Blog acadêmico de temas bíblicos com ênfase nos Estudos Judaicos (na área bíblica).
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- Cláudia Andréa Prata Ferreira
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Bíblia, Literatura e Linguagem
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
SAGRADAS APROPRIAÇÕES: A mulher que escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar
SAGRADAS APROPRIAÇÕES: A mulher que escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar
Simone Guimarães Matheus
- Dissertação de mestrado em Letras – Estudos Literários (UFMG)
- Data da defesa: ano de 2011.
- Resumo: Esta dissertação realiza uma leitura do romance. A mulher que escreveu a Bíblia, de Moacyr Scliar, a partir de uma reflexão sobre as relações intertextuais entre a literatura e a Bíblia, tomando como base a reescrita de episódios bíblicos no romance. A ficção de Scliar retoma alguns episódios bíblicos desconstruindo, por meio da ironia, mitos, personagens e temas do texto sagrado.
- Palavras-chave: Literatura; Bíblia; Intertextualidade; Ironia.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Bíblia e literatura: diálogos e entraves na base do monoteísmo
Ciberteologia: Revista de Teologia & Cultura
Edição nº 33 – Ano VII – Janeiro/Fevereiro/Março 2011 – ISSN: 1809-2888
Bíblia e literatura: diálogos e entraves na base do monoteísmo
Fabiana Cristina da Conceição e Tiago Tadeu Contiero
Este trabalho resenha algumas questões envolvidas na problemática de entendermos os textos sagrados enquanto obras literárias. Expõe as ideias centrais de alguns autores que versam sobre a temática, dentre os quais Antonio Magalhães e sua obra Deus no espelho das palavras: teologia e literatura em diálogo. Nosso intuito é demonstrar que há a possibilidade de os textos sagrados dialogarem com a literatura de uma maneira harmônica e natural. Por fim, abordaremos a importância dos textos sagrados para a fundamentação das religiões monoteístas e, a partir disso, propiciar um entendimento de que Cristianismo, Judaísmo e Islamismo têm sua origem em textos literários que ganharam relevância diante de outras religiões. >>> Leia mais, clique aqui.
domingo, 23 de maio de 2010
A transcriação bíblica em Haroldo de Campos
Nonada Letras em Revista, Vol. 12 (2009)
A transcriação bíblica em Haroldo de Campos
Fabiano Venturotti
Resumo: Haroldo de Campos (1929-2003) situa-se na origem da chamada poesia concreta. Além de poeta, publicou ensaios críticos sobre literatura e traduziu de diversas línguas para o português, revitalizando a invenção poética no cenário nacional. Neste trabalho iremos esboçar uma síntese da teoria da tradução, evidenciando a responsabilidade transcriativa reclamada por Haroldo de Campos. Em seguida, analisaremos sua transcriação de Gênesis 1,1 - 2,4.
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Veja mais:
terça-feira, 18 de maio de 2010
Literatura e Teologia: a melhor forma de recontar Babel
Revista da Faculdade de Letras “Línguas e Literaturas”
Porto, XII, 1995, p.359-370
Literatura e Teologia: a melhor forma de recontar Babel
Maria João Pires
Para além de ser profundamente marcada por diferenças objectivas, metodológicas e de conteúdo, a actual relação entre os estudos literários e bíblicos tem como ponto definidor a complexidade da alteração cultural social e literária relativamente aos assuntos da fé. Ou seja, numa sociedade progressivamente massificada e dessacralizada, a procura de novas referências ou de um conjunto alternativo de valores liberais e humanistas vai-se progressivamente materializando sob a forma de novos símbolos que, na literatura por exemplo, se assumem com uma potencialidade escriturária.
Para além disso, o isolamento ao qual a literatura e a teologia — enquanto disciplinas — estiveram votadas entre os finais do séc. XIX e princípios do séc. XX, tem a sua origem no elevado grau de especialização e fragmentação que atingiram, bem como no facto de sobre elas pesarem métodos interpretativos que são, na sua essência, distintos.
Assim, se por um lado crítica e teoria literárias se podem igualmente estender às obras literárias e à Bíblia, enquanto respectivamente tarefa interpretativa e sistematização dos princípios hermenêuticos que lhe estão subjacentes, por outro lado, no domínio restrito dos estudos bíblicos, o trabalho exegético assume uma larga amplitude significativa e simultaneamente um campo restrito de aplicabilidade. Contam-se aí a investigação de autor(es) dos textos, identificação de fontes e primeiras composições, a comparação de manuscritos de forma a detectar erros, acrescentos ou revisões, ou ainda o apuramento da influência das tradições orais e escritas na composição do texto bíblico. Logo, ao trabalho de ordenação sequencial dos textos se alia um outro definido basicamente pelo estudo da unidade estilística e temática do texto bíblico. >>> Leia mais, clique aqui.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
As Narrativas de Deus na literatura, hoje
IHU (16/07/2009): As Narrativas de Deus na literatura, hoje: Titular da cátedra de Teologia da Cultura e Diálogo Inter-Religioso da Faculdade de Teologia Católica da Universidade de Tübingen, na Alemanha, o Prof. Dr. Karl-Josef Kuschel estará presente na Unisinos para apresentar uma das grandes conferências do X Simpósio Internacional IHU: Narrar Deus numa sociedade pós-metafísica. Possibilidades e impossibilidades. O evento ocorre entre os dias 14 e 17 de setembro, promovido pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-Rio e o Escritório da Fundação Ética Mundial no Brasil. (...)Seus trabalhos são reconhecidos internacionalmente no diálogo entre religião e literatura, tanto do ponto de vista da teologia como dos estudos literários. (...) Kuschel também é referência na área do diálogo inter-religioso entre judeus, cristãos e muçulmanos e na relação entre teologia e literatura. Ele defende um "ecumenismo abraâmico", em que "não se pode mais pensar isoladamente no bem da Igreja, da Sinagoga ou da Umma": é preciso ficar "atento, sem indiferença, ao destino dos demais 'irmãos'", afirma.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
La historia de la exploración de Canaán: una lectura crítica-literaria
Aurora (11/06/2009): La historia de la exploración de Canaán: una lectura crítica-literaria: Dr. Adolfo Roitman - ``Fuimos al país al que nos enviaste, y en verdad que mana leche y miel; éstos son sus productos. Sólo que el pueblo que habita en el país es poderoso; las ciudades, fortificadas y muy grandes; hasta hemos visto allí descendientes de Anaq. El amalecita ocupa la región del Néguev; el hititia, el amorreo y el jebuseo ocupan la montaña; el cananeo, la orilla del mar y la ribera del Jordán''. El relato bíblico: La porción de la Torá de la presente semana (parashá Sheláj [Números 13:1-15:41]) nos cuenta una de las historias más conocidas de la literatura bíblica: la exploración de Canaán por los espías. ``Según la orden de Yahveh`` (13:3; cf. vv. 1-2), Moisés envió doce jefes por cada tribu de Israel ``a explorar el país de Canaán'', y como es propio en estas situaciones, les dió las siguientes instrucciones: ``Subid ahí al Néguev y después subiréis a la montaña. Reconoced el país. A ver qué tal es, y el pueblo que lo habita, si es fuerte o débil, escaso o numeroso; y qué tal es el país en que viven, bueno o malo; cómo son las ciudades en que habitan, abiertas o fortificadas; y cómo es la tierra, fértil o pobre, si tiene árboles o no. Tened valor y traed algunos productos del país...'' (13:17-20). (Nota: A diferencia de la versión en Números, según el Deuteronomio Moisés envió a los espías por inicitativa del pueblo: ``Pero todos vosotros os acercasteis a decirme: Enviemos delante de nosotros hombres para que exploren el país [...] Me pareció bien la propuesta...'' [1:22-23]. De acuerdo a la tradición posterior, la idea de enviar a los espías fue de Moisés mismo. Un ejemplo en este sentido, la versión de Filón de Alejandría [20 a.e.c. 50 e.c.]: ``Después de esta batalla Moisés comprendió que era preciso proceder a la exploración del país en donde la nación iba a establecerse. [...] Eligió doce hombres...'' [Moisés I, 220-221; en: Obras Completas de Filón de Alejandría; trad. J. M. Triviño; Buenos Aires, Acervo Cultural/Editores, 1976; IV, pág. 56). >>> Leia mais, clique aqui.
domingo, 31 de maio de 2009
Um olhar contemporâneo sobre o Cântico dos Cânticos
Revista 18 (Número 26, dez 2008 a Fev 2009): Um olhar contemporâneo sobre o Cântico dos Cânticos - Eliahu Toker: Neste surpreendente livro bíblico, em que a beleza do idioma hebraico atinge seu zênite e o nome do Criador não aparece uma vez sequer, os deleites do amor de um casal de jovens recebem sua mais sublime representação. >>> Leia mais, clique aqui.
quinta-feira, 26 de março de 2009
A narrativa literária de Deus na América Latina
IHU (26/03/2009): A narrativa literária de Deus na América Latina: Que sociedade é essa que estamos inseridos, atualmente? Para alguns, essa é uma sociedade pós-metafísica, uma sociedade que busca apoio da religião, mas reconstrói a genealogia da razão com pessimismo, de maneira considerada até derrotista. Como narrar Deus nessa sociedade?>>> Leia mais, clique aqui.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Las vestiduras del Sumo Sacerdote: ¿un simbolismo oculto?
Aurora Digital (05/03/2009): Las vestiduras del Sumo Sacerdote: ¿un simbolismo oculto?: Autor: Dr. Adolfo Roitman: Entre los temas que trata la parashá de esta semana, y a manera de continuación de la revelación de las normas referentes a la construcción del santuario dadas a Moisés en el Monte Sinaí, están las regulaciones acerca de los ornamentos de las vestiduras sagradas del Sumo Sacerdote. >>> Leia mais, clique aqui.
Absalón, príncipe rebelde
Aurora Digital (05/03/2009): Absalón, príncipe rebelde: Autor: Por David Mandel: Absalón (siglo X a.e.c.), hijo del rey David y la princesa Maaca, hija del rey de Gesur, un reino vecino, nació en Hebrón. >>> Leia mais, clique aqui.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Bíblia em forma de revista vai ganhar versão brasileira
Vídeo: Bíblia em forma de revista vai ganhar versão brasileira: TV Globo, Fantástico Domingo, 21/12/2008: O diretor de fotografia Walter Carvalho registrou as imagens e o ator Rodrigo Santoro leu os textos sagrados e originais da Bíblia, numa montagem ilustrada de um jeito bem contemporâneo.
Texto e vídeo: Bíblia em forma de revista ganha versão brasileira: TV Globo – Fantástico, em 21/12/2008. Fotógrafo sai às ruas em busca de cenas bíblicas.
Fiel ao texto original, mas ilustrada de um jeito bem contemporâneo. Dois convidados super especiais mostram como ela é. O diretor de fotografia Walter Carvalho faz imagens. E Rodrigo Santoro lê os textos sagrados.
O que será que um fotógrafo está fazendo no coração de Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro? Walter Carvalho, diretor de fotografia de sucessos do cinema como “Central do Brasil”, “Carandiru” e “Cazuza”, saiu às ruas em busca de cenas que lembram passagens bíblicas.
A idéia nasceu de uma edição da bíblia, em forma de revista, vendida em bancas de jornal da Europa e dos Estados Unidos.
“Ela pode estar exatamente entre as revistas fashion e um desavisado na ante-sala do dentista pode estar lendo São Marcos, São Mateus, São Lucas”, aponta o fotógrafo Walter Carvalho.
O coordenador do projeto explica que o objetivo é atingir quem ainda não tem bíblia.
As fotos são acompanhadas por trechos do evangelho.
“Eu, porém, vos digo: não resistais ao homem mau, antes, àquele que te fere na face direita oferece-lhe também a esquerda”, diz o livro de Mateus, que também tem o trecho: “E vos digo ainda: é mais fácil o camelo entrar pelo buraco da agulha do que o rico entrar no reino de Deus”.
As escrituras sagradas foram divididas em colunas, como em uma revista.
“Quando eu peguei a revista na mão, eu tomei um susto, como quase todo mundo. Eu chamando de revista, é o Novo Testamento, não é uma revista”, diz o filósofo Luiz Felipe Ponde.
“Eis que eu envio o meu mensageiro diante de ti a fim de preparar o teu caminho”, diz outro trecho.
“As figuras pops, como Bono Vox, Dalai Lama, são figuras que fazem uma ponte entre o mundo pop e a luta pelo direito dos negros, o combate ao racismo, a luta pelas crianças abandonadas, pelos doentes”, exemplifica o filósofo Ponde.
O Apocalipse é ilustrado com desastres ecológicos, destruição ambiental.
“As pessoas sempre sofrem, ou você tem problema de amor, de família, de dinheiro ou de saúde, todo mundo tem. A Bíblia é um clássico, está fincada em estruturas humanas que atravessam a história”, diz o filósofo Ponde.
Nosso diretor de fotografia - Walter Carvalho - busca nas ruas imagens para o trecho da Anunciação, quando Maria fica sabendo que vai dar à luz virgem.
“O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. Entrando onde ela estava, disse-lhe: ‘alegra-te cheia de graça, o senhor está contigo. E conceberás no teu seio e darás a luz um filho e o chamarás com o nome de Jesus“, diz outro trecho da Bíblia, narrado por Rodrigo Santoro.
Em apenas um dia, Walter fez quase 700 fotos. “Todo o cotidiano está na bíblia, todo e qualquer cotidiano está na bíblia de alguma forma”, diz o fotógrafo Walter Carvalho.
Felizes os aflitos,
porque serão consolados.
Felizes os que têm fome
e sede de justiça,
porque serão saciados.
Felizes os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
Felizes os que são perseguidos por causa da justiça,
porque deles é o reino dos céus.
sábado, 3 de janeiro de 2009
Geminate Ballast: An Unrecognized Literary Feature in Ancient Semitic Poetry
Journal of Hebrew Scriptures - Volume 5: Article 8 (2004)
Geminate Ballast: An Unrecognized Literary Feature in Ancient Semitic Poetry
Scott Noegel
Abstract: The device examined here appears to be employed in all strata of biblical Hebrew poetry, and its widespread usage in other Semitic texts shows that it was acquired in scribal circles along with other sophisticated compositional techniques. Its appearance in Akkadian suggests that the device may have originated in
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Adán y Eva, Fausto y Dorian Gray: tres mitos de transgresión
Adán y Eva, Fausto y Dorian Gray: tres mitos de transgresión
Natalia González de la Llana Fernández
Madrid: Universidad Complutense de Madrid, Servicio de Publicaciones, 2007.
Tesis de la Universidad Complutense de Madrid, Facultad de Filología, Departamento de Hebreo y Arameo, leída el 04-09-2006.
Resumen: El objetivo de este trabajo es el análisis comparativo del relato bíblico de Adán y Eva, el Fausto de Goethe y El retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde con la intención de demostrar que se trata de mitos de transgresión con una estructura narrativa análoga y un esquema imaginario común: la transgresión de una ley natural o divina relacionada con los límites de la esencia humana que se expresa a partir de la búsqueda de conocimiento o de eternidad/juventud/belleza, y cuyo desenlace suele ser trágico. Para llevar a cabo este propósito, la autora ha partido de un enfoque multidisciplinar que le permitiera acercarse a los textos con las mejores herramientas posibles, ya que no sólo le interesaban aspectos puramente literarios, sino que era consciente de la necesidad de estudiar el contenido filosófico y religioso inmanente en las narraciones para demostrar sus conexiones íntimas. Con estos objetivos en mente, pues, decidió dividir el trabajo en tres partes. Una primera parte que sirviera de introducción y pusiera las bases teóricas y metodológicas a mi investigación. Una segunda parte, que es el cuerpo fundamental de la tesis y que consiste en el análisis pormenorizado de las obras elegidas, en la que realiza un estudio diacrónico de la estructura mítica que quiere defender, observa las imágenes antitéticas que articulan las tres historias y las diferencias que se producen entre ellas debido a factores histórico-literarios y culturales. Y una tercera parte que es el capítulo de conclusiones. El significado de estas historias es, en realidad, según se demuestra aquí, la incapacidad humana para aceptar la propia finitud, lo que le hace rebelarse contra su naturaleza y contra su creador. El hombre quiere ser como Dios intentando alcanzar sus prerrogativas.
