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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 4 de julho de 2015

Modelos de mujer en la Historia Deuteronomista: Excusa, Legitimación y Propaganda

MEAH, sección Hebreo 58 (2009), 113-138
Mª. Junkal Guevara Llaguno, Modelos de mujer en la Historia Deuteronomista: Excusa, Legitimación y Propaganda 

Resumen: La Historia Deuteronomista, el conjunto de los libros Josué, Jueces, Samuel y Reyes según la hipótesis de M. Noth, sorprende por la cantidad de personajes femeninos que protagonizan sus relatos. Con nombre propio, anónimas, madres, esposas, concubinas, reinas, prostitutas… todas desfilan por esta relectura del tiempo que media entre el asentamiento y la deportación a Babilonia. El artículo pretende agrupar todos estos
personajes en unos modelos que las expliquen y que sirvan para estudiar el protagonismo de todas ellas en el plano literario-teológico del conjunto.
Palabras clave: Historia Deuteronomista, mujeres, teología deuteronomista.

sexta-feira, 22 de março de 2013

O diálogo entre o Gênesis e a psicanálise



IHU (22/03/2013): O diálogo entre o Gênesis e a psicanálise: O segundo dia de palestras do professor e exegeta belga André Wenin reuniu dezenas de pessoas na sala Ignácio Ellacuría e companheiros do Instituto Humanitas Unisinos - IHU na noite da terça-feira, 19, para discutir o tema Leis para o ser humano. Genesis 1 – 4: exegese e psicanálise em diálogo. O evento integra a programação da 10ª Páscoa IHU – Ética, arte e transcendência e faz parte do curso Aprender a ser humano. Um estudo de Gênesis 1 – 4. André Wenin na abertura do evento ressaltou que sua fala dizia respeito a reflexões que estabeleceu com seu compatriota psicanalista Jean-Pierre Lebrun onde debatiam de que modo entre a psicanálise e a Bíblia há um fenômeno em eco, uma ressonância. A proposta de ambos era tentar ajudar as pessoas a compreenderem as conjunturas estruturais de onde vivem. “Eu e (Jean-Pierre) Lebrun, ele a partir da psicanálise e eu a partir da Bíblia, falávamos sobre temas como poder, dinheiro, violência. No fim do evento consideramos que houve um diálogo porque nosso objetivo era debater temas contemporâneos e não fazer as pessoas lerem as Bíblia”, explica Wenin. De acordo com o exegeta, o que houve durante o encontro com Lebrun foi um diálogo entre um psicanalista agnóstico e um teólogo e a proposta não era criar polêmica, mas sim alimentar as considerações de cada um sobre os temas abordados. >>> Leia mais, clique aqui.

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domingo, 15 de maio de 2011

Eva e Maria: assim a Igreja sacrificou a mulher

IHU (15/05/2011): Eva e Maria: assim a Igreja sacrificou a mulher: Das Nossas Senhoras de ontem e de hoje até os estereótipos patriarcais: o novo livro de Michela Murgia cruza as Sagradas Escrituras e a vida, e lembra como uma certa teologia ignora as imagens femininas de Deus. A reportagem é de Natalia Aspesi, publicada no jornal La Repubblica, 11-05-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.


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domingo, 3 de abril de 2011

Torá das mulheres

Estadão (26/03/2011): Torá das mulheres: A data 16 de outubro de 2010 foi um grande marco para o judaísmo. Neste dia, foi lida a primeira Torá escrita por mulheres na história judaica. Justamente por elas, que, de acordo com os preceitos da tradição ortodoxa, não podiam ler nem tocar no livro sagrado. O feito inédito se concretizou em Seattle, nos Estados Unidos, na comunidade judaica Kadima, onde se encontrava uma brasileira muito feliz e orgulhosa. Seu nome é Rachel Reichhardt, uma das componentes do grupo de seis mulheres escribas - duas americanas, uma canadense e duas israelenses - que se uniram pela primeira vez no glorioso dia para costurar os pergaminhos que cada uma escreveu à mão, em uma empreitada que teve início em 2003. "Nós nunca tínhamos nos encontrado pessoalmente. Cada uma escreveu a sua parte da Torá em seu país. Esse encontro foi emocionante. Dentro do judaísmo, o significado disso tudo é uma mudança de paradigma. Nós mudamos a história", explica Rachel. >>> Leia mais, clique aqui.


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Interpretação feminista do relato da criação

IHU (29/03/2011): Interpretação feminista do relato da criação: As teólogas feministas ''ao resgatarem o relato mais arcaico, feminista, da criação, elas visam propor uma alternativa mais originária e positiva na qual apareça uma relação nova com a vida, com os gêneros, com o poder, com o sagrado e com a sexualidade", escreve Leonardo Boff, teólogo. Eis o artigo.


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