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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Cláudia Andréa Prata Ferreira é Professora Titular de Literaturas Hebraica e Judaica e Cultura Judaica - do Setor de Língua e Literatura Hebraicas do Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ.

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sábado, 5 de março de 2011

Cada Papa tem a sua cruz

IHU (05/03/2011): Cada Papa tem a sua cruz: O mundo árabe insurge, a política italiana está nos limites do colapso, enquanto o presidente do Conselho – quando não se assusta com o risco de novos fundamentalismos – ataca a escola pública no vã e grosseira tentativa de ganhar os favores das hierarquias vaticanas. E o Pontífice, o que faz? Manda publicar, pela editora Herder, de Friburgo, um livro em que finalmente desmente a interpretação "deicida" do Evangelho. Falamos sobre isso com Amos Luzzatto, presidente da União das Comunidades Judaicas Italianas e estudioso que participou de inúmeros encontros nacionais e internacionais sobre os temas da cultura judaica, tendo publicado numerosas obras. A entrevista é de Iaia Vantaggiato, publicada no jornal Il Manifesto, 03-03-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis a entrevista.


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domingo, 14 de março de 2010

Teólogo argentino e o ensino da Bíblia

IHU (14/03/2010)

  • Teólogo argentino e o ensino da Bíblia: Devido a um longo conflito com o Vaticano, o sacerdote e renomado biblista Ariel Alvarez Valdés decidiu deixar o ministério sacerdotal "para poder me dedicar à Bíblia e ensinar sem pressões a Palavra de Deus", segundo disse o religioso. Há 15 anos, Alvarez Valdés vem mantendo um debate com Roma devido a algumas afirmações que fez em seus livros e que foram observadas pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé por meio do então secretário, Tarcisio Bertone. A reportagem é do sítio Religión Digital, 13-03-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto. >>> Leia mais, clique aqui.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

''O divórcio entre fé e cultura leva ao confronto sobre os símbolos''

IHU (13/11/2009): ''O divórcio entre fé e cultura leva ao confronto sobre os símbolos'': "A batalha pelo crucifixo é a demonstração de que a secularização não apagou a religião, mas, separando-a do seu contexto cultural, faz com que ela apareça em termos puramente religiosos". Olivier Roy é um dos maiores especialistas mundiais em Islã, foi diretor de pesquisa da École des hautes études en sciences sociales de Paris, lecionou até o ano passado na Universidade de Berkeley e atualmente é professor do Instituto Europeu de Fiesole. No seu último livro, "Santa Ignoranza" (Ed. Feltrinelli), Roy amplia os seus estudos ao "mercado global do religioso", analisando o divórcio entre religião e cultura que se consumou nos últimos dois séculos e que produz hoje, entre outras coisas, um retrocesso identitário de todas as confissões. "O crucifixo para a Igreja católica é como o véu para o Islã. São aqueles que eu chamo de 'marcadores religiosos': marcando um modo visível de pertença confessional. Porém, esses símbolos nos parecem incôngruos, estranhos ao mundo que nos circunda". A reportagem é do jornal La Repubblica, 11-11-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Eis a entrevista. >>> Leia mais, clique aqui.


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quarta-feira, 29 de julho de 2009

O Brasil entra em campo

Blog do Noblat (29/07/2009): Luiz Cláudio Cunha: O Brasil entra em campo: Todos lembram da cena comovente, após a virada de 3 a 2 contra os Estados Unidos no último domingo de junho, na final da Copa das Confederações, em Joanesburgo: os jogadores da seleção brasileira ajoelhados no gramado, erguendo e deitando várias vezes a testa no chão, voltados para Meca, erguendo as duas mãos em agradecimento às graças do profeta Maomé... (...) A Fifa viu – e não entendeu. Fez um alerta à CBF para "moderar" a atitude dos jogadores mais religiosos e só não puniu os atletas porque a rezadeira aconteceu após o apito final do juiz. "Religião não tem lugar no futebol", disse Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação de futebol da Dinamarca, que reclamou do exagero brasileiro à Fifa. "Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Não podemos deixar a política entrar no futebol, e a religião também precisa ficar fora", disse o cartola ao jornal Politiken, de Copenhague. No Brasil, todo mundo viu, mas ninguém estranhou, nem reclamou – como certamente fariam, com indignação, se houvesse uma explícita manifestação muçulmana em campo. Aquele gesto de contrição planetária no sul da África, via satélite, acabou revelando um pouco mais de um fenômeno cada vez menos sutil da realidade brasileira: a invasão da religião nas instâncias de poder, nas frestas da sociedade, sob o patrocínio ou complacência das autoridades, atropelando o caráter laico que deveria prevalecer no país há 120 anos, desde a proclamação da República. >>> Leia mais, clique aqui.

domingo, 5 de abril de 2009

"Playmo-Bíblia" provoca polêmica na Alemanha

Gazeta do Povo (03/04/2009)

"Playmo-Bíblia" provoca polêmica na Alemanha: Um pastor evangélico alemão que há mais de dois anos reproduz cenas bíblicas com bonecos Playmobil e as publica na internet despertou a ira da fabricante dos brinquedos, a também alemã Geobra Brandstätter.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Três erros sobre a oração pelos judeus em latim da Sexta-Feira Santa 2008

Três erros sobre a oração pelos judeus em latim da Sexta-Feira Santa 2008: ROMA, quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- A oração pelos judeus da Sexta-Feira Santa segundo o rito de João XXIII, não diz «oremos pela conversão dos judeus» mas «oremos pelos judeus», aponta a ZENIT o Pe. Michel Remaud, diretor do Instituto Cristão de Estudos Judeus e de Literatura Hebraica de Jerusalém. >>> Leia mais, clique aqui.


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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Jornada do Judaísmo: ‘As razões do nosso não’

Jornada do Judaísmo: ‘As razões do nosso não’: Segundo a revista Popoli, 1º-01-2009, "o primeiro passo para um diálogo autêntico é colocar-se à escuta das razões do outro". Com essa convicção, "que anima a linha editorial da nossa revista", a Popoli publicou o comentário do rabino-chefe de Veneza, Elia Enrico Richetti, sobre o cancelamento da participação dos rabinos italianos na tradicional jornada judaico-cristã, que iria ser realizada no sábado, dia 17, com o Vaticano. >>> Leia mais em IHU, em 20/01/2009.


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