008
Emek Refa´im
Bereshit: an easy-Hebrew newspaper for beginners. Jerusalém: Israel, Número 25, em 03/12/2008, página 10.
domingo, 13 de julho de 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
Jaffa (Iafo)
Bereshit: an easy-Hebrew newspaper for beginners. Jerusalém: Israel, Número 14, em 17/03/2008, página 10.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
O renascimento de Matusalém
O Globo, Ciência, página 38, em 13/06/2008.
O anúncio foi feito na revista científica “Science”.
A semente foi encontrada há mais de 40 anos, durante escavações numa fortaleza em Massada, construída pelo rei Herodes, no século I, na zona ocidental do Mar Morto. O local é conhecido por ter abrigado insurgentes judeus que se rebelaram contra o domínio romano em 67 d.C.
A semente que gerou a renascida Matusalém foi mantida em laboratório durante décadas, com a temperatura ambiente controlada. Mas bem antes disso, lembram os cientistas, ela permaneceu enterrada por séculos em meio às ruínas de Massada.
— A região do Mar Morto é extremamente seca e quente — explicou a pesquisadora Sarah Sallon, do Centro Médico Hadassah, em Jerusalém.
— Essa conjunção de fatores certamente ajudou a preservar essa semente.
De acordo com os cientistas, análises com radiocarbono confirmaram que essa é a mais antiga semente já trazida de volta à vida. Ela supera o recorde anterior, que pertencia a sementes de lótus que brotaram depois de mil anos.
— Caso a planta seja do gênero feminino, existe a possibilidade de reproduzi-la — disse Sarah, que conduziu o projeto.
A árvore foi semeada pela equipe de Sallon em 19 de janeiro de 2005, o ano novo judaico dedicado às árvores. A sua semente é originária de um tipo de palmeira — a tamareira da Judéia — que, segundo os pesquisadores, era muito comum nas margens do Rio Jordão. A planta foi dada como extinta há muitos séculos.
Tentativas anteriores de fazer germinar sementes antigas falharam alguns dias após o plantio. Como essa experiência foi bem sucedida, os pesquisadores fizeram o teste de carbono para determinar a idade correta da semente — Inicialmente, não conseguimos quebrar as raízes para fazer a análise de forma adequada — contou Sarah. — Mas quando mudamos a planta para um vaso maior, encontramos fragmentos das sementes nas raízes que permitiram a análise com carbono.
A palmeira é descrita na Bíblia, bem como na literatura antiga, por seus poderes medicinais. A planta era conhecida como elemento de cura para várias enfermidades como o câncer, malária e até mesmo dores de dente.
Para os cristãos a palmeira representa simbolicamente a paz e é associada à entrada de Jesus
Assim que Matusalém crescer mais, os cientistas vão fazer novas análises para verificar se a planta tem, realmente, algum potencial medicinal.
— A história conta que as pessoas pegavam o seu fruto e faziam bebidas que eram indicadas como remédio para várias enfermidades — revelou a pesquisadora.
— Essa sua, digamos, habilidade de se manter ativa pode nos ajudar a entender como preservar recursos genéticos no futuro.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Os Samaritanos
Bereshit: an easy-Hebrew newspaper for beginners. Jerusalém: Israel, Número 09, em 03/01/2008, página 5.
segunda-feira, 2 de junho de 2008
"We are the Lost Tribes"
Bereshit: an easy-Hebrew newspaper for beginners. Jerusalém: Israel, Número 09, em 03/01/2008, página 04.
domingo, 1 de junho de 2008
Harey Edom (The Red Mountains)
Bereshit: an easy-Hebrew newspaper for beginners. Jerusalém: Israel, Número 17, em 18/05/2008, página 10.
domingo, 4 de maio de 2008
Leis sobre o estudo de Torá
Quando Moshe estava para falecer e tinha que passar a liderança para Yehoshuá, uma das coisas que lhe disse foi: "E estudarás ela (a Torá) de dia e de noite". Daqui aprendemos que devemos fixar um tempo para estudo de Torá pela manhã e pela noite.
Kolel Rio, em 21/12/2007.
sábado, 19 de abril de 2008
Instituto de Israel recebe fragmento da Bíblia com mais de 1.000 anos
Fragmento contém versículos do livro do Êxodo (Foto: AP/Divulgação)
Pedaço de pergaminho foi recuperado de sinagoga incendiada nos anos 1940.
Texto era usado como amuleto por imigrante; agora, família vai doá-lo.
A história do pergaminho começa quando Sam Sabbagh, na época um judeu sírio de 17 anos, pegou um pedaço do manuscrito do chão de uma sinagoga em Alepo, na Síria, em
Sabbagh, que mais tarde imigrou para os EUA, carregou o pergaminho dentro de sua carteira por anos e o usou como amuleto até quando teve de passar por uma cirurgia do coração. O Instituto Yad Ben Zvi, que guarda o que resta do códice de Alepo, ficou sabendo do fragmento há 20 anos, mas não conseguiu convencer Sabbagh a entregá-lo. Com a morte do imigrante há dois anos, sua família decidiu fazer a doação.
Unificação
É importante recuperar o fragmento "porque estamos tendo a chance de unificar as partes que faltavam e colocá-las em seu lugar original", disse Michael Maggen, chefe de conservação de manuscritos do Museu de Israel e responsável pela restauração do documento. Segundo Maggen, o códice é importante porque traz dados sobre aspectos-chave da gramática e da pronúncia do hebraico bíblico.
G1, em 09/11/2007.
