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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 16 de novembro de 2008

El pueblo judío y sus Escrituras Sagradas en la Biblia cristiana

El pueblo judío y sus Escrituras Sagradas en la Biblia cristiana


PONTIFICIA COMISIÓN BÍBLICA


INDICES


PRESENTACIÓN


INTRODUCCIÓN


I. LAS ESCRITURAS SAGRADAS DEL PUEBLO JUDÍO, PARTE FUNDAMENTAL DE LA BIBLIA CRISTIANA (2-18)


A. El Nuevo Testamento reconoce la autoridad de las Sagradas Escrituras del pueblo judío (3-5)

1. Reconocimiento implícito de autoridad
2. Recurso explícito a la autoridad de las Escrituras del pueblo judío


B. El Nuevo Testamento se proclama conforme a las Escrituras del pueblo judío (6-8)

1. Necesidad del cumplimiento de las Escrituras
2. Conformidad con las Escrituras
3. Conformidad y diferencia


C. Escritura y tradición oral en el judaísmo y el cristianismo (9-11)

1. Escritura y Tradición en el Antiguo Testamento y en el judaísmo
2. Escritura y Tradición en el cristianismo primitivo
3. Comparación entre las dos perspectivas


D. Métodos judíos de exégesis empleados en el Nuevo Testamento (12-15)

1. Métodos judíos de exégesis
2. Exégesis en Qumrán y en el Nuevo Testamento
3. Métodos rabínicos en el Nuevo Testamento
4. Alusiones significativas al Antiguo Testamento


E. La extensión del canon de las Escrituras (16-18)

1. Situación en el judaísmo
2. Situación en la Iglesia primitiva
3. Formación del canon cristiano


II. TEMAS FUNDAMENTALES DE LAS ESCRITURAS DEL PUEBLO JUDÍO Y DE SU RECEPCIÓN EN LA FE DE CRISTO (19-65)


A. Comprensión cristiana de las relaciones entre Antiguo y Nuevo Testamento (19-22)

1. Afirmación de una relación recíproca
2. Relectura del Antiguo Testamento a la luz de Cristo
3. Relectura alegórica
4. Retorno al sentido literal
5. Unidad del designio de Dios y noción de cumplimiento
6. Perspectivas actuales
7. Aportación de la lectura judía de la Biblia


B. Temas comunes fundamentales (23-63)

1. Revelación de Dios
2. La persona humana: grandeza y miseria
3. Dios, libertador y salvador
4. La elección de Israel
5. La alianza
6. La Ley
7. La oración y el culto, Jerusalén y el Templo
8. Reproches divinos y condenas
9. Las Promesas


C. Conclusión (64-65)

1. Continuidad
2. Discontinuidad
3. Progreso


III. LOS JUDÍOS EN EL NUEVO TESTAMENTO (66-83)


A. Puntos de vista distintos en el judaísmo de después del exilio (66-69)

1. Los últimos siglos antes de Jesucristo
2. El primer tercio del siglo I d.C. en Palestina
3. El segundo tercio del siglo I
4. El último tercio del siglo I


B. Los judíos en los Evangelios y en los Hechos de los Apóstoles (70-78)

1. Evangelio según Mateo
2. Evangelio según Marcos
3. Evangelio según Lucas y Hechos de los Apóstoles
4. Evangelio según Juan
5. Conclusión


C. Los judíos en las cartas de Pablo y en otros escritos del Nuevo Testamento (79-83)

1. Los judíos en las cartas de Pablo de autenticidad no discutida
2. Los judíos en las demás cartas
3. Los judíos en el Apocalipsis


IV. CONCLUSIONES (84-87)

A. Conclusión general

B. Orientaciones pastorales


NOTAS


Veja mais:

PONTIFÍCIA Comissão Bíblica. O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã. São Paulo: Paulinas, 2001.

Na elaboração deste novo Documento da Igreja, a Pontifícia Comissão Bíblica considerou dois problemas principais: a idéia, possivelmente presunçosa, de que são os cristãos os legítimos herdeiros da Bíblia de Israel, e a questão da apresentação dos judeus e do povo judeu no Novo Testamento, que talvez contribua para criar uma hostilidade em relação aos judeus. Em seu trabalho, a Comissão observou que a renúncia dos cristãos ao Antigo Testamento não poderia ser útil para um relacionamento positivo entre cristãos e judeus, pois lhes seria tirado justamente o fundamento comum. Importante seria renovar o respeito pela interpretação judaica do Antigo Testamento, visando o progresso do diálogo judaico-cristão e a formação interior da consciência cristã. O documento ocupa-se ainda da apresentação dos judeus no Novo Testamento, na qual são examinados os textos "anti-judaicos". Nas palavras do então cardeal Joseph Ratzinger, que assina o prefácio da obra, do esforço dos membros da Comissão em suas discussões, elaborou-se este documento que oferece um importante auxílio para uma questão central da fé cristã e para a tão importante busca de uma renovada compreensão entre cristãos e judeus.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã

As notas da Comissão da Santa Sé para as relações com o judaísmo, de 24 de junho de 1985, § 1, 3 e 4 (Documentation Catholique n.1900, de 21 de junho de 1985, p.733), explicam que é preciso levar em conta “a fé e a vida religiosa do povo judeu, tais como são professadas e vividas ainda hoje”, e que é necessário fazer o “aprendizado dos traços essenciais (através dos quais) os judeus se definem em sua realidade religiosa vivida”.

Outro trabalho de referência é o da PONTIFÍCIA Comissão Bíblica. O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã. São Paulo: Paulinas, 2001.


PONTIFÍCIA Comissão Bíblica. O Povo Judeu e as suas Sagradas Escrituras na Bíblia Cristã. São Paulo: Paulinas, 2001.


PONTIFICIA COMISIÓN BÍBLICA. El Pueblo Judío y sus Escrituras Sagradas en la Biblia Cristiana.
http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/pcb_doc_index_sp.htm


Na elaboração deste novo Documento da Igreja, a Pontifícia Comissão Bíblica considerou dois problemas principais: a idéia, possivelmente presunçosa, de que são os cristãos os legítimos herdeiros da Bíblia de Israel, e a questão da apresentação dos judeus e do povo judeu no Novo Testamento, que talvez contribua para criar uma hostilidade em relação aos judeus. Em seu trabalho, a Comissão observou que a renúncia dos cristãos ao Antigo Testamento não poderia ser útil para um relacionamento positivo entre cristãos e judeus, pois lhes seria tirado justamente o fundamento comum. Importante seria renovar o respeito pela interpretação judaica do Antigo Testamento, visando o progresso do diálogo judaico-cristão e a formação interior da consciência cristã. O documento ocupa-se ainda da apresentação dos judeus no Novo Testamento, na qual são examinados os textos "anti-judaicos". Nas palavras do então cardeal Joseph Ratzinger, que assina o prefácio da obra, do esforço dos membros da Comissão em suas discussões, elaborou-se este documento que oferece um importante auxílio para uma questão central da fé cristã e para a tão importante busca de uma renovada compreensão entre cristãos e judeus.


A Interpretação da Bíblia na Igreja (Católica)

A Interpretação da Bíblia na Igreja (Católica)

A interpretação dos textos bíblicos continua a suscitar em nossos dias um vivo interesse e provoca importantes discussões. Elas adquiriram dimensões novas nestes últimos anos. Dado à importância fundamental da Bíblia para a fé cristã, para a vida da Igreja e para as relações dos cristãos com os fiéis das outras religiões, a Pontifícia Comissão Bíblica foi solicitada a se pronunciar a esse respeito.

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/pcb_documents/rc_con_cfaith_doc_19930415_interpretazione_po.html