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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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Mostrando postagens com marcador Notícias e Reportagens. Mostrar todas as postagens
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domingo, 3 de abril de 2011

Torá das mulheres

Estadão (26/03/2011): Torá das mulheres: A data 16 de outubro de 2010 foi um grande marco para o judaísmo. Neste dia, foi lida a primeira Torá escrita por mulheres na história judaica. Justamente por elas, que, de acordo com os preceitos da tradição ortodoxa, não podiam ler nem tocar no livro sagrado. O feito inédito se concretizou em Seattle, nos Estados Unidos, na comunidade judaica Kadima, onde se encontrava uma brasileira muito feliz e orgulhosa. Seu nome é Rachel Reichhardt, uma das componentes do grupo de seis mulheres escribas - duas americanas, uma canadense e duas israelenses - que se uniram pela primeira vez no glorioso dia para costurar os pergaminhos que cada uma escreveu à mão, em uma empreitada que teve início em 2003. "Nós nunca tínhamos nos encontrado pessoalmente. Cada uma escreveu a sua parte da Torá em seu país. Esse encontro foi emocionante. Dentro do judaísmo, o significado disso tudo é uma mudança de paradigma. Nós mudamos a história", explica Rachel. >>> Leia mais, clique aqui.


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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Arqueólogos descobrem igreja bizantina de 1.500 anos em Israel

FSP online (02/02/2011): Arqueólogos descobrem igreja bizantina de 1.500 anos em Israel: Arqueólogos descobriram em Israel uma antiga igreja com idade estimada em 1.500 anos. A construção possui um mosaico bem preservado no chão, com desenhos de leões, raposas, peixes e pavões. O representante Amir Ganor, da Autoridade de Antiguidades de Israel, disse que a igreja localizada a sudoeste da cidade de Jerusalém era frequentada entre os séculos 5º e 7º d.C. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Megiddo and history

Aol News (26/12/2010): Armageddon Fortress May Hold Keys to History: The Book of Revelation says the biblical fortress of Armageddon will be the site of an apocalyptic battle between good and evil at the end of time. Scientists believe it could also be the place where time begins -- at least for archaeology. In a groundbreaking new project, scholars are using the rich archaeological remains that soar more than 50 feet above the Jezreel Valley in northern Israel to synchronize the clocks of the ancient world and create the first definitive calendar of human history. >>> Leia mais, clique aqui.

sábado, 18 de dezembro de 2010

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Israel: tempestade revela estátua de mármore da época romana

A tempestade que varreu nos últimos dias a costa oriental do Mediterrâneo causou o desmoronamento de uma falésia em Ashkelon, no sul de Israel, revelando uma grande estátua de mármore da época romana, anunciou Yoli Schwartz, a porta-voz da Autoridade israelense encarregada das antiguidades.


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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Piscina usada por saqueadores romanos é encontrada em Jerusalém

FSP online (23/11/2010): Piscina usada por saqueadores romanos é encontrada em Jerusalém: Ao escavar o terreno onde será construído um novo local para banhos judeus em Jerusalem (Israel), arqueólogos descobriram uma piscina que já pertenceu à legião romana. A mesma legião que saqueou Jerusalém cerca de 1.800 anos atrás. A descoberta lança uma nova visão sobre a cidade de Aelia Capitolina que os romanos construíram em Jerusalém depois de expulsar os judeus da região e tomar-lhes o poder. (...) Depois do achado arqueológico, a administração de Jerusalém disse que vai dar continuidade à construção do banho judaico onde será realizado o mikveh, um ritual de purificação segundo a religião judaica. Segundo o órgão Autoridade de Antiguidades de Israel, os restos do balneário romano serão incorporados ao projeto atual. >>> Leia mais, clique aqui.


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  • FSP online (22/11/2010): Israelenses e palestinos se unem para exploração do mar Morto: A lama e o sedimento do mar Morto podem estar escondendo objetos com 500 mil anos de idade e de grande valor arqueológico e geológico -- alguns dos quais forneceriam novas abordagens sobre a mudança climática contemporânea. O projeto de investigação, conduzido pelos cientistas israelenses Zvi Ben-Avraham e Mordechai Stein, recebeu aprovação para ser levado adiante somente neste ano. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Manuscritos do Mar Morto serão colocados na Internet

Os Manuscritos do Mar Morto serão digitalizados e colocados na Internet – fato amplamente noticiado pelos jornais em 2008. Agora, no site da IAA - Israel Antiquities Authority - na seção "Press Office", com data de 19 de outubro de 2010, se lê: Israel Antiquities Authority, Partner with Google R&D Center in Israel – To Make Dead Sea Scrolls Available On-line With Lead Funding from the Leon Levy Foundation and a Major Donation of the Arcadia Foundation. >>> Leia mais, clique aqui.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pesquisa explica ''milagre'' de Moisés

IHU (23/09/2010): Pesquisa explica ''milagre'' de Moisés: Segundo o texto bíblico, "um forte vento leste" soprando sobre o mar teria aberto as águas para Moisés e os israelitas que fugiam do Egito. Agora, dois cientistas dizem que o "milagre" é compatível com as leis da física. A reportagem é de Reinaldo José Lopes e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 22-09-2010. >>> Leia mais, clique aqui.


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domingo, 5 de setembro de 2010

Pesquisadores encontram templo de 3.000 anos na Jordânia

FSP online (02/09/2010): Pesquisadores encontram templo de 3.000 anos na Jordânia: Arqueólogos desenterraram na Jordânia um templo construído há 3.000 anos, na Idade do Ferro, com uma coleção de estatuetas de deuses antigos e vasos circulares de barro usados em rituais religiosos. O anúncio foi feito nesta quarta-feira por cientistas. O chefe do Departamento de Antiguidades da Jordânia, Ziad al-Saad, afirmou que o santuário é do século 8 a.C. e foi descoberto em Khirbat 'Ataroz, próximo à cidade de Mabada, a aproximadamente 32 quilômetros da capital, Amã. Ele afirmou que o complexo possui uma sala principal que mede 36 metros quadrados, além de duas antecâmaras e de um pátio aberto. De acordo com al-Saad, o santuário e seus artefatos --feitos de calcário e basalto ou esculpidos em barro e bronze-- mostram os complexos rituais religiosos do antigo reino bíblico de Moab, na Jordânia. "Hoje nós temos a evidência material, a prova arqueológica do nível de desenvolvimento da tecnologia e da civilização daquele período", afirmou. Os moabitas, cujo reino se estendia pela costa montanhosa do Mar Morto, no território que hoje é a Jordânia, eram intimamente relacionados com os israelitas, embora os dois povos estivessem frequentemente em conflito. Em 582 a.C, os babilônios conquistaram o reino. >>> Leia mais, clique aqui.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Tábua encontrada em Israel apresenta semelhanças com Código de Hamurabi

FSP online (26/07/2010): Tábua encontrada em Israel apresenta semelhanças com Código de Hamurabi: Uma equipe da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriu em escavações em Tel Hazor, no norte de Israel, o fragmento de uma tábua cuneiforme que apresenta semelhanças com o conteúdo e o momento da escritura do Código de Hamurabi, um dos mais antigos conjuntos de leis escritas. O fragmento está escrito na língua acádia, atualmente extinta e usada na antiga Mesopotâmia principalmente por assírios e babilônios no segundo milênio antes de Cristo. Os arqueólogos dataram a tábua entre os séculos 18 e 17 a.C., o mesmo período do Código de Hamurabi, informou hoje a universidade em comunicado. A tábua foi achada recentemente em Tel Hazor, um dos sítios arqueológicos mais importantes de Israel, declarado Patrimônio da Humanidade em 2005. "Leis similares às do Código de Hamurabi são conhecidas pela Torá, mas a diferença de tempo entre as duas escrituras é de mil anos. Agora, temos em nossas mãos o fragmento de uma tábua que contém leis muito similares ao código, mas achada em Hazor e que datam do mesmo período", aponta o professor Amnon Ben-Tor, do Instituto de Arqueologia da Universidade Hebraica. >>> Leia mais clique aqui.

domingo, 8 de agosto de 2010

Nova vida com o Mar Morto

JB (08/08/2010): Nova vida com o Mar Morto - Pág. 1: Isabel Kershner THE NEW YORK TIMES. A retração do Mar Morto simboliza, para uns, sua morte iminente. Para outros, uma nascente de novos negócios, alavancados pela curiosidade de visitantes atraídos por sua singularidade. Leia ainda: Menos água, mais dinheiro - Pág. 17: (...) O Mar Morto atrai visitantes por sua singularidade. Sua a superfície está quase 427 metros abaixo do nível do mar, transformando estas praias nos pontos secos mais profundos da Terra. A parte norte, território que Israel adquiriu na Guerra de 1967, é popular entre israelenses, peregrinos cristãos e turistas de Jerusalém. Desde o ano que governo facilitou restrições de viagem na Cisjordânia, removendo algumas das principais barreiras em estradas, palestinos também podem chegar às costas do norte. Em outro ponto de convergência, os governos de Israel, Jordânia, que atravessa as águas, e a Autoridade Palestina se juntaram para promover o Mar Morto numa competição na web para ser votada como uma das novas sete maravilhas do mundo. Com o nível da água diminuindo em mais de um metro por ano, muitos da região esperam que a competição concentre a atenção em formas de recuperar as águas. >>> Leia mais, clique aqui.


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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Cristianismo: religião de referência ou uma entre as demais?

IHU (16/07/2010): Cristianismo: religião de referência ou uma entre as demais?: A mesa de debates Teologia Pluralista e Teologia da Revelação reuniu os teólogos Andrés Torres Queiruga, da Universidade Santiago de Compostela, na Galícia, Espanha; o teólogo Faustino Teixeira, do Programa de Pós-Gradação em Ciências da Religião, da Universidade Federal de Juiz de Fora; e o teólogo José Maria Vigil, da Associação de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (ASETT), de El Salvador. A reportagem é de Antonio Carlos Ribeiro e publicada pela Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC), 15-07-2010. O debate se insere no 23º Congresso Internacional da Sociedade de Teologia e Ciências da Religião (Soter), realizado de 12 a 15 de julho na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), discutindo o tema Religiões e paz mundial. >>> Leia mais, clique aqui.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Oldest written document ever found in Jerusalem

Jerusalem Post (12/07/2010): Oldest written document ever found in Jerusalem: Hebrew University excavations recently unearthed a clay fragment dating back to the 14th century BCE, said to be the oldest written document ever found in Jerusalem. The tiny fragment is only 2 cm. by 2.8 cm. in surface area and 1 cm. thick and appears to have once been part of a larger tablet. Researchers say the ancient fragment testifies to Jerusalem’s importance as a major city late in the Bronze Age, long before it was conquered by King David. The minuscule fragment contains Akkadian words written in ancient cuneiform symbols. Researchers say that while the symbols appear to be insignificant, containing simply the words “you,” “you were,” “them,” “to do,” and “later,” the high quality of the writing indicates that it was written by a highly skilled scribe. Such a revelation would mean that the piece was likely written for tablets that were part of a royal household. The find was uncovered in a fill taken from the Ophel area, which lies between the Old City’s southern wall and the City of David. The Ophel digs are being carried out by Dr. Eilat Mazar of the Hebrew University Institute of Archeology, through funding from US donors Daniel Mintz and Meredith Berkman of New York. >>> Leia mais, clique aqui.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Computador decifra língua extinta (ugarítico)

Agência FAPESP (05/07/2010): Computador decifra língua extinta (ugarítico): No livro Lost Languages, de 2002, o então editor do suplemento de educação superior do jornal inglês The Times, Andrew Robinson, afirmou que o trabalho arqueológico de decifrar línguas extintas exige uma mistura de lógica e intuição que os computadores são incapazes de possuir. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, tentam mostrar que Robinson estava errado. Em estudo que será apresentado esta semana na reunião anual da Associação para Linguística Computacional, em Uppsala, na Suécia, o grupo apresentará um novo programa de computador que foi capaz de decifrar grande parte do extinto idioma ugarítico, descoberto a partir de escritos encontrados na cidade perdida de Ugarit, na Síria, cujas ruínas foram encontradas em 1928. O ugarítico era uma língua semítica escrita em alfabeto cuneiforme com 27 consoantes e três vogais. Os escritos encontrados foram importantes para estudiosos do Velho Testamento, por auxiliar a clarificar textos hebraicos e revelar como o judaísmo utilizava frases comuns, expressões literárias e frases empregadas pelas culturas gentis que o cercavam. >>> Leia mais, clique aqui.