Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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sábado, 4 de julho de 2015
Panorámica de los estudios rabínicos en la actualidad
domingo, 22 de dezembro de 2013
El Talmud y la Guemará perduran como fuentes de sabiduría judia
El proceso de formación y el conjunto de escritos y comentarios que van a ir incorporándose a lo que después se calificará como el corpus talmúdico se compone de los siguientes elementos:
b) Las Baraitot y la Tosefta: Yehudá Hanasí no incorporó a la Mishná todas las decisiones de los doctores precedentes. Esas decisiones se recopilaron más tarde con el nombre de Baraitot (que están fuera), dando lugar en las escuelas de Babilonia al libro Tosefta (complemento).
c) La Guemará: Es el comentario perpetuo que sigue a la Mishná en todas sus divisiones. Como ya se ha indicado hay dos Guemarot, que dan lugar a dos talmud diferentes: el de Jerusalén y el de Babilonia.
Rashi era todavía muy joven cuando abandonó su ciudad natal y se fue a Worms y a otras ciudades famosas por el calibre de sus maestros espirituales. Con insaciable ansiedad, Rashi se dedicó devotamente al estudio de la Torá y el Talmud y tras ocho años de constante y profundo estudio, regresó a su ciudad natal. Tenía solo 25 años, pero sus conocimientos le permitieron estudiar en forma individual.
Poco a poco fue adquiriendo fama hasta que pronto su casa estuvo colmada de discípulos y sabios que venían a aprender de él. Eventualmente Rashi fue nombrado Rabino de Troyes, cargo que ocupó ad-honorem, pues igual que su padre, decidió que su sustento proviniese de la venta del vino.
Era joven aun cuando comenzó a escribir su famoso comentario a la Torá y el Talmud. Hasta el momento se hacía muy difícil la comprensión apropiada de la Torá, y más aun del Talmud. Para subsanar dicho inconveniente, Rashi decidió escribir un comentario cuya característica principal fuera la redacción breve y fácil; un comentario que les permitiera a todos transitar por los complejos senderos de la Torá y el Talmud.
e) Los comentarios de las Tosafot: Durante los siglos XII y XIII, en Francia, Alemania e Inglaterra, los tosafistas (maestros de la familia de Rashi) elaboran un comentario discontinuo; Retoman puntos difíciles del texto, lo comparan con otros pasajes y muestran las contradicciones, intentando resolverlas a continuación. En algunos casos corrigen al Rashi.
Desde la edición de Bomberg (Venecia 1520-1523) el Talmud se ha exhibido como el conjunto de Mishná-Guemará-Rashi-Tosafot. El corpus talmúdico los constituye, por tanto, los escritos Mischná-Guemará, enmarcados con un comentario interno (Rashi) y otro externo (Tosafot).
En el texto del Talmud podemos encontrar, al igual que en el texto bíblico dos categorías distintas totalmente imbricadas entre sí. Se llaman también la Halajá y la Hagadá. La Halajá es la parte jurídica del Talmud, que imprime a la vida judía la orientación de la acción y de la ley, y comprende no sólo las leyes en sí establecidas por los doctores, sino también las discusiones que conducen a su fijación. La Hagadá es todo aquello no comprendido en la Halajá; es un conjunto que abarca homilías, exégesis, historia, leyenda, nociones de ciencia natural, simbolismo de los sueños, etc.
Es imprescindible destacar la existencia de los denominados midrash, que son un conjunto de distintas recopilaciones de comentarios, independientes del Talmud. Estos comentarios se han dirigido en dos sentidos: un midrash halajá (comentarios jurídicos) y un midrash hagadá (comentarios didácticos).
Una vez presentado el Talmud en su origen, su estructura y sus diferentes comentarios, aflora la cuestión de cómo abordarlo, de cómo debe interpretarse su texto y cuál es su importancia. En este ámbito de la interpretación se suelen distinguir varios enfoques, de los que sobresalen uno, denominado histórico, y otro que podría considerarse como existencial.
a) Enfoque histórico: el pasado pertenece a la Historia y sólo se hace inteligible por la mediación entendida y crítica del historiador. El pasado es un enigma casi mítico, que hay que descifrar.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Las enseñanzas del Talmud
domingo, 12 de agosto de 2012
La vigencia del lenguaje del Talmud
domingo, 8 de julho de 2012
La vigencia del Talmud a través de la historia
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Sonhos nos textos bíblicos e na literatura talmúdica
Revista Horizonte - volume 6 - nº 11 - dezembro de 2007
Sonhos nos textos bíblicos e na literatura talmúdica
Edgar Leite
Resumo: Este estudo desenvolve uma análise do desenvolvimento do papel dos sonhos e das visões na literatura bíblica. Busca apontar as diferentes abordagens do tema segundo os diversos redatores bíblicos e seus momentos históricos específicos. Pondo em relevo, principalmente, o papel da literatura profética e das ações do Estado como introdutores de uma relativização do caráter dos sonhos como elementos justificadores teológicos. Discutimos, a seguir, a recepção desse material pelos rabinos, autores do Talmude. Apontamos que a discussão rabínica sobre o tema segue a perspectiva literária mais ampla, mas aprofunda as preocupações gerais com o império das visões sobre o olhar religioso. Provavelmente por conta das trágicas experiências políticas derivadas do pensamento apocalíptico e sua inclinação geral às revelações oníricas. De forma geral, os rabinos do Talmude procuram resolver o problema do papel instabilizador dos sonhos através do simultâneo reconhecimento de sua importância e redução ou delimitação de sua relevância conquanto experiência de revelação religiosa.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Educação e Talmud - uma Releitura da Ética dos Pais
Educação e Talmud - uma Releitura da Ética dos Pais
Antes de dar início a esta explanação sobre judaísmo e educação, proposta deste encontro, gostaria de iniciar com a retomada de alguns princípios básicos judaicos, sustentáculos que facilitam a compreensão desta religião e dos princípios que regem a vida de um dos povos mais antigos da história da humanidade e que permanece vivo até os dias de hoje. >>> Leia mais, clique aqui.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Mística e razão na dialética teológica rabínica: a dinâmica da filosofia de Abraham J. Heschel
Mística e razão na dialética teológica rabínica: a dinâmica da filosofia de Abraham J. Heschel
Alexandre Goes Leone
Tese de doutorado em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas (USP).
Data de defesa: 18/11/2008.
Resumo: Abraham Joshua Heschel (1906 1972) importante filósofo do judaísmo de século XX no livro Torá Min Ha-shamaim Be-Aspaklaria shel Ha-Dorot, voltou sua atenção diretamente para a literatura rabínica tradicional, em especial para aquela contida no Talmude e no Midrash. Desta leitura hescheliana da literatura rabínica emerge uma visão dialética das correntes teológicas que animam os debates dos primeiros rabínicos sobre questões como o elemento humano e o divino na revelação, a imanência versus a transcendência de Deus, a relação entre a observância religiosa e o espírito por trás da observância, a noção de milagre e muitos outros temas do debate rabínico. Heschel identifica a partir de duas escolas de pensamento rabínico dos séculos I e II da era comum a escola de rabi Akiva de tendência mística e a escola de rabi Ishmael de tendência racionalista os dois grandes paradigmas que tencionaram dialeticamente o pensamento rabínico desde o final da Antiguidade e durante a Idade Média. Segundo Heschel, as duas tendências têm permeado o pensamento rabínico desde então. Desta leitura dialética Heschel tira várias conclusões sobre a relação entre razão e misticismo na experiência religiosa judaica, que além de aprofundarem o debate moderno sobre a natureza da experiência religiosa são também uma poderosa crítica contra as leituras fundamentalistas dos textos tradicionais judaicos.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
As Filha de Rashi: Amor e Judaísmo na França Medieval
As Filha de Rashi: Amor e Judaísmo na França Medieval. Livro I: Joheved.
Maggie Anton.
Tradução: Heliete Vaitsman.
Editora: Rocco (2008).
Sinopse: Com base em estudos do Talmud e uma vasta pesquisa sobre a vida de Salomão Ben Isaac, ou Rashi – um dos maiores estudiosos judeus de todos os tempos –, e de suas filhas, Maggie Anton traz ao público a história do amor ao saber e a superação das adversidades dessas mulheres pioneiras. Tradicionalmente proibidas de estudar os textos sagrados, As filhas de Rashi são tidas como verdadeiros exemplos de erudição. Primeiro volume de uma trilogia, o livro narra a trajetória da primogênita, Joheved.
Comentário (Cláudia A. Prata Ferreira julho de 2003-janeiro de 2009): Europa: Século XI - Rashi (1040-1105): O comentário de Rashi é famoso por sua concisão, simplicidade e clareza.
A característica marcante de seu comentário bíblico é a explicação do texto no seu sentido literal (Peshat), enriquecida com a citação de diversas fontes de origem rabínica. Contudo, fiel à tradição ashkenazi e a tradição gaônica, desenvolveu também o sentido midráshico, com a preocupação de dar vida às comunidades judaicas na Diáspora. Para Rashi, o sentido literal do texto bíblico e as Agadot (textos alegóricos) são o que melhor se prestam para explicar as passagens bíblicas.
Os trabalhos de Rashi sobre o Talmud continuaram através de um grupo de eruditos denominados de Tossafistas, muitos dos quais eram netos ou bisnetos de Rashi.
Rashi usou também seu conhecimento lingüístico do hebraico para embasar alguns de seus comentários, alem de empregar freqüentemente o francês arcaico de uso corrente em sua época.
Rashi usava um tipo de letra própria, conhecido como Escrita de Rashi, uma forma semicursiva da escrita hebraica. Também denominada Mashket é conhecida como “caracteres rabínicos”. Até hoje os comentários de Rashi são impressos com essas letras ao lado dos caracteres quadráticos para distinguir o corpo do texto (bíblico) de comentário (de Rashi) no texto.
O texto talmúdico não leva qualquer tipo de pontuação, tais como pontos e vírgulas, omite as vogais e a rapidez com que foram feitas as anotações ocasiona evidentes saltos de palavras e abreviações. Procurando facilitar o seu estudo foram escritos numerosos comentários ao Talmud, dos quais o mais conhecido é o de Rashi (Rabi Shlomo Itzhaki, 1040-1105).
Ao lado dos comentários de Rashi, as edições do Talmud registram vários outros, que freqüentemente se opõem a Rashi ou abordam aspectos que ele deixou de lado.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Le Talmud et les origines juives du christianisme
A seguinte resenha foi recentemente publicada pela Review of Biblical Literature:Dan Jaffé
Le Talmud et les origines juives du christianisme: Jésus, Paul et les judéo-chrétiens dans la littérature talmudique
Reviewed by Bogdan G. Bucur
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Review by Bogdan G. Bucur
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