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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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domingo, 3 de abril de 2011

Torá das mulheres

Estadão (26/03/2011): Torá das mulheres: A data 16 de outubro de 2010 foi um grande marco para o judaísmo. Neste dia, foi lida a primeira Torá escrita por mulheres na história judaica. Justamente por elas, que, de acordo com os preceitos da tradição ortodoxa, não podiam ler nem tocar no livro sagrado. O feito inédito se concretizou em Seattle, nos Estados Unidos, na comunidade judaica Kadima, onde se encontrava uma brasileira muito feliz e orgulhosa. Seu nome é Rachel Reichhardt, uma das componentes do grupo de seis mulheres escribas - duas americanas, uma canadense e duas israelenses - que se uniram pela primeira vez no glorioso dia para costurar os pergaminhos que cada uma escreveu à mão, em uma empreitada que teve início em 2003. "Nós nunca tínhamos nos encontrado pessoalmente. Cada uma escreveu a sua parte da Torá em seu país. Esse encontro foi emocionante. Dentro do judaísmo, o significado disso tudo é uma mudança de paradigma. Nós mudamos a história", explica Rachel. >>> Leia mais, clique aqui.


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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Jesus, a Torá e os Nebîim, e o pleno cumprimento da justiça em Mt 5,17-20: uma análise exegético-teológica

Jesus, a Torá e os Nebîim, e o pleno cumprimento da justiça em Mt 5,17-20: uma análise exegético-teológica

Marcelo da Silva Carneiro

Dissertação de mestrado em Teologia (PUC-RJ).

Data da defesa: 03/03/2008.

Resumo: Jesus foi um judeu piedoso de seu tempo, observante da Lei, preocupado em cumprir a vontade de Deus. Perceber a relação de Jesus com a Lei nos ajuda a entender a situação das comunidades seguidoras dele na Palestina, em constante confronto com outras propostas de fidelidade à Torá. Nessa dissertação propomos uma análise exegético-teológica de Mateus 5,17-20, para compreender essa relação de Jesus com a Lei, como ele a cumpriu, e que exigências fez a partir de sua própria prática. A afirmação de Jesus, de que veio para cumprir, já suscitou todo tipo de interpretação, e o fato de estar no centro do discurso conhecido como Sermão do Monte só aumenta o seu interesse. Com o auxílio do método histórico-crítico, e ainda a criteriologia elaborada para a pesquisa do Jesus Histórico, é possível fazer uma aproximação do texto ao mesmo tempo científica e piedosa, legitimamente interessada nas afirmações daquele que é considerado o maior mestre de todos os tempos.


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sábado, 20 de dezembro de 2008

A importância do estudo da Torá

A importância do estudo da Torá (CTV)



domingo, 17 de agosto de 2008

Moses outside the Torah and the Construction of A Diaspora Identity (Thomas Römer)

This article deals with how, in texts inside and outside the Torah, Moses became a figure of identification for the different Jewish Diasporas during the Persian Period The following themes are investigated: 1. The Shared Figure of Moses and the Pentateuch; 2. The death of Moses outside the land; 3. Moses, the magician; 4. Moses, the leprous; 5. Moses and the foreign women; 6. Moses, the warrior.

domingo, 4 de maio de 2008

Leis sobre o estudo de Torá

Quando Moshe estava para falecer e tinha que passar a liderança para Yehoshuá, uma das coisas que lhe disse foi: "E estudarás ela (a Torá) de dia e de noite". Daqui aprendemos que devemos fixar um tempo para estudo de Torá pela manhã e pela noite.

Este tempo pode ser de qualquer tamanho, dez minutos, ou mesmo cinco, contanto que sejam fixos, pois assim, demonstra-se a importância do estudo diário.

Por isso, costuma-se em muitas comunidades do mundo que após a oração da manhã e da noite seja feito um estudo em conjunto para os freqüentadores da sinagoga.

Se por acaso a pessoa não conseguiu estudar pela manhã, deve fazê-lo pela noite após o estudo noturno regular.

O pai tem a obrigação de ensinar Torá para o filho. Caso isso não seja possível, deve-se contratar alguém para fazê-lo ou colocá-lo em uma escola que se ensine Torá.

Havendo maior disponilidadede tempo, deve-se procurar utilizá-lo para aumentar a quantidade de estudo, pois a Mishná proclama: "Essas são as mitzvot que não tem quantidade definida ... e o estudo de Torá vale como todas elas".

Extraída de:
Kolel Rio, em 21/12/2007.